<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Fernando-Pessoa-Ortonimo on Scholion</title><link>https://scholion.thluiz.com/tags/fernando-pessoa-ortonimo/</link><description>Recent content in Fernando-Pessoa-Ortonimo on Scholion</description><generator>Hugo -- gohugo.io</generator><language>pt-BR</language><copyright>© 2026</copyright><lastBuildDate>Wed, 27 May 2026 21:26:22 +0100</lastBuildDate><atom:link href="https://scholion.thluiz.com/tags/fernando-pessoa-ortonimo/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>Deus quer, o homem sonha, a obra nasce</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-deus-quer-homem-sonha-infante/</link><pubDate>Thu, 07 May 2026 13:00:18 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-deus-quer-homem-sonha-infante/</guid><description>Verso de abertura de O Infante, em Mensagem (1934). Tornou-se aforismo nacional em Portugal sobre a relação entre vontade, imaginação e realização.</description></item><item><title>Foi o dia triunfal da minha vida, e nunca poderei ter outro assim</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-dia-triunfal-carta-casais/</link><pubDate>Thu, 07 May 2026 13:00:18 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-dia-triunfal-carta-casais/</guid><description>Da carta a Adolfo Casais Monteiro (13 jan 1935). Pessoa narra o nascimento dos heterônimos em êxtase de escrita: trinta poemas a fio, em pé, em êxtase indefinível.</description></item><item><title>Não sei quantas almas tenho. Cada momento mudei. Continuamente me estranho. Nunca me vi nem achei</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-nao-sei-quantas-almas-tenho/</link><pubDate>Thu, 07 May 2026 13:00:18 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-nao-sei-quantas-almas-tenho/</guid><description>Do Cancioneiro (ortônimo Pessoa, 1930). Atenção: circula frequentemente atribuída a Ricardo Reis — o poema-base é do ortônimo, não do heterônimo.</description></item><item><title>Navegar é preciso; viver não é preciso</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-navegar-e-preciso-pompeu/</link><pubDate>Thu, 07 May 2026 13:00:18 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-navegar-e-preciso-pompeu/</guid><description>Pessoa cita explicitamente como frase dos navegadores antigos. A formulação latina (Navigare necesse) é atribuída por Plutarco a Pompeu, séc. I a.C.</description></item><item><title>O mito é o nada que é tudo</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-mito-nada-que-tudo-ulisses/</link><pubDate>Thu, 07 May 2026 13:00:18 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-mito-nada-que-tudo-ulisses/</guid><description>De Ulisses, primeiro poema de Mensagem (1934). Definição do mito como nada que sustenta tudo, na fundação mítica de Lisboa.</description></item><item><title>O poeta é um fingidor. Finge tão completamente Que chega a fingir que é dor A dor que deveras sente</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-poeta-fingidor-autopsicografia/</link><pubDate>Thu, 07 May 2026 13:00:18 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-poeta-fingidor-autopsicografia/</guid><description>Quadra inicial de Autopsicografia, ortônimo Pessoa (1 abr 1931, pub. Presença 1932). Definição programática da heteronímia tratada como teoria poética.</description></item><item><title>Sê plural como o universo!</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-se-plural-como-universo/</link><pubDate>Thu, 07 May 2026 13:00:18 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-se-plural-como-universo/</guid><description>Apontamento solto do ortônimo Pessoa, recolhido em Páginas Íntimas e de Auto-Interpretação (Ática, 1966). NÃO pertence ao Livro do Desassossego.</description></item><item><title>Tudo quanto penso, tudo quanto sou, é um deserto imenso onde nem eu estou</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-deserto-imenso-onde-nem-eu-estou/</link><pubDate>Thu, 07 May 2026 13:00:18 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-deserto-imenso-onde-nem-eu-estou/</guid><description>Poema do ortônimo Pessoa, datado 11 mar 1935 (oito meses antes da morte). Recolhido em Poesias Inéditas (Ática); Arquivo Pessoa 354.</description></item><item><title>Tudo vale a pena se a alma não é pequena</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-tudo-vale-pena-mar-portugues/</link><pubDate>Thu, 07 May 2026 13:00:18 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/pessoa-tudo-vale-pena-mar-portugues/</guid><description>De Mensagem (1934), Mar Português, segunda estrofe. Único livro de poesia que Pessoa publicou em vida, premiado pelo SPN salazarista.</description></item></channel></rss>