#Genero
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Como usar quadrinhos para falar sobre gênero e masculinidades
O texto propõe usar quadrinhos na educação para discutir gênero, sexualidade, masculinidades e machismo por meio de contranarrativas, exemplos de debate, produção dos alunos e conversa coletiva.
Estruturas que não mudam, casais que mudam
Adriana Piscitelli recusa narrativa redentora e denúncia chapada: no plano coletivo, casamentos transnacionais não desmontam hierarquias de gênero; no plano individual, podem produzir relações domésticas mais igualitárias.
Subalternidade como performance
Conceito articulado por Natânia Lopes em Cabaré: a puta executa de saída a postura tradicional da mulher subalterna — carinhosa, atenciosa, chamando o cliente de amor — como técnica de trabalho, não como submissão real. A doçura é dispositivo, não acomodação. Cruza com Goffman, Butler e a antropologia da performance.
Piscitelli e as sugar relations (Unicamp)
Antropóloga brasileira, professora da Unicamp, ligada ao Núcleo Pagu. No podcast Vox, é citada por Natânia Lopes como pesquisadora de sugar relations — relações de patrocínio que se constroem por aversão à categoria 'prostituição'.
Meninas excluem, meninos brigam
00:43:40 — Meninas excluem, meninos brigam
Travesti, a Invenção do Feminino
A resenha apresenta a etnografia de Hélio Silva sobre travestis na Lapa, destacando identidade, gênero, trabalho de rua, humilhação social e a construção de um feminino pensado como outra possibilidade.
