#Liberdade
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Je vis seulement parce qu'il est en mon pouvoir de mourir quand je veux
De Syllogismes de l'amertume (1952). A possibilidade do suicídio como condição de continuar vivo: sem ela, já estaria morto.
'A única pessoa realmente livre é aquela que não tem medo do ridículo'
Frase atribuída a Luis Fernando Veríssimo na obra 'De Clone a Clown' de Vitor Briga (2012). Wikiquote a classifica como atribuída — verificada em fonte secundária, não em obra primária do cronista.
Liberty means responsibility. That is why most men dread it
Maxim do apêndice Maxims for Revolutionists, em Man and Superman (1903), sob a rubrica Liberty and Equality.
If the room is smoky, if only moderately, I will stay; if there is too much smoke I will go
Discursos I.25.18. A porta está sempre aberta — autorização estoica do suicídio como saída quando a vida cessa de ser vivível.
Freedom is not acquired by satisfying yourself with what you desire, but by destroying your desire
Discursos IV.1.175. Liberdade não é satisfação do querer — é dissolução do querer dependente do externo.
Nemo liber est qui corpori servit
Da Epistula 92.33 a Lucílio. Ninguém é livre quem serve ao corpo — argumento estoico sobre liberdade interior contra apetite somático.
Humanam impotentiam in moderandis et coercendis affectibus servitutem voco
Da Ethica IV, prefácio (1677). Definição da servidão humana: incapacidade de moderar os afetos. Quem está sob domínio das paixões não é dono de si.
Homo liber de nulla re minus, quam de morte cogitat, et ejus sapientia non mortis, sed vitae meditatio est
Da Ethica IV, prop. LXVII (1677). Inversão direta de Montaigne e da tradição estoica: a sabedoria do homem livre é meditação sobre a vida.
L'homme est libre au moment qu'il veut l'être
De Brutus (1730), tragédia de Voltaire em cinco atos sobre a fundação da República Romana. A frase exprime a tese voltairiana sobre liberdade como decisão interna.
Loyalty to petrified opinions never yet broke a chain or freed a human soul
De Consistency, palestra que Mark Twain leu para o Hartford Monday Evening Club em 5 dez 1887. Ataca a coerência intelectual como virtude.
O homem absurdo vive sua aventura no tempo que lhe cabe. Esse é o seu campo, essa é a sua ação, que ele protege de qualquer juízo que não o seu
Camus em O Mito de Sísifo (1942), capítulo A Liberdade Absurda. O campo do homem absurdo é o tempo, e o único juízo que conta é o próprio.
Saber que não há amanhã garantido é o que libera: se nada é prometido, nada é devido
Paráfrase de O Mito de Sísifo (1942). Camus propõe trocar a liberdade a serviço do amanhã por uma liberdade a serviço do hoje, já que a morte é certa.
