Subalternidade como performance
Conceito articulado por Natânia Lopes em Cabaré: a puta executa de saída a postura tradicional da mulher subalterna — carinhosa, atenciosa, chamando o cliente de amor — como técnica de trabalho, não como submissão real. A doçura é dispositivo, não acomodação. Cruza com Goffman, Butler e a antropologia da performance.