#Progresso
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Progresso amigo, tu és cômodo, és delicioso, mas feio
Trecho do conto 'Os Faroleiros' em 'Urupês' (1918). Apóstrofe ao Progresso como categoria estética ambivalente, conforto e fealdade no mesmo movimento.
The reasonable man adapts himself to the world: the unreasonable one persists in trying to adapt the world to himself. Therefore all progress depends on the unreasonable man
Maxim 124 do apêndice Maxims for Revolutionists, em Man and Superman (1903). Shaw inverte a noção comum de razoabilidade para defender o inadaptado como motor histórico.
