#Homem-Lento
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Pesquisa Viva: Milton Santos e o homem devagar
O homem lento miltoniano como figura epistêmica e política — quem resiste mudando o espaço — em diálogo com a pedagogia do brio de Clóvis (ler devagar, degustar).
Criatividade como saída: resistir à barbárie
Próximo do encerramento: o que mais impressiona em Milton é apontar a criatividade como saída — resistir à barbárie inescapável inventando.
Temporalidade e convergência dos momentos
Nina vai ler o avô para pensar a temporalidade do digital e encontra um corpo teórico já formado sobre aceleração do tempo e convergência dos momentos.
Perus, Malagueta e Bacanaço: a literatura dos homens lentos
Marina aproxima Perus, Malagueta e Bacanaço de João Antônio do conceito miltoniano de homens lentos — a literatura urbana do submundo paulistano.
Homens lentos e pertinência da utopia
A força dos homens lentos remete à pertinência da utopia em Milton — e ao mercado socialmente necessário formulado com Ana Clara Torres Ribeiro.
Futuro dos homens lentos: esperança como construção
Compatibilizar o homem lento miltoniano com aceleracionismo de esquerda — e a esperança como traço atraente em Milton: o futuro vai ser desses homens lentos.
Lento para o capital, produtivo para a vida
Lento para o capital, mas produtivo em outros aspectos: o homem lento miltoniano e a inversão da pergunta sobre produtividade.
Homem lento como insubmissão ao produtivismo
O homem lento de Milton Santos como insubmissão às velocidades do capital — figura que recusa a temporalidade do produtivismo sem ser reformista.
