#Sistemas
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XVI Encontro de Idioma, Cultura e Pensamento Chinês para o Kung Fu
Anotações do décimo sexto encontro, o primeiro no novo horário e com o Si Suk Homero Pereira como convidado. Os três modos de dizer sistema em chinês: Kuen Paai 拳派, a maneira de lutar; Mun Paai 門派, a cultura da casa e da transmissão; e Hai Tong 系統, a organização linear em que a ordem é componente. No caminho, a etiqueta de perguntar pela linhagem e não pelo Si Fu, a lista como forma mais próxima da neutralidade, o Gu Lao como exemplo de não sistema, e a pergunta sobre como se diz sistema solar.

XV Encontro de Chinês Instrumental
Anotações do décimo quinto encontro de Chinês Instrumental, conduzido por Si Fu, com Thiago Silva e Daniel Araújo, e Guilherme Farias a partir da metade. Na primeira parte, os ajustes do formato: o novo nome Idioma, Cultura e Pensamento Chinês, o horário de quarta às 19h com o Mo Gun, a aula aberta de 07/10 e a convocação de Guilherme. Na segunda, o Siu Nim Tau: a apresentação de Thiago Silva, Nim Tau como vontade manipulatória, o Ging como intenção fraca, as combinações dos três sentidos de cada termo, a passagem da ideia para a interação inteligente, a pequena lembrança do mais importante, e o comunicar no lugar do falar.

XIV Encontro de Chinês Instrumental
Anotações do décimo quarto encontro de Chinês Instrumental, conduzido por Si Fu, com Claudio Teixeira, Thiago Silva e Daniel Araújo. Tópicos revisados: Siu Nim Tau 小念頭 como nome e como termos separados, os três sentidos de Siu (pequeno, embrionário, insignificante), a precisão do gesto que vem da precisão do pensamento, Nim como atualização do Sam, o tempo que atravessa a pessoa parada, cronos e kairós, o tempo cíclico das sociedades agrícolas, Nim como ideia, pensamento e lembrança, Tau como cabeça, início e mais importante, e o exercício de escrever e combinar os sentidos.

XIII Encontro de Chinês Instrumental
Anotações do décimo terceiro encontro de Chinês Instrumental, conduzido por Si Fu, com Claudio Teixeira, Thiago Silva e Daniel Araújo. Tópicos percorridos: o ideograma dentro do quadrado e a noção de forma lateral, a decomposição de Faat 法 como a água que varre, os cinco elementos chineses contra os quatro ocidentais, as três energias contidas no homem e as duas externas a ele, o ideograma de humanidade como pessoa mais dois, a leitura dos domínios pelos elementos, o caminho do Sei Jong ao Maai Saang Jong, a elasticidade da interpretação, a etimologia como mecanismo de lembrança, o cuidado com a internet e com a inteligência artificial, e interno e externo lidos como direção.

XII Encontro de Chinês Instrumental
Anotações do décimo segundo encontro de Chinês Instrumental, conduzido por Si Fu, com Claudio Teixeira, Thiago Silva e Daniel Araújo. Tópicos revisados: a diferença entre transliteração, tradução e interpretação, a origem budista do Sam Faat 心法 como um método de transmissão entre outros, sua mecânica nas caminhadas com o mestre, o silêncio como campo de reflexão, as categorias idioma, dialeto e língua, os tons e a convenção de escrita da linhagem, os ideogramas Sam (coração/mente) e Fat (método), o fonetismo por trás dos nomes chineses de países, e o pensamento chinês organizado por movimento, não por posição.

XI Encontro de Chinês Instrumental
Anotações do décimo primeiro encontro de Chinês Instrumental, conduzido por Si Fu, com Claudio Teixeira e o novo participante Daniel Araújo. Tópicos revisados a pedido de Claudio: Mandarim como idioma oficial, Cantonês sem sistema de transliteração próprio, a Denominação Moy Yat Ving Tsun como jargão de compromisso, o Cantonês relevante pela província de Guangdong e não pelo toisanês de Si Taai Gung, o papel do contexto contra a homofonia e os tons, a escuta chinesa contida, a língua chinesa como ordenadora do pensamento, o caso do ideograma de Lap Sau fora do MDBG, e o fechamento sobre revisão e prontidão.

X Encontro de Chinês Instrumental
Anotações do décimo encontro de Chinês Instrumental, conduzido por Si Fu, com Claudio Teixeira e Thiago Silva. O encontro percorreu a distância entre a gramática chinesa dos termos de tratamento e o uso que cada família Kung Fu faz deles: por que Si Fu não é soma de dois ideogramas, os termos emprestados como Si Hing e Sin Saang, a Si Nai e o Dai Si Fu da família de Leung Ting, a diferença entre Si Fu pai e Si Fu mestre, os termos cunhados para gerações vivas (Si Gung, Si Taai Gung, Gung Gung), o protocolo dos antepassados (Si Jo) e o relato da titulação do próprio Si Fu, em 2003.

IX Encontro de Chinês Instrumental
Anotações do nono encontro de Chinês Instrumental, conduzido por Si Fu, com Claudio Teixeira e Thiago Silva. O encontro decupou o nome Baat Jaam Do 八斬刀 caractere por caractere: 八 (a sorte como aleatório neutro e as oito direções), 斬 (o corte que decapita, 車 mais 斤) e 刀 (a faca, o Ving Tsun Do), com o contraste do 切 de cozinha, a lógica das oito partes e das oito sequências, e a discussão sobre fluxo, peso da faca e sorte ativa.

VIII Encontro de Chinês Instrumental
Anotações do oitavo encontro de Chinês Instrumental, conduzido por Si Fu com Claudio Teixeira e Thiago Silva. A sessão continuou com a prática de caligrafia ideográfica, aprofundou os ideogramas Gwan 棍 e Dim 點, e chegou na leitura de Si Fu sobre os pontos do Luk Dim Bun Gwan 六點半棍: projeções da ponta do bastão, não áreas nem ângulos fixos.

VII Encontro de Chinês Instrumental
Anotações do sétimo encontro de Chinês Instrumental, conduzido por Si Fu com Claudio Teixeira e Thiago Silva. A sessão entrou no Mui Fa Jong 梅花樁 pelos três caracteres do nome. Decupou a estrutura radical-fonético com Jong 樁 e Fa 花 como pares contrastantes, trabalhou a ordem dos traços do radical de madeira 木, abriu a simbologia da ameixeira 梅 nas cinco pétalas e na dicotomia galho-rígido/pétala-redonda, e chegou na leitura de Si Fu sobre o nível superior inicial: consolidar a capacidade de transformar o que em si é fixo.

VI Encontro de Chinês Instrumental
Anotações do sexto encontro de Chinês Instrumental, conduzido por Si Fu, com Claudio Teixeira. O encontro entrou no Biu Ji 標指 pelas duas expressões do Hai Tong, 標準指南針 (que Biu Ji abrevia) e 借喻指南針 (a leitura correta), decupou bússola padrão e bússola de alta precisão, mostrou os limites da decupação etimológica que viaja sem ancoragem na transmissão e reabriu a leitura do Biu Ji como técnica de emergência.

V Encontro de Chinês Instrumental
Anotações do quinto encontro de Chinês Instrumental, conduzido por Si Fu, com Claudio Teixeira. O encontro virou o método de estudo: em vez de seguir vertical num tema, decupar trechos bilíngues do Hai Tong de Si Taai Gung Moy Yat como balizador. O trecho do dia abre a seção do Biu Ji.

IV Encontro de Chinês Instrumental
Anotações do quarto encontro de Chinês Instrumental, conduzido por Si Fu, com Claudio Teixeira. O eixo do dia foi a etimologia de Cham Kiu (尋橋), com escavação caractere por caractere, contraste entre…
Pinyin é sistema, não tabela
Pinyin é a romanização oficial do Mandarim: pega o som do ideograma e devolve em alfabeto latino com marca tonal (中 vira zhōng). Por baixo, parece tabela de conversão. Por cima, é sistema, porque tem…
Mandarim é o latim do Império
Mandarim está para a China como o Latim esteve para Roma. É a língua oficial do Império, e tudo o resto, Cantonês, Hokkien, Xangainês, é dialeto no sentido técnico de língua que não foi adotada como…

III Encontro de Chinês Instrumental
Anotações do terceiro encontro de Chinês Instrumental, conduzido por Si Fu, com Claudio Teixeira. O eixo do dia foi siu nim tau (小念頭) tomado como domínio: como se pronuncia em Mandarim e em Cantonês,…
Estou aqui para atravessar o pântano
A versão da NASA não é sobre esquecer o objetivo, é sobre escolher o foco — decidir o que merece sua atenção agora.

II Encontro de Chinês Instrumental
Anotações do segundo encontro de Chinês Instrumental, conduzido por Si Fu, com Claudio Teixeira. O eixo do dia foi o vocabulário cantonês de mestria e linhagem: o substantivo Si e a teia de termos…

I Encontro de Chinês Instrumental
Anotações do primeiro encontro de Chinês Instrumental, conduzido por Si Fu, com Claudio Teixeira. O recorte combinado foi Chinês instrumental, mas esse primeiro encontro percorreu o mapa todo: como…
The trick is to fix the problem you have, rather than the problem you want.
Atribuída a Bram Cohen, criador do BitTorrent. Consistente com sua filosofia documentada de design pragmático — construir para o problema real, não para o problema idealizado ou futuro.

Quanto tempo investir para automatizar algo
Quanto tempo você pode gastar tornando uma tarefa rotineira mais eficiente antes de estar gastando mais tempo do que economiza? (considerando cinco anos)
