<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Fernando-Pessoa on Scholion</title><link>https://scholion.thluiz.com/tags/fernando-pessoa/</link><description>Recent content in Fernando-Pessoa on Scholion</description><generator>Hugo -- gohugo.io</generator><language>pt-BR</language><copyright>© 2026</copyright><lastBuildDate>Wed, 27 May 2026 21:26:22 +0100</lastBuildDate><atom:link href="https://scholion.thluiz.com/tags/fernando-pessoa/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>Gosto de sentir a minha língua roçar a língua de Luís de Camões</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/caetano-lingua-rocar-camoes/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 18:40:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/caetano-lingua-rocar-camoes/</guid><description>Verso de abertura de &amp;lsquo;Língua&amp;rsquo; (1984) de Caetano Veloso, faixa do álbum &lt;em>Velô&lt;/em> com participação de Elza Soares e referência à &amp;lsquo;pátria&amp;rsquo; linguística de Bernardo Soares.</description></item><item><title>A literatura é a maneira mais agradável de ignorar a vida</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-literatura-ignorar-vida/</link><pubDate>Thu, 07 May 2026 13:00:18 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-literatura-ignorar-vida/</guid><description>Do Livro do Desassossego (Bernardo Soares), fragmento 116 (ed. Coelho 1982). A literatura como evasão estética da realidade.</description></item><item><title>Apagar tudo do quadro de um dia para o outro, ser novo com cada nova madrugada, numa revirgindade perpétua da emoção</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-apagar-tudo-quadro/</link><pubDate>Thu, 07 May 2026 13:00:18 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-apagar-tudo-quadro/</guid><description>Do Livro do Desassossego (Bernardo Soares), continuação do fragmento Viver é ser outro (Arquivo Pessoa 299). A revirgindade da emoção como ideal.</description></item><item><title>Come chocolates, pequena! Olha que não há mais metafísica no mundo senão chocolates. Olha que as religiões todas não ensinam mais que a confeitaria</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-come-chocolates-confeitaria/</link><pubDate>Thu, 07 May 2026 13:00:18 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-come-chocolates-confeitaria/</guid><description>De Tabacaria, Álvaro de Campos (1928). Parêntese da menina dos chocolates — o segundo trecho mais citado do poema, depois do Não sou nada.</description></item><item><title>Deus quer, o homem sonha, a obra nasce</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-deus-quer-homem-sonha-infante/</link><pubDate>Thu, 07 May 2026 13:00:18 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-deus-quer-homem-sonha-infante/</guid><description>Verso de abertura de O Infante, em Mensagem (1934). Tornou-se aforismo nacional em Portugal sobre a relação entre vontade, imaginação e realização.</description></item><item><title>Eles não sabem que o sonho é uma constante da vida</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/pedra-filosofal-gedeao-misattributed/</link><pubDate>Thu, 07 May 2026 13:00:18 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/pedra-filosofal-gedeao-misattributed/</guid><description>Verso de Pedra Filosofal, atribuído por vezes a Pessoa. Autor real: António Gedeão (heterônimo do cientista Rómulo de Carvalho).</description></item><item><title>Eu sou do tamanho do que vejo e não, do tamanho da minha altura</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-tamanho-do-que-vejo/</link><pubDate>Thu, 07 May 2026 13:00:18 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-tamanho-do-que-vejo/</guid><description>Do poema VII de O Guardador de Rebanhos, Alberto Caeiro (Athena nº 4, jan 1925). A medida do sujeito é o que ele percebe.</description></item><item><title>Foi o dia triunfal da minha vida, e nunca poderei ter outro assim</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-dia-triunfal-carta-casais/</link><pubDate>Thu, 07 May 2026 13:00:18 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-dia-triunfal-carta-casais/</guid><description>Da carta a Adolfo Casais Monteiro (13 jan 1935). Pessoa narra o nascimento dos heterônimos em êxtase de escrita: trinta poemas a fio, em pé, em êxtase indefinível.</description></item><item><title>Há metafísica bastante em não pensar em nada</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-metafisica-bastante-nao-pensar/</link><pubDate>Thu, 07 May 2026 13:00:18 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-metafisica-bastante-nao-pensar/</guid><description>De O Guardador de Rebanhos V, Alberto Caeiro (Athena nº 4, jan 1925). Anti-metafísica do heterônimo bucólico de Pessoa.</description></item><item><title>Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já têm a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/ha-um-tempo-em-que-e-preciso-abandonar/</link><pubDate>Thu, 07 May 2026 13:00:18 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/ha-um-tempo-em-que-e-preciso-abandonar/</guid><description>Frase amplamente atribuída a Fernando Pessoa no Brasil — é apócrifa. Autor real: Fernando Teixeira de Andrade, professor brasileiro, em poema O Medo: o Maior Gigante da Alma.</description></item><item><title>Minha pátria é a língua portuguesa</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-minha-patria-lingua-portuguesa/</link><pubDate>Thu, 07 May 2026 13:00:18 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-minha-patria-lingua-portuguesa/</guid><description>Do Livro do Desassossego (Bernardo Soares), fragmento 259 (ed. Coelho 1982). Trecho originalmente publicado em vida na revista Descobrimento (1931).</description></item><item><title>Não sei quantas almas tenho. Cada momento mudei. Continuamente me estranho. Nunca me vi nem achei</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-nao-sei-quantas-almas-tenho/</link><pubDate>Thu, 07 May 2026 13:00:18 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-nao-sei-quantas-almas-tenho/</guid><description>Do Cancioneiro (ortônimo Pessoa, 1930). Atenção: circula frequentemente atribuída a Ricardo Reis — o poema-base é do ortônimo, não do heterônimo.</description></item><item><title>Não sou nada. Nunca serei nada. Não posso querer ser nada. À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-nao-sou-nada-tabacaria/</link><pubDate>Thu, 07 May 2026 13:00:18 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-nao-sou-nada-tabacaria/</guid><description>Abertura de Tabacaria, Álvaro de Campos (15 jan 1928, pub. Presença 1933). Sequência da escalada niilista do heterônimo modernista de Pessoa.</description></item><item><title>Navegar é preciso; viver não é preciso</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-navegar-e-preciso-pompeu/</link><pubDate>Thu, 07 May 2026 13:00:18 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-navegar-e-preciso-pompeu/</guid><description>Pessoa cita explicitamente como frase dos navegadores antigos. A formulação latina (Navigare necesse) é atribuída por Plutarco a Pompeu, séc. I a.C.</description></item><item><title>No tempo em que festejavam o dia dos meus anos, eu era feliz e ninguém estava morto</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-festejavam-dia-meus-anos/</link><pubDate>Thu, 07 May 2026 13:00:18 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-festejavam-dia-meus-anos/</guid><description>Abertura de Aniversário, Álvaro de Campos (15 out 1929). Face nostálgica de Campos, contraposta à exuberância de Ode Triunfal e Ode Marítima.</description></item><item><title>O essencial é saber ver, saber ver sem estar a pensar</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-essencial-saber-ver/</link><pubDate>Thu, 07 May 2026 13:00:18 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-essencial-saber-ver/</guid><description>Do poema XXIV de O Guardador de Rebanhos, Alberto Caeiro (Athena nº 4, jan 1925). Programa pedagógico do heterônimo: ver é tarefa, separada do pensar.</description></item><item><title>O mito é o nada que é tudo</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-mito-nada-que-tudo-ulisses/</link><pubDate>Thu, 07 May 2026 13:00:18 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-mito-nada-que-tudo-ulisses/</guid><description>De Ulisses, primeiro poema de Mensagem (1934). Definição do mito como nada que sustenta tudo, na fundação mítica de Lisboa.</description></item><item><title>O poeta é um fingidor. Finge tão completamente Que chega a fingir que é dor A dor que deveras sente</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-poeta-fingidor-autopsicografia/</link><pubDate>Thu, 07 May 2026 13:00:18 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-poeta-fingidor-autopsicografia/</guid><description>Quadra inicial de Autopsicografia, ortônimo Pessoa (1 abr 1931, pub. Presença 1932). Definição programática da heteronímia tratada como teoria poética.</description></item><item><title>O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/valor-das-coisas-nao-tempo-duram/</link><pubDate>Thu, 07 May 2026 13:00:18 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/valor-das-coisas-nao-tempo-duram/</guid><description>Frase atribuída em redes sociais a Pessoa, Fernando Sabino e Baudelaire. Autor real: Maria Júlia Paes da Silva, professora de enfermagem da USP, em livro acadêmico.</description></item><item><title>Para ser grande, sê inteiro: nada teu exagera ou exclui. Sê todo em cada coisa. Põe quanto és no mínimo que fazes</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-para-ser-grande-se-inteiro/</link><pubDate>Thu, 07 May 2026 13:00:18 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-para-ser-grande-se-inteiro/</guid><description>Ode de Ricardo Reis, datada 14 fev 1933 (Arquivo Pessoa 503). Estoicismo neoclássico do heterônimo horaciano de Pessoa.</description></item><item><title>Sê plural como o universo!</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-se-plural-como-universo/</link><pubDate>Thu, 07 May 2026 13:00:18 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-se-plural-como-universo/</guid><description>Apontamento solto do ortônimo Pessoa, recolhido em Páginas Íntimas e de Auto-Interpretação (Ática, 1966). NÃO pertence ao Livro do Desassossego.</description></item><item><title>Sentir tudo de todas as maneiras</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-sentir-tudo-de-todas-as-maneiras/</link><pubDate>Thu, 07 May 2026 13:00:18 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-sentir-tudo-de-todas-as-maneiras/</guid><description>De Passagem das Horas, Álvaro de Campos (póstumo). Manifesto sensacionista da fase futurista-whitmaniana do heterônimo.</description></item><item><title>Tudo quanto penso, tudo quanto sou, é um deserto imenso onde nem eu estou</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-deserto-imenso-onde-nem-eu-estou/</link><pubDate>Thu, 07 May 2026 13:00:18 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-deserto-imenso-onde-nem-eu-estou/</guid><description>Poema do ortônimo Pessoa, datado 11 mar 1935 (oito meses antes da morte). Recolhido em Poesias Inéditas (Ática); Arquivo Pessoa 354.</description></item><item><title>Tudo vale a pena se a alma não é pequena</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-tudo-vale-pena-mar-portugues/</link><pubDate>Thu, 07 May 2026 13:00:18 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-tudo-vale-pena-mar-portugues/</guid><description>De Mensagem (1934), Mar Português, segunda estrofe. Único livro de poesia que Pessoa publicou em vida, premiado pelo SPN salazarista.</description></item><item><title>Viver é ser outro</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-viver-e-ser-outro/</link><pubDate>Thu, 07 May 2026 13:00:18 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-viver-e-ser-outro/</guid><description>Do Livro do Desassossego (Bernardo Soares), fragmento aproximado de 299 no Arquivo Pessoa. Sentir hoje o mesmo que ontem é apenas lembrar, não sentir.</description></item></channel></rss>