#Incidente-Em-Antares-1971
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O fio que prende a sua fé
Imagem da fragilidade da fé em 'Incidente em Antares' (1971). Trecho da p. 188 que articula crença não como rocha, mas como fio sob tensão.
Acho que o homem é um animal agressivo
Antropologia do conflito em 'Incidente em Antares' (1971). Trecho da p. 187 que resume diagnose pessimista que percorre a obra tardia de Veríssimo.
'Cada um de nós' — diálogo sobre a singularidade em Incidente em Antares
Trecho da p. 145 de 'Incidente em Antares' (1971) sobre a singularidade irredutível de cada existência humana, formulada em diálogo entre personagens.
Um ser humano não é uma moeda
Frase de 'Incidente em Antares' (1971) sobre a recusa de reduzir a pessoa a valor de troca. Aparece em diálogo no segundo bloco do romance.
Todos morrem. Os ricos e os pobres, os inteligentes e os estúpidos
Constatação igualitária em 'Incidente em Antares' (1971). A morte como única equalização de uma sociedade que o romance retrata como hierárquica.
A progressão social repousa essencialmente sobre a morte
Tese sociológica em 'Incidente em Antares' (1971). Os vivos são sempre governados pelos mortos, e o romance dos defuntos insepultos é, em parte, sua ilustração.
No Brasil devemos ser pessimistas a prazo curto e otimistas a prazo longo
Frase atribuída por Veríssimo a uma personagem de 'Incidente em Antares' (1971). Diagnóstico temporal sobre a política brasileira que sobreviveu ao romance.
Gosto da vida. É um desafio permanente
Resposta ao absurdo em 'Incidente em Antares' (1971). Veríssimo recusa o niilismo e propõe a invenção de sentido como tarefa, não constatação.
Comunista é o pseudônimo que os conservadores
Frase de 'Incidente em Antares' (1971). Define 'comunista' como rótulo polêmico, não conceito político, em romance que circulou sob a ditadura.
