#Letra
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Corcovado: música e letra de Tom Jobim, gravada por João Gilberto em 1960
Composta por Tom Jobim em 1960 (música e letra), gravada por João Gilberto no álbum O Amor, o Sorriso e a Flor (1960). Letra inglesa posterior de Gene Lees como 'Quiet Nights of Quiet Stars'.
Minha alma canta, vejo o Rio de Janeiro
Verso de abertura de 'Samba do Avião' (1962), música e letra de Tom Jobim, escrita para o filme italiano Copacabana Palace. Estreada no Au Bon Gourmet em agosto de 1962, primeira gravação por Elza Laranjeira em outubro do mesmo ano.
Desafinado — bossa nova como réplica aos críticos
Composta por Tom Jobim e Newton Mendonça, gravada por João Gilberto em novembro de 1958, lançada em fevereiro de 1959 no álbum Chega de Saudade. Replica diretamente à acusação de que bossa nova era 'música para cantores desafinados'.
Chega de Saudade — marco inaugural da bossa nova
Composta em 1956 por Jobim e Vinicius, gravada por Elizeth Cardoso (abril 1958) e por João Gilberto (julho 1958, lançada em agosto). A sessão de Gilberto é considerada o marco inicial da bossa nova.
Rua, espada nua / Boia no céu imensa e amarela
Versos de abertura de 'Luiza' (1981), música e letra de Tom Jobim, composta para a abertura da telenovela Brilhante (Globo, 1981) e regravada no álbum Passarim (1987).
Tristeza não tem fim, felicidade sim
Verso de abertura de 'A Felicidade' (1958), música de Jobim e letra de Vinicius de Moraes para o filme Orfeu Negro de Marcel Camus, vencedor da Palma de Ouro em Cannes 1959 e do Oscar de filme estrangeiro em 1960.
Vou voltar, sei que ainda vou voltar
Verso de 'Sabiá' (1968), música de Jobim e letra de Chico Buarque. Vencedora do III FIC no Maracanãzinho em 29 de setembro de 1968 sob a maior vaia já registrada em festivais brasileiros, no contexto direto do AI-5.
Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça
Verso de abertura de 'Garota de Ipanema' (1962), música de Jobim e letra de Vinicius de Moraes. Composta no piano da Rua Barão da Torre e em Petrópolis; primeira gravação por Pery Ribeiro em 1962, consagração internacional no álbum Getz/Gilberto (1964).
É pau, é pedra, é o fim do caminho
Verso de abertura de 'Águas de Março' (1972), composta em março de 1972 no sítio Poço Fundo (RJ). Letra-inventário em fluxo, lançada no compacto Disco de Bolso e fixada no álbum Matita Perê (1973).
