#Heuristica
10 notas · última:
If something can go wrong, it will
Variante britânica da lei de Murphy. Primeiro registro escrito em 1970 na New Statesman. Origem no coloquialismo 'unlucky sod'.
Any object dropped will fall so as to do the most damage
Corolário folclórico no universo de Murphy, compilado por Arthur Bloch em 'Murphy's Law' (1977). Inspirou o famoso corolário do pão com manteiga.
Anything that can go wrong, will — at the worst possible moment
Conhecida como 'Finagle's Law of Dynamic Negatives'. Corolário de Murphy que adiciona o pior-momento-possível. A figura de Finagle é piada de jargão, sem autor real.
Betteridge's law of headlines: Any headline that ends in a question mark can be answered by the word no
Formulada por Ian Betteridge em artigo de fevereiro de 2009. Máxima similar circulava antes sob outros nomes, como 'Davis's law' em compilações de 1991.
Sturgeon's law: Ninety percent of everything is crap
Formulada por Theodore Sturgeon em palestra de 1951 na NYU. Primeira publicação escrita: Venture Magazine, setembro de 1957. Sturgeon chamava de 'Sturgeon's Revelation'.
Cunningham's law: The best way to get the right answer on the internet is not to ask a question; it's to post the wrong answer
Atribuída a Ward Cunningham, inventor do wiki. Nomeada por Steven McGeady no início dos anos 1980; o próprio Cunningham rejeita a autoria.
Murphy was an optimist
Corolário humorístico conhecido como 'O'Toole's Commentary on Murphy's Law'. Atribuído a um O'Toole não identificado; registrado nas compilações de Arthur Bloch.
Anything that can go wrong, will go wrong
Atribuída a Edward A. Murphy Jr., engenheiro aeroespacial no projeto MX981 (Edwards AFB, 1949). Popularizada por John Stapp em entrevista pouco depois.
Grey's Law: Any sufficiently advanced incompetence is indistinguishable from malice
Paródia da 3ª lei de Clarke. Atribuição a 'Grey' não corroborada; registro mais antigo é de 2002 em Usenet.
Hanlon's razor: Never attribute to malice that which is adequately explained by stupidity
Formulação de 1980 de Robert J. Hanlon em 'Murphy's Law Book Two'. A atribuição a Napoleão é mito sem fonte primária.
