<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Letra on Scholion</title><link>https://scholion.thluiz.com/tags/letra/</link><description>Recent content in Letra on Scholion</description><generator>Hugo -- gohugo.io</generator><language>pt-BR</language><copyright>© 2026</copyright><lastBuildDate>Wed, 27 May 2026 21:26:22 +0100</lastBuildDate><atom:link href="https://scholion.thluiz.com/tags/letra/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>Corcovado: música e letra de Tom Jobim, gravada por João Gilberto em 1960</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/jobim-corcovado-quanto-e-triste-e-alegre/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 20:46:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/jobim-corcovado-quanto-e-triste-e-alegre/</guid><description>Composta por Tom Jobim em 1960 (música e letra), gravada por João Gilberto no álbum O Amor, o Sorriso e a Flor (1960). Letra inglesa posterior de Gene Lees como &amp;lsquo;Quiet Nights of Quiet Stars&amp;rsquo;.</description></item><item><title>Minha alma canta, vejo o Rio de Janeiro</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/jobim-samba-do-aviao-minha-alma-canta-vejo-o-rio/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 20:44:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/jobim-samba-do-aviao-minha-alma-canta-vejo-o-rio/</guid><description>Verso de abertura de &amp;lsquo;Samba do Avião&amp;rsquo; (1962), música e letra de Tom Jobim, escrita para o filme italiano Copacabana Palace. Estreada no Au Bon Gourmet em agosto de 1962, primeira gravação por Elza Laranjeira em outubro do mesmo ano.</description></item><item><title>Desafinado — bossa nova como réplica aos críticos</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/jobim-desafinado-resposta-aos-criticos/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 20:42:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/jobim-desafinado-resposta-aos-criticos/</guid><description>Composta por Tom Jobim e Newton Mendonça, gravada por João Gilberto em novembro de 1958, lançada em fevereiro de 1959 no álbum Chega de Saudade. Replica diretamente à acusação de que bossa nova era &amp;lsquo;música para cantores desafinados&amp;rsquo;.</description></item><item><title>Chega de Saudade — marco inaugural da bossa nova</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/jobim-chega-de-saudade-vai-minha-tristeza/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 20:40:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/jobim-chega-de-saudade-vai-minha-tristeza/</guid><description>Composta em 1956 por Jobim e Vinicius, gravada por Elizeth Cardoso (abril 1958) e por João Gilberto (julho 1958, lançada em agosto). A sessão de Gilberto é considerada o marco inicial da bossa nova.</description></item><item><title>Rua, espada nua / Boia no céu imensa e amarela</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/jobim-luiza-rua-espada-nua/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 20:38:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/jobim-luiza-rua-espada-nua/</guid><description>Versos de abertura de &amp;lsquo;Luiza&amp;rsquo; (1981), música e letra de Tom Jobim, composta para a abertura da telenovela Brilhante (Globo, 1981) e regravada no álbum Passarim (1987).</description></item><item><title>Tristeza não tem fim, felicidade sim</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/jobim-felicidade-tristeza-nao-tem-fim/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 20:36:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/jobim-felicidade-tristeza-nao-tem-fim/</guid><description>Verso de abertura de &amp;lsquo;A Felicidade&amp;rsquo; (1958), música de Jobim e letra de Vinicius de Moraes para o filme Orfeu Negro de Marcel Camus, vencedor da Palma de Ouro em Cannes 1959 e do Oscar de filme estrangeiro em 1960.</description></item><item><title>Vou voltar, sei que ainda vou voltar</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/jobim-sabia-vou-voltar-sei-que-ainda-vou-voltar/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 20:34:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/jobim-sabia-vou-voltar-sei-que-ainda-vou-voltar/</guid><description>Verso de &amp;lsquo;Sabiá&amp;rsquo; (1968), música de Jobim e letra de Chico Buarque. Vencedora do III FIC no Maracanãzinho em 29 de setembro de 1968 sob a maior vaia já registrada em festivais brasileiros, no contexto direto do AI-5.</description></item><item><title>Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/jobim-garota-de-ipanema-olha-que-coisa-mais-linda/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 20:32:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/jobim-garota-de-ipanema-olha-que-coisa-mais-linda/</guid><description>Verso de abertura de &amp;lsquo;Garota de Ipanema&amp;rsquo; (1962), música de Jobim e letra de Vinicius de Moraes. Composta no piano da Rua Barão da Torre e em Petrópolis; primeira gravação por Pery Ribeiro em 1962, consagração internacional no álbum Getz/Gilberto (1964).</description></item><item><title>É pau, é pedra, é o fim do caminho</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/jobim-aguas-de-marco-pau-pedra-fim-do-caminho/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 20:30:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/jobim-aguas-de-marco-pau-pedra-fim-do-caminho/</guid><description>Verso de abertura de &amp;lsquo;Águas de Março&amp;rsquo; (1972), composta em março de 1972 no sítio Poço Fundo (RJ). Letra-inventário em fluxo, lançada no compacto Disco de Bolso e fixada no álbum Matita Perê (1973).</description></item></channel></rss>