#Ilustrissima-Conversa
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Chaui: a filosofia como modo de vida
Para Chaui, a filosofia não é profissão e sim uma maneira de existir no mundo, com os outros e de preferência para os outros, que acompanha a pessoa onde estiver.
Chaui: o celular como órgão e a subjetividade narcisista
O celular funciona como mais um órgão do corpo. Existir passa a ser ser visto, e o cancelamento vira o assassinato socialmente aceito, o que produz uma subjetividade narcisista e depressiva.
Chaui: a classe média como correia de transmissão
Entre capital e trabalho, a classe média cumpre função intelectual: transmite os valores da classe dominante. Vive entre o pesadelo de cair no proletariado e o sonho de entrar na burguesia.
Chaui: Caetano Veloso contra o mito tropical
Chaui lê a canção de Caetano como descrição ácida da ideologia do país tropical, que esconde a violência de uma sociedade autoritária e a possibilidade de um governo de extrema-direita.
Chaui: o país jardim e a justificativa da oligarquia
Hino, bandeira e a figura do brasileiro cordial cantam um país jardim feito por Deus. Em Chaui, a ideia justifica a oligarquia: quem aproveita mais a natureza manda nos outros.
Chaui: a fuga de Flávio Bolsonaro como tragicomédia
Chaui compara a suposta fuga de Flávio Bolsonaro a uma nova versão de O Poderoso Chefão e diz que a queda da extrema-direita, ao longo da história ocidental, termina sempre de forma deprimente.
