<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Machado-De-Assis on Scholion</title><link>https://scholion.thluiz.com/tags/machado-de-assis/</link><description>Recent content in Machado-De-Assis on Scholion</description><generator>Hugo -- gohugo.io</generator><language>pt-BR</language><copyright>© 2026</copyright><lastBuildDate>Wed, 27 May 2026 21:26:22 +0100</lastBuildDate><atom:link href="https://scholion.thluiz.com/tags/machado-de-assis/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>A escravidão levou consigo ofícios e aparelhos</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-pai-contra-mae-escrava-fugida/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 18:35:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-pai-contra-mae-escrava-fugida/</guid><description>Frase de abertura de &amp;lsquo;Pai contra Mãe&amp;rsquo; (1906), conto de Relíquias de Casa Velha. Machado começa o conto inventariando os instrumentos de tortura desativados pela Lei Áurea — máscara, gargalheira, ferro de marca.</description></item><item><title>Guardem a minha coroa</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-quincas-borba-rubiao-imperador/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 18:30:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-quincas-borba-rubiao-imperador/</guid><description>Capítulo CC de Quincas Borba (1891). Rubião, no fim da loucura, coloca uma coroa imaginária e morre acreditando-se imperador. A cena fecha o arco do discípulo do Humanitismo.</description></item><item><title>Obra de finados</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-bras-cubas-livro-defunto-vivos/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 18:25:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-bras-cubas-livro-defunto-vivos/</guid><description>Expressão de Machado no prólogo &amp;lsquo;Ao leitor&amp;rsquo; de Memórias Póstumas, que abre a edição em livro de 1881. Ele caracteriza ali o livro como &amp;lsquo;obra difusa, na qual eu, Brás Cubas, se adotei a forma livre de um Sterne&amp;hellip;&amp;rsquo;</description></item><item><title>Memorial de Aires</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-memorial-de-aires-diario-aposentado/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 18:20:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-memorial-de-aires-diario-aposentado/</guid><description>Último romance de Machado (1908), em forma de diário do Conselheiro Aires entre 1888 e 1889. Acompanha o casal Aguiar e a relação com a viúva Fidélia e o jovem Tristão. Tom crepuscular, sem comentário.</description></item><item><title>Coisas futuras!</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-esau-e-jaco-cabocla-do-castelo/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 18:15:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-esau-e-jaco-cabocla-do-castelo/</guid><description>Capítulo I de Esaú e Jacó (1904). Natividade e a irmã consultam a cabocla do morro do Castelo sobre o futuro dos gêmeos Pedro e Paulo. A previsão dúbia organiza o livro inteiro.</description></item><item><title>Pode-se conhecer um homem pelo modo como trata os subordinados (apócrifa)</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-misatribuicao-pode-se-conhecer-um-homem/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 18:10:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-misatribuicao-pode-se-conhecer-um-homem/</guid><description>Citação que circula por redes sociais com atribuição falsa a Machado de Assis, supostamente de Dom Casmurro. Não consta em nenhuma obra do autor; pesquisa em ferramentas de busca da obra completa não encontra a frase.</description></item><item><title>Daquela linha sairia tudo, num desfecho macabro</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-cartomante-felicidade-camilo/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 18:05:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-cartomante-felicidade-camilo/</guid><description>Conto &amp;lsquo;A Cartomante&amp;rsquo; (1884), recolhido em Várias Histórias (1896). Camilo, racionalista, é tranquilizado pela cartomante e segue para a casa de Vilela; o conto fecha com ironia plena sobre a fé na razão.</description></item><item><title>Era um modo que o Prudêncio tinha de se desfazer das pancadas recebidas</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-bras-cubas-prudencio-vergalho/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 18:00:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-bras-cubas-prudencio-vergalho/</guid><description>Capítulo LXVIII de Memórias Póstumas — &amp;lsquo;O Vergalho&amp;rsquo;. Brás Cubas vê Prudêncio, ex-escravo da família e antigo cavalo de seu cavalgar infantil, açoitando outro escravo numa rua e racionaliza a cena.</description></item><item><title>O meu fim evidente era atar as duas pontas da vida</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-dom-casmurro-ataru-os-extremos/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 17:55:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-dom-casmurro-ataru-os-extremos/</guid><description>Capítulo II de Dom Casmurro — &amp;lsquo;Do Livro&amp;rsquo;. Bento Santiago declara o projeto do livro: reconstruir, na velhice, a casa da meninice em Engenho Novo, e suturar os dois extremos da existência.</description></item><item><title>Restituo a liberdade ao meu escravo Pancrácio</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-bons-dias-cronica-pancracio/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 17:45:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-bons-dias-cronica-pancracio/</guid><description>Crônica &amp;lsquo;Bons Dias!&amp;rsquo; de 19 de maio de 1888, publicada na Gazeta de Notícias seis dias depois da Lei Áurea. Machado retrata por dentro a hipocrisia das classes que apoiaram a abolição já consumada.</description></item><item><title>Você gosta de romances?</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-missa-do-galo-conceicao-romances/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 17:40:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-missa-do-galo-conceicao-romances/</guid><description>Pergunta de Conceição a Nogueira no conto &amp;lsquo;Missa do Galo&amp;rsquo; (1893, recolhido em Páginas Recolhidas, 1899). Frase aparentemente inocente que carrega o jogo erótico do diálogo noturno.</description></item><item><title>A Igreja do Diabo</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-igreja-do-diabo-virtude-pecado/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 17:35:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-igreja-do-diabo-virtude-pecado/</guid><description>Conto de 1883, recolhido em Histórias sem Data (1884). O Diabo funda igreja em que pecados viram virtudes; descobre depois que os fiéis pecam às escondidas, isto é, transgridem o pecado pela virtude.</description></item><item><title>Cada criatura humana traz duas almas consigo</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-espelho-alma-exterior/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 17:30:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-espelho-alma-exterior/</guid><description>Tese central de &amp;lsquo;O Espelho&amp;rsquo; (1882), conto subtitulado &amp;lsquo;Esboço de uma nova teoria da alma humana&amp;rsquo;. Jacobina expõe a doutrina das duas almas: interior e exterior — a segunda formada pelos signos sociais.</description></item><item><title>A ciência é o meu único emprego; Itaguaí é o meu universo</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-alienista-ciencia-itaguai/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 17:25:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-alienista-ciencia-itaguai/</guid><description>Frase de Simão Bacamarte em &amp;lsquo;O Alienista&amp;rsquo; (1882), conto que abre Papéis Avulsos. Sintetiza a ambição totalizante do médico e prepara a sátira machadiana sobre a relação entre saber e poder.</description></item><item><title>Há mais coisas no céu e na terra do que sonha a nossa filosofia</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-cartomante-hamlet-horacio/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 17:20:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-cartomante-hamlet-horacio/</guid><description>Epígrafe e primeira frase de &amp;lsquo;A Cartomante&amp;rsquo; (1884). Machado abre o conto citando Hamlet a Horácio e estabelece a chave do enredo: a tensão entre razão cética e o que escapa dela.</description></item><item><title>Quis o destino que acabassem juntando-se e enganando-me</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-dom-casmurro-final-juntando-se-enganando-me/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 17:15:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-dom-casmurro-final-juntando-se-enganando-me/</guid><description>Frase do capítulo final de Dom Casmurro (CXLVIII, &amp;lsquo;E bem, e o resto?&amp;rsquo;). Bento Santiago dá a versão definitiva sobre Capitu e Escobar — sem provas, com fórmula que delega a culpa ao destino.</description></item><item><title>Olhos de ressaca</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-dom-casmurro-olhos-de-ressaca/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 17:10:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-dom-casmurro-olhos-de-ressaca/</guid><description>Capítulo XXXII de Dom Casmurro. Bento Santiago retoma a sentença de José Dias sobre os olhos de Capitu e a substitui por figura marítima — ressaca, fluido que puxa para dentro.</description></item><item><title>Olhos de cigana oblíqua e dissimulada</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-dom-casmurro-olhos-de-cigana/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 17:05:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-dom-casmurro-olhos-de-cigana/</guid><description>Capítulo XXV de Dom Casmurro. José Dias descreve assim os olhos de Capitu, num passeio público. A frase carrega o juízo social do agregado e ressoa pelo livro inteiro como sentença.</description></item><item><title>A vida é uma ópera</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-dom-casmurro-vida-e-uma-opera/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 17:00:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-dom-casmurro-vida-e-uma-opera/</guid><description>Capítulo IX de Dom Casmurro. Marcolini, velho tenor italiano, expõe a Bentinho a teoria da vida-ópera: Deus é o poeta do libreto, Satanás é o maestro da partitura, a Terra é teatro de execução.</description></item><item><title>Dom Casmurro</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-dom-casmurro-titulo-cochilo/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 16:55:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-dom-casmurro-titulo-cochilo/</guid><description>Capítulo I de Dom Casmurro explica a origem do apelido — vingança de um poeta que tomou cochilo do narrador como ofensa. Machado avisa, na primeira página, que o título do livro nasce de mal-entendido.</description></item><item><title>Humanitas é o princípio</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-quincas-borba-humanitas-substancia/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 16:50:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-quincas-borba-humanitas-substancia/</guid><description>Quincas Borba apresenta o Humanitismo como sistema &amp;lsquo;destinado a destruir todos os outros sistemas&amp;rsquo;. Humanitas é descrita como substância única, universal, eterna, indivisível — princípio que Machado parodia.</description></item><item><title>Ao vencido, ódio ou compaixão; ao vencedor, as batatas</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-quincas-borba-batatas-vencedor/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 16:45:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-quincas-borba-batatas-vencedor/</guid><description>Capítulo VI de Quincas Borba (1891). Resumo do Humanitismo, doutrina parodiada por Machado: parábola das duas tribos famélicas em torno de um campo de batatas explica por que a guerra é &amp;lsquo;conservação&amp;rsquo; e a paz, &amp;lsquo;destruição&amp;rsquo;.</description></item><item><title>Há na felicidade presente uma gota da baba de Caim</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-bras-cubas-creiam-me-baba-de-caim/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 16:40:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-bras-cubas-creiam-me-baba-de-caim/</guid><description>Capítulo VI de Memórias Póstumas. Brás Cubas avisa que não se confie no instante feliz, contaminado pelo gérmen fratricida — referência a Caim que Machado retoma em outras passagens.</description></item><item><title>Não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado da nossa miséria</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-bras-cubas-nao-tive-filhos/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 16:35:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-bras-cubas-nao-tive-filhos/</guid><description>Frase final de Memórias Póstumas (cap. CLX, &amp;lsquo;Das Negativas&amp;rsquo;). Brás Cubas balanceia a vida e fecha com a única negativa que considera ganho — a interrupção da cadeia humana.</description></item><item><title>Matamos o tempo; o tempo nos enterra</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-bras-cubas-matamos-o-tempo/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 16:30:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-bras-cubas-matamos-o-tempo/</guid><description>Aforismo do capítulo CXIX de Memórias Póstumas. Brás Cubas inverte a expressão coloquial &amp;lsquo;matar o tempo&amp;rsquo; (ocupar o ócio) e mostra a assimetria entre verbo metafórico e verbo literal.</description></item><item><title>Suporta-se com paciência a cólica do próximo</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-bras-cubas-suportar-colica-do-proximo/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 16:25:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-bras-cubas-suportar-colica-do-proximo/</guid><description>Aforismo do capítulo CXIX de Memórias Póstumas — &amp;lsquo;Parêntesis&amp;rsquo;. Brás Cubas alista máximas que diz ter rejeitado da publicação; este é dos mais corrosivos sobre a empatia.</description></item><item><title>Deixa lá dizer Pascal que o homem é um caniço pensante. Não; é uma errata pensante</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-bras-cubas-errata-pensante/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 16:20:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-bras-cubas-errata-pensante/</guid><description>Capítulo XXVII de Memórias Póstumas. Brás Cubas corrige Pascal: o homem não é frágil meditativo, é defeito tipográfico que pensa. A imagem desloca o eixo da reflexão sobre o humano.</description></item><item><title>Pendurou-se-me uma ideia no trapézio que eu tinha no cérebro</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-bras-cubas-emplastro-ideia-fixa/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 16:15:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-bras-cubas-emplastro-ideia-fixa/</guid><description>Capítulo II de Memórias Póstumas — &amp;lsquo;O Emplasto&amp;rsquo;. Brás Cubas descreve o nascimento da sua ideia fixa, o emplasto anti-hipocondríaco que pretende dar fama universal e que termina por matá-lo.</description></item><item><title>Chama-me Natureza ou Pandora; sou tua mãe e tua inimiga</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-bras-cubas-natureza-mae-inimiga/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 16:10:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-bras-cubas-natureza-mae-inimiga/</guid><description>Capítulo VII de Memórias Póstumas — &amp;lsquo;O Delírio&amp;rsquo;. A figura imensa que aparece a Brás Cubas recusa nome unívoco e se declara mãe e inimiga, fórmula que sintetiza a leitura machadiana da existência.</description></item><item><title>Sou um defunto autor, para quem a campa foi outro berço</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-bras-cubas-defunto-autor-campa-berco/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 16:05:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-bras-cubas-defunto-autor-campa-berco/</guid><description>Capítulo I de Memórias Póstumas, justificando a inversão do começo. O narrador defende a escolha de abrir pelo fim — o sepulcro como novo nascimento — e prefere a fórmula &amp;lsquo;defunto autor&amp;rsquo; a &amp;lsquo;autor defunto&amp;rsquo;.</description></item><item><title>Ao verme que primeiro roeu as frias carnes do meu cadáver dedico como saudosa lembrança estas memórias póstumas</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-bras-cubas-dedicatoria-verme/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 16:00:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-bras-cubas-dedicatoria-verme/</guid><description>Dedicatória de Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881). Inverte o destinatário convencional da dedicatória — não a um leitor vivo, mas ao verme que come o cadáver — e anuncia a chave do livro.</description></item></channel></rss>