<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Ficciones on Scholion</title><link>https://scholion.thluiz.com/tags/ficciones/</link><description>Recent content in Ficciones on Scholion</description><generator>Hugo -- gohugo.io</generator><language>pt-BR</language><copyright>© 2026</copyright><lastBuildDate>Wed, 27 May 2026 21:26:22 +0100</lastBuildDate><atom:link href="https://scholion.thluiz.com/tags/ficciones/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>Pensar, analisar, inventar não são atos anômalos: são a respiração normal da inteligência</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-pensar-respiracao-inteligencia/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 16:55:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-pensar-respiracao-inteligencia/</guid><description>Frase de Pierre Menard (1939) inserida no comentário do narrador sobre o trabalho de Menard. Define cognição como função, não exceção.</description></item><item><title>Os metafísicos de Tlön não buscam a verdade nem a verossimilhança: buscam o assombro</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-tlon-metafisicos-asombro/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 16:40:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-tlon-metafisicos-asombro/</guid><description>Caracterização do pensamento de Tlön no conto homônimo (1940). A frase é proposta para a metafísica como gênero literário.</description></item><item><title>Minha memória, senhor, é como depósito de lixo</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-funes-vaciadero-de-basuras/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 16:30:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-funes-vaciadero-de-basuras/</guid><description>Funes descreve a própria memória ao narrador em Funes el memorioso (1942). A imagem é negativa, não celebratória.</description></item><item><title>Uma rede crescente e vertiginosa de tempos divergentes, convergentes e paralelos</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-jardin-senderos-rede-de-tempos/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 16:15:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-jardin-senderos-rede-de-tempos/</guid><description>Definição do romance de Ts&amp;rsquo;ui Pen em El jardín de senderos que se bifurcan (1941). Borges enuncia a estrutura de muitos-mundos décadas antes de Hugh Everett.</description></item><item><title>Compreendeu que ele também era uma aparência, que outro estava a sonhá-lo</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-ruinas-circulares-aparencia/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 15:45:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-ruinas-circulares-aparencia/</guid><description>Linha final de Las ruinas circulares (1940). O mago que sonhou um homem descobre que ele próprio é sonho de outro.</description></item><item><title>Devo à conjunção de um espelho e de uma enciclopédia a descoberta de Uqbar</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-tlon-espelho-enciclopedia/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 15:35:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-tlon-espelho-enciclopedia/</guid><description>Frase de abertura de Tlön, Uqbar, Orbis Tertius (1940). Toda a fábula epistemológica do conto está cifrada nesses dois objetos.</description></item><item><title>A fama é uma forma — talvez a pior — de incompreensão</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-pierre-menard-fama-incompreensao/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 15:25:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-pierre-menard-fama-incompreensao/</guid><description>Aforismo enxertado em Pierre Menard (1939). Borges o atribui ao próprio Menard ao discutir como o Quixote sobreviveu à popularidade.</description></item><item><title>Não queria compor outro Quixote — o que é fácil — mas o Quixote</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-pierre-menard-quijote/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 15:20:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-pierre-menard-quijote/</guid><description>Frase central de Pierre Menard, autor do Quixote (1939). Menard quer reescrever palavra por palavra o livro de Cervantes, e Borges desdobra o problema da identidade textual.</description></item><item><title>Pensar é esquecer diferenças, é generalizar, abstrair</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-funes-pensar-e-esquecer/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 15:15:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-funes-pensar-e-esquecer/</guid><description>Frase do conto Funes el memorioso (1942). O narrador resume o que Funes não consegue fazer: a memória total impede o pensamento, que exige perda.</description></item><item><title>Os espelhos e a cópula são abomináveis</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-espelhos-copula-abominaveis/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 15:10:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-espelhos-copula-abominaveis/</guid><description>Frase atribuída a um heresiarca de Uqbar em Tlön, Uqbar, Orbis Tertius (1940). Borges a coloca na boca de Bioy Casares como citação enciclopédica.</description></item><item><title>O universo (que outros chamam a Biblioteca)</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-biblioteca-de-babel-universo/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 15:05:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/borges-biblioteca-de-babel-universo/</guid><description>Frase inicial de La biblioteca de Babel (1941). Borges define o universo como uma biblioteca infinita de galerias hexagonais, anos antes da topologia se popularizar.</description></item></channel></rss>