<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Erico-Verissimo on Scholion</title><link>https://scholion.thluiz.com/tags/erico-verissimo/</link><description>Recent content in Erico-Verissimo on Scholion</description><generator>Hugo -- gohugo.io</generator><language>pt-BR</language><copyright>© 2026</copyright><lastBuildDate>Wed, 27 May 2026 21:26:22 +0100</lastBuildDate><atom:link href="https://scholion.thluiz.com/tags/erico-verissimo/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>Procurar a nossa felicidade através da felicidade dos outros</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-felicidade-felicidade-dos-outros/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 19:05:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-felicidade-felicidade-dos-outros/</guid><description>Conselho de Olívia em carta sem data, registrado em &amp;lsquo;Olhai os Lírios do Campo&amp;rsquo; (1938). Reformulação altruísta da felicidade individual.</description></item><item><title>Misatribuição: 'Escrever é uma forma de não morrer' não é de Érico Veríssimo</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/misatribuicao-escrever-forma-de-nao-morrer-saramago-vs-erico-verissimo/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 19:00:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/misatribuicao-escrever-forma-de-nao-morrer-saramago-vs-erico-verissimo/</guid><description>Frase comumente atribuída a Érico Veríssimo na internet brasileira tem origem em José Saramago, e mesmo nele aparece em formulação distinta.</description></item><item><title>O fio que prende a sua fé</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-fio-prende-fe/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 18:55:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-fio-prende-fe/</guid><description>Imagem da fragilidade da fé em &amp;lsquo;Incidente em Antares&amp;rsquo; (1971). Trecho da p. 188 que articula crença não como rocha, mas como fio sob tensão.</description></item><item><title>Acho que o homem é um animal agressivo</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-homem-animal-agressivo/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 18:50:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-homem-animal-agressivo/</guid><description>Antropologia do conflito em &amp;lsquo;Incidente em Antares&amp;rsquo; (1971). Trecho da p. 187 que resume diagnose pessimista que percorre a obra tardia de Veríssimo.</description></item><item><title>'Cada um de nós' — diálogo sobre a singularidade em Incidente em Antares</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-cada-um-de-nos-incidente-antares/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 18:45:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-cada-um-de-nos-incidente-antares/</guid><description>Trecho da p. 145 de &amp;lsquo;Incidente em Antares&amp;rsquo; (1971) sobre a singularidade irredutível de cada existência humana, formulada em diálogo entre personagens.</description></item><item><title>Um ser humano não é uma moeda</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-ser-humano-nao-e-moeda/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 18:40:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-ser-humano-nao-e-moeda/</guid><description>Frase de &amp;lsquo;Incidente em Antares&amp;rsquo; (1971) sobre a recusa de reduzir a pessoa a valor de troca. Aparece em diálogo no segundo bloco do romance.</description></item><item><title>Sei que não sou, nunca fui um writer's writer</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-not-writers-writer/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 18:35:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-not-writers-writer/</guid><description>Auto-avaliação de Veríssimo em prefácio a sua &amp;lsquo;Ficção Completa&amp;rsquo; (1967). O autor recusa a vocação experimental e assume o lugar do romancista popular.</description></item><item><title>Nenhum escritor pode criar do nada</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-nenhum-escritor-cria-do-nada/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 18:30:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-nenhum-escritor-cria-do-nada/</guid><description>Declaração à Folha de São Paulo, junho de 1970. Veríssimo recusa o mito do gênio criador e defende a literatura como recombinação de experiência e leitura.</description></item><item><title>Todos nós somos um mistério para os outros</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-todos-misterio-para-os-outros/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 18:25:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-todos-misterio-para-os-outros/</guid><description>Frase atribuída a Veríssimo em dicionário de pensamentos da década de 1960. Reconhece a opacidade interpessoal como condição, não como déficit.</description></item><item><title>O mundo seria insuportável se as criaturas tivessem boa memória</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-mundo-insuportavel-boa-memoria/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 18:20:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-mundo-insuportavel-boa-memoria/</guid><description>Aforismo de &amp;lsquo;Olhai os Lírios do Campo&amp;rsquo; (1938) sobre a função antropológica do esquecimento. Inversão da equação corrente que associa memória a virtude.</description></item><item><title>Quando o amor ao dinheiro nos estiver deixando cegos, saibamos fazer pausas</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-amor-dinheiro-pausas-lirios/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 18:15:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-amor-dinheiro-pausas-lirios/</guid><description>Passagem de &amp;lsquo;Olhai os Lírios do Campo&amp;rsquo; (1938) que cita o título: a evocação direta do Sermão da Montanha como antídoto contra a cegueira da ascensão social.</description></item><item><title>No fim de contas a vida é uma aventura</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-vida-aventura-um-lugar-ao-sol/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 18:10:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-vida-aventura-um-lugar-ao-sol/</guid><description>Frase de &amp;lsquo;Um Lugar ao Sol&amp;rsquo; (1936). Resignação ativa diante da contingência: a vida lida como aventura recoloca o sujeito como agente, não como vítima.</description></item><item><title>Só foge da solidão quem tem medo dos próprios pensamentos</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-fugir-solidao-medo-pensamentos/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 18:05:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-fugir-solidao-medo-pensamentos/</guid><description>Aforismo de &amp;lsquo;Olhai os Lírios do Campo&amp;rsquo; (1938) sobre o uso compulsivo de companhia como fuga interior. Inverte a leitura comum da solidão como déficit.</description></item><item><title>Ir às livrarias para ele era cumprir um rito</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-livrarias-rito-religiao/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 18:00:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-livrarias-rito-religiao/</guid><description>Frase de &amp;lsquo;Olhai os Lírios do Campo&amp;rsquo; (1938) que descreve a relação de Eugênio com os livros. A leitura como prática litúrgica de classe média intelectual.</description></item><item><title>Não há nada que melhor ilustre a moral egoísta do que a fábula da cigarra e da formiga</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-fabula-cigarra-formiga-moral-egoista/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 17:55:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-fabula-cigarra-formiga-moral-egoista/</guid><description>Crítica da moral burguesa em &amp;lsquo;Olhai os Lírios do Campo&amp;rsquo; (1938). Veríssimo lê La Fontaine ao avesso e expõe o cálculo de classe escondido na fábula edificante.</description></item><item><title>Sempre que me acontece alguma coisa importante, está ventando</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-sempre-que-acontece-coisa-importante-ventando/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 17:50:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-sempre-que-acontece-coisa-importante-ventando/</guid><description>Frase recorrente de Ana Terra em &amp;lsquo;O Continente&amp;rsquo; (1949), primeiro volume da trilogia &amp;lsquo;O Tempo e o Vento&amp;rsquo;. O vento como índice subjetivo de evento.</description></item><item><title>Quem está com fome fica surdo até mesmo</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-quem-esta-com-fome-fica-surdo/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 17:45:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-quem-esta-com-fome-fica-surdo/</guid><description>Frase de &amp;lsquo;Um Lugar ao Sol&amp;rsquo; (1936). Aforismo materialista sobre como a privação física fecha os canais de escuta moral e estética.</description></item><item><title>Todos morrem. Os ricos e os pobres, os inteligentes e os estúpidos</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-todos-morrem-ricos-pobres/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 17:40:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-todos-morrem-ricos-pobres/</guid><description>Constatação igualitária em &amp;lsquo;Incidente em Antares&amp;rsquo; (1971). A morte como única equalização de uma sociedade que o romance retrata como hierárquica.</description></item><item><title>A progressão social repousa essencialmente sobre a morte</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-progressao-social-repousa-sobre-morte/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 17:35:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-progressao-social-repousa-sobre-morte/</guid><description>Tese sociológica em &amp;lsquo;Incidente em Antares&amp;rsquo; (1971). Os vivos são sempre governados pelos mortos, e o romance dos defuntos insepultos é, em parte, sua ilustração.</description></item><item><title>No Brasil devemos ser pessimistas a prazo curto e otimistas a prazo longo</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-pessimistas-prazo-curto-otimistas-prazo-longo/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 17:30:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-pessimistas-prazo-curto-otimistas-prazo-longo/</guid><description>Frase atribuída por Veríssimo a uma personagem de &amp;lsquo;Incidente em Antares&amp;rsquo; (1971). Diagnóstico temporal sobre a política brasileira que sobreviveu ao romance.</description></item><item><title>Gosto da vida. É um desafio permanente</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-gosto-da-vida-desafio-permanente/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 17:25:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-gosto-da-vida-desafio-permanente/</guid><description>Resposta ao absurdo em &amp;lsquo;Incidente em Antares&amp;rsquo; (1971). Veríssimo recusa o niilismo e propõe a invenção de sentido como tarefa, não constatação.</description></item><item><title>Comunista é o pseudônimo que os conservadores</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-comunista-pseudonimo-conservadores/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 17:20:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-comunista-pseudonimo-conservadores/</guid><description>Frase de &amp;lsquo;Incidente em Antares&amp;rsquo; (1971). Define &amp;lsquo;comunista&amp;rsquo; como rótulo polêmico, não conceito político, em romance que circulou sob a ditadura.</description></item><item><title>Acender a sua lâmpada, fazer luz sobre a realidade de seu mundo</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-acender-lampada-escritor/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 17:15:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-acender-lampada-escritor/</guid><description>Programa estético-político formulado em &amp;lsquo;Solo de Clarineta&amp;rsquo; (1973). Define a tarefa do escritor em tempos de atrocidade como guarda contra a escuridão.</description></item><item><title>O médico sai do quarto n.º 122</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-medico-quarto-122/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 17:10:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-medico-quarto-122/</guid><description>Primeira linha de &amp;lsquo;Olhai os Lírios do Campo&amp;rsquo; (1938). Abre o romance numa cena hospitalar que será desvelada como o leito de morte de Olívia.</description></item><item><title>Olha as estrelas. Enquanto elas brilharem haverá esperança na vida</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-olhe-as-estrelas-esperanca/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 17:05:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-olhe-as-estrelas-esperanca/</guid><description>Frase de &amp;lsquo;Olhai os Lírios do Campo&amp;rsquo; (1938) atribuída a Olívia. Articula esperança a um horizonte cósmico que excede a biografia do sujeito.</description></item><item><title>Felicidade é a certeza de que a nossa vida não está se passando inutilmente</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-felicidade-vida-nao-passando-inutilmente/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 17:00:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-felicidade-vida-nao-passando-inutilmente/</guid><description>Definição de felicidade que aparece em &amp;lsquo;Olhai os Lírios do Campo&amp;rsquo; (1938). Não é estado afetivo, é certeza moral sobre o uso do tempo de vida.</description></item></channel></rss>