#Luis-Fernando-Verissimo
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'Nada me parece tão lúbrico e devasso quanto anões besuntados'
Resposta de Luis Fernando Veríssimo em entrevista à revista Oi, em registro de humor surreal sobre erotismo. Demonstra o gosto do cronista pelo absurdo concreto.
'A única pessoa realmente livre é aquela que não tem medo do ridículo'
Frase atribuída a Luis Fernando Veríssimo na obra 'De Clone a Clown' de Vitor Briga (2012). Wikiquote a classifica como atribuída — verificada em fonte secundária, não em obra primária do cronista.
'Vai ficar tudo bem' — apócrifa, atribuída a Luis Fernando Veríssimo
A frase 'vai ficar tudo bem' (com variantes em texto longo) circula atribuída a Luis Fernando Veríssimo em redes sociais. Não consta em fonte primária dele.
'A felicidade aparece para aqueles que choram' — apócrifa, atribuída a Luis Fernando Veríssimo
Frase circula atribuída a Luis Fernando Veríssimo em redes sociais e cartões. Não consta em nenhuma das obras dele e tem marca clara do gênero motivacional dos anos 2010.
Crônica sobre o BBB 11 — atribuição a Luis Fernando Veríssimo é falsa
Crônica sobre o Big Brother Brasil 11 (2011) circulou em e-mails e blogs atribuída a Luis Fernando Veríssimo. O serviço E-Farsas e o Recanto das Letras documentaram a atribuição como falsa.
'No frigir dos ovos' — atribuição a Luis Fernando Veríssimo é falsa
Crônica/texto circula atribuído a Luis Fernando Veríssimo em correntes de e-mail e redes sociais. O serviço de fact-checking Boatos.org documentou a atribuição como falsa em 2018.
'Depoimento Sobre as Drogas' — não é de Luis Fernando Veríssimo, é de Vitor Trucco
Texto circula em correntes de e-mail atribuído a Luis Fernando Veríssimo. O autor real é Vitor Trucco, conforme catalogação pública dos apócrifos atribuídos ao cronista.
'Dar Não é Fazer Amor' — não é de Luis Fernando Veríssimo, é de Tatiane Bernardi
Texto circula desde o início dos anos 2000 atribuído a Luis Fernando Veríssimo em correntes de e-mail e redes sociais. A autora real é Tatiane Bernardi.
'Aprenda a Chamar a Polícia' — atribuição a Luis Fernando Veríssimo é incerta
Crônica circula em livros didáticos brasileiros atribuída a Luis Fernando Veríssimo. A autoria não foi documentada em nenhuma das coletâneas oficiais do autor.
'Toda escolha é uma renúncia' — apócrifa, atribuída a Luis Fernando Veríssimo
Frase circula atribuída a Luis Fernando Veríssimo em sites de devocionais e auto-ajuda. Não há fonte primária na obra dele. O conceito tem origem em ascética medieval e em filosofia da decisão.
'As pessoas não se afastam, elas se cansam' — apócrifa, atribuída a Luis Fernando Veríssimo
Frase circula em redes sociais brasileiras atribuída a Luis Fernando Veríssimo. Não consta em nenhuma obra dele. Não há fonte primária verificável.
'O Quase' — não é de Luis Fernando Veríssimo, é de Sarah Westphal
O texto 'Quase' circula desde 2002 atribuído a Luis Fernando Veríssimo. A autora real é Sarah Westphal Batista da Silva, então estudante. Veríssimo desmentiu publicamente em coluna de 2005.
'Más vale ser touro brocha que boi tesudo'
Provérbio campeiro atribuído ao Analista de Bagé (Luis Fernando Veríssimo, 1981). Em registro rural, articula valor da potência mesmo desativada sobre potência impossível.
As Cobras de Veríssimo — duas serpentes filosofando sobre o universo
Tira de quadrinhos publicada por Luis Fernando Veríssimo entre 1975 e 1997 em jornais brasileiros. Duas serpentes sem nome comentam Deus, futebol, política e a insignificância humana.
'Pela cabeleira, o julgamento é canhestro: pode ser china ou maestro'
Comparação rimada do Analista de Bagé (Luis Fernando Veríssimo, 1981). Em registro de provérbio campeiro, faz crítica à inferência social baseada em aparência.
Ed Mort: 'É o que está escrito na plaqueta'
Refrão narrativo de Ed Mort, detetive criado por Luis Fernando Veríssimo em 1979. Fórmula de identificação que parodia o hard-boiled americano em registro de Copacabana.
'Pra besteira e financiamento do Banco do Brasil, sempre se arranja um jeito'
Sentença do Analista de Bagé, personagem de Luis Fernando Veríssimo (1981). Comparação direta entre o ímpeto subjetivo e o crédito estatal brasileiro.
'Roda de carreta chega cantando e se vai gemendo'
Comparação campeira atribuída ao Analista de Bagé, personagem de Luis Fernando Veríssimo (1981). Imagem de origem rural usada com função técnica psicanalítica.
'Se todo mundo fosse gaúcho, ser gaúcho não teria vantagem'
Frase do Analista de Bagé, personagem criado por Luis Fernando Veríssimo em livro de 1981. A formulação resume em uma linha o regionalismo gaúcho como economia de prestígio.
'Dedico-me aos clássicos: Sófocles, Virgílio, Shakespeare e ao picolé de coco'
Luis Fernando Veríssimo na revista IstoÉ (edição 1737), em registro auto-irônico sobre repertório literário e cotidiano.
'Ninguém é uma coisa só, nós todos somos muitos'
Frase do conto 'Obsessão', publicado por Luis Fernando Veríssimo em 'Os últimos quartetos de Beethoven e outros contos' (Objetiva, 2013).
'Só o futebol permite que você sinta aos 60 anos exatamente o que sentia aos 6'
Luis Fernando Veríssimo em 'Time dos Sonhos — Paixão, poesia e futebol' (2011), sobre o estatuto especial da paixão futebolística entre as paixões da infância.
'Nada separa as classes como a língua. Fora a renda, claro'
Luis Fernando Veríssimo em entrevista a Luiz Costa Pereira Jr. em outubro de 2005, sobre o papel da fala e do vocabulário como marcador de classe no Brasil.
'No Brasil o fundo do poço é apenas uma etapa'
Frase de Luis Fernando Veríssimo publicada na revista Exame em 1993, sobre a tendência brasileira de superar mínimos com novos mínimos.
'A minha musa inspiradora é o meu prazo de entrega'
Resposta de Luis Fernando Veríssimo à revista IstoÉ (edição 1642) sobre o método de trabalho do cronista que escreveu coluna diária por décadas.
A Velhinha de Taubaté — 'a última pessoa do Brasil que ainda acreditava no governo'
Personagem criada por Luis Fernando Veríssimo em crônica de 1983, durante o governo Figueiredo. A definição da velhinha como 'única que ainda acreditava' virou rótulo político recorrente nas décadas seguintes.
'De cada cinco textos atribuídos a mim na internet, ao menos quatro não fui eu que escrevi'
Luis Fernando Veríssimo à revista Playboy em 2011, sobre o volume de textos apócrifos que circulam com seu nome. A frase é o ponto cego inevitável de qualquer coletânea dele.
