<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Jorge-Luis-Borges on Scholion</title><link>https://scholion.thluiz.com/tags/jorge-luis-borges/</link><description>Recent content in Jorge-Luis-Borges on Scholion</description><generator>Hugo -- gohugo.io</generator><language>pt-BR</language><copyright>© 2026</copyright><lastBuildDate>Wed, 27 May 2026 21:26:22 +0100</lastBuildDate><atom:link href="https://scholion.thluiz.com/tags/jorge-luis-borges/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>Se eu pudesse viver novamente minha vida — não é de Borges</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/instantes-se-eu-pudesse-viver-novamente-misattributed-borges/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 17:00:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/instantes-se-eu-pudesse-viver-novamente-misattributed-borges/</guid><description>O poema Instantes (&amp;lsquo;Si pudiera vivir nuevamente mi vida&amp;rsquo;) circula no Brasil atribuído a Borges desde os anos 1990. O autor original é Don Herold, em texto de 1953. Maria Kodama declarou apócrifo.</description></item><item><title>Pensar, analisar, inventar não são atos anômalos: são a respiração normal da inteligência</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-pensar-respiracao-inteligencia/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 16:55:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-pensar-respiracao-inteligencia/</guid><description>Frase de Pierre Menard (1939) inserida no comentário do narrador sobre o trabalho de Menard. Define cognição como função, não exceção.</description></item><item><title>Esse paciente labirinto de linhas traça a imagem de seu rosto</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-hacedor-labirinto-trazos-rostro/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 16:50:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-hacedor-labirinto-trazos-rostro/</guid><description>Epílogo de El Hacedor (1960). Borges fecha o livro com a imagem do homem que mapeia o mundo e descobre desenhar a si mesmo.</description></item><item><title>Nossa mente é porosa para o esquecimento</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-aleph-mente-porosa-olvido/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 16:45:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-aleph-mente-porosa-olvido/</guid><description>Última observação do narrador em El Aleph (1945). Depois de ver o infinito, o que se perde é o rosto de uma pessoa específica.</description></item><item><title>Os metafísicos de Tlön não buscam a verdade nem a verossimilhança: buscam o assombro</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-tlon-metafisicos-asombro/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 16:40:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-tlon-metafisicos-asombro/</guid><description>Caracterização do pensamento de Tlön no conto homônimo (1940). A frase é proposta para a metafísica como gênero literário.</description></item><item><title>Cometi o pior dos pecados que um homem pode cometer. Não fui feliz</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-remordimiento-no-fui-feliz/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 16:35:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-remordimiento-no-fui-feliz/</guid><description>Verso de abertura do soneto El remordimiento (La moneda de hierro, 1976). Aos 76 anos, Borges identifica como pecado o que a tradição cristã não classifica como tal.</description></item><item><title>Minha memória, senhor, é como depósito de lixo</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-funes-vaciadero-de-basuras/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 16:30:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-funes-vaciadero-de-basuras/</guid><description>Funes descreve a própria memória ao narrador em Funes el memorioso (1942). A imagem é negativa, não celebratória.</description></item><item><title>O original é infiel à tradução</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-original-infiel-traducao/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 16:25:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-original-infiel-traducao/</guid><description>Aforismo borgeano sobre a tradução de Vathek de Beckford (1943), em Otras inquisiciones. Inverte a polaridade tradicional entre original e cópia.</description></item><item><title>Escrever não é mais que um sonho dirigido</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-escrita-sonho-dirigido/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 16:20:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-escrita-sonho-dirigido/</guid><description>Frase do prólogo de El informe de Brodie (1970). Borges define a escrita por contraste com o sonho involuntário que a antecede.</description></item><item><title>Uma rede crescente e vertiginosa de tempos divergentes, convergentes e paralelos</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-jardin-senderos-rede-de-tempos/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 16:15:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-jardin-senderos-rede-de-tempos/</guid><description>Definição do romance de Ts&amp;rsquo;ui Pen em El jardín de senderos que se bifurcan (1941). Borges enuncia a estrutura de muitos-mundos décadas antes de Hugh Everett.</description></item><item><title>Não há classificação do universo que não seja arbitrária e conjetural</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-john-wilkins-classificacao-arbitraria/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 16:10:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-john-wilkins-classificacao-arbitraria/</guid><description>Tese de El idioma analítico de John Wilkins (1942), recolhida em Otras inquisiciones. O ensaio é a fonte da enciclopédia chinesa que abre As palavras e as coisas de Foucault.</description></item><item><title>A história universal é a história de algumas metáforas</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-historia-universal-metaforas/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 16:05:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-historia-universal-metaforas/</guid><description>Frase de La esfera de Pascal (1951), recolhida em Otras inquisiciones (1952). Borges argumenta que a invenção de imagens é mais rara que a invenção de teses.</description></item><item><title>O tempo é a substância de que sou feito</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-tempo-substancia-rio/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 16:00:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-tempo-substancia-rio/</guid><description>Encerramento do ensaio Nueva refutación del tiempo (1947). Borges nega o tempo durante todo o ensaio e abandona a negação na última frase.</description></item><item><title>Hemos de buscar um terceiro tigre</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-el-otro-tigre-busca-terceiro/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 15:55:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-el-otro-tigre-busca-terceiro/</guid><description>Conclusão de El otro tigre (El Hacedor, 1960). O tigre nomeado deixa de ser o tigre de carne, e o poema persegue um animal sempre adiante da palavra.</description></item><item><title>Olhar o rio feito de tempo e água</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-arte-poetica-rio-tempo/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 15:50:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-arte-poetica-rio-tempo/</guid><description>Verso de abertura de Arte poética (El Hacedor, 1960). Borges converte a metáfora heraclitiana em programa estético em quatro estrofes.</description></item><item><title>Compreendeu que ele também era uma aparência, que outro estava a sonhá-lo</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-ruinas-circulares-aparencia/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 15:45:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-ruinas-circulares-aparencia/</guid><description>Linha final de Las ruinas circulares (1940). O mago que sonhou um homem descobre que ele próprio é sonho de outro.</description></item><item><title>Não sei qual dos dois escreve esta página</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-borges-y-yo-cual-escribe/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 15:40:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-borges-y-yo-cual-escribe/</guid><description>Frase final de Borges y yo (1957, recolhida em El Hacedor 1960). O texto curto separa a pessoa privada do escritor público e termina sem decidir entre os dois.</description></item><item><title>Devo à conjunção de um espelho e de uma enciclopédia a descoberta de Uqbar</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-tlon-espelho-enciclopedia/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 15:35:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-tlon-espelho-enciclopedia/</guid><description>Frase de abertura de Tlön, Uqbar, Orbis Tertius (1940). Toda a fábula epistemológica do conto está cifrada nesses dois objetos.</description></item><item><title>Um dos pontos do espaço que contêm todos os pontos</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-aleph-todos-os-pontos/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 15:30:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-aleph-todos-os-pontos/</guid><description>Definição do Aleph no conto homônimo (1945). Borges constrói um objeto que viola a topologia ordinária e descreve a vertigem de vê-lo.</description></item><item><title>A fama é uma forma — talvez a pior — de incompreensão</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-pierre-menard-fama-incompreensao/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 15:25:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-pierre-menard-fama-incompreensao/</guid><description>Aforismo enxertado em Pierre Menard (1939). Borges o atribui ao próprio Menard ao discutir como o Quixote sobreviveu à popularidade.</description></item><item><title>Não queria compor outro Quixote — o que é fácil — mas o Quixote</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-pierre-menard-quijote/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 15:20:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-pierre-menard-quijote/</guid><description>Frase central de Pierre Menard, autor do Quixote (1939). Menard quer reescrever palavra por palavra o livro de Cervantes, e Borges desdobra o problema da identidade textual.</description></item><item><title>Pensar é esquecer diferenças, é generalizar, abstrair</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-funes-pensar-e-esquecer/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 15:15:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-funes-pensar-e-esquecer/</guid><description>Frase do conto Funes el memorioso (1942). O narrador resume o que Funes não consegue fazer: a memória total impede o pensamento, que exige perda.</description></item><item><title>Os espelhos e a cópula são abomináveis</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-espelhos-copula-abominaveis/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 15:10:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-espelhos-copula-abominaveis/</guid><description>Frase atribuída a um heresiarca de Uqbar em Tlön, Uqbar, Orbis Tertius (1940). Borges a coloca na boca de Bioy Casares como citação enciclopédica.</description></item><item><title>O universo (que outros chamam a Biblioteca)</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-biblioteca-de-babel-universo/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 15:05:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-biblioteca-de-babel-universo/</guid><description>Frase inicial de La biblioteca de Babel (1941). Borges define o universo como uma biblioteca infinita de galerias hexagonais, anos antes da topologia se popularizar.</description></item><item><title>Sempre imaginei o paraíso como uma espécie de biblioteca</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-paraiso-biblioteca/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 15:00:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-paraiso-biblioteca/</guid><description>Verso de abertura do Poema de los dones (1960). Borges escreve no momento em que assume a Biblioteca Nacional argentina ao perder a vista, e a ironia organiza o poema.</description></item></channel></rss>