<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Entrevista on Scholion</title><link>https://scholion.thluiz.com/tags/entrevista/</link><description>Recent content in Entrevista on Scholion</description><generator>Hugo -- gohugo.io</generator><language>pt-BR</language><copyright>© 2026</copyright><lastBuildDate>Wed, 27 May 2026 21:26:22 +0100</lastBuildDate><atom:link href="https://scholion.thluiz.com/tags/entrevista/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>Quem diz uma coisa com dez palavras é porque não pode dizer com cinco</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/gil-dez-palavras-cinco/</link><pubDate>Sun, 10 May 2026 10:55:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/gil-dez-palavras-cinco/</guid><description>Aforismo de Gilberto Gil sobre concisão verbal, registrado em entrevista à revista &lt;em>ISTOÉ Gente&lt;/em> em dezembro de 2004, durante seu período de Ministro da Cultura.</description></item><item><title>A música brasileira, que ia muito bem, de repente acabou</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/jobim-bbc-musica-brasileira-de-repente-acabou/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 20:56:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/jobim-bbc-musica-brasileira-de-repente-acabou/</guid><description>Declaração de Tom Jobim à BBC em junho de 1986, em entrevista sobre o impacto da ditadura militar (1964-1985) na produção cultural brasileira. Diagnóstico retrospectivo, no primeiro ano após a redemocratização.</description></item><item><title>Eu vivo no mato. Eu vivo dentro da floresta da Tijuca</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/jobim-vivo-no-mato-floresta-da-tijuca/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 20:54:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/jobim-vivo-no-mato-floresta-da-tijuca/</guid><description>Resposta de Tom Jobim no Roda Viva (20 de dezembro de 1993) sobre sua vida cotidiana e seus interesses ecológicos. A frase situa o compositor da Garota de Ipanema como morador de mata, não de orla.</description></item><item><title>O Rio que eu conheci não existe mais</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/jobim-rio-que-eu-conheci-nao-existe-mais/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 20:52:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/jobim-rio-que-eu-conheci-nao-existe-mais/</guid><description>Resposta de Tom Jobim no Roda Viva (20 de dezembro de 1993) sobre as transformações da cidade que aparece em sua obra. Diagnóstico sem nostalgia performática: a cidade-musa é descrita como objeto perdido.</description></item><item><title>Esclareci que eu não era comunista, era pianista</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/jobim-nao-era-comunista-era-pianista/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 20:50:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/jobim-nao-era-comunista-era-pianista/</guid><description>Resposta de Tom Jobim no Roda Viva (20 de dezembro de 1993) sobre uma detenção política durante a Era Vargas. Recurso humorístico para lidar com episódio de repressão sem dramatização.</description></item><item><title>Se eu tivesse nascido na Hungria, certamente faria música húngara</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/jobim-se-tivesse-nascido-na-hungria/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 20:48:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/jobim-se-tivesse-nascido-na-hungria/</guid><description>Resposta de Tom Jobim no programa Roda Viva (TV Cultura, 20 de dezembro de 1993) sobre por que faz música brasileira. Formulação que descarta tanto o nacionalismo programático quanto o internacionalismo descontextualizado.</description></item><item><title>O livro é uma mercadoria como outra qualquer</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/lobato-livro-mercadoria-radio-record-1948/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 19:50:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/lobato-livro-mercadoria-radio-record-1948/</guid><description>Entrevista à Rádio Record em julho de 1948, dias antes da morte de Lobato. Defesa do livro como bem de consumo e da responsabilidade do escritor pela vendabilidade da obra.</description></item><item><title>Nenhum escritor pode criar do nada</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-nenhum-escritor-cria-do-nada/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 18:30:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-nenhum-escritor-cria-do-nada/</guid><description>Declaração à Folha de São Paulo, junho de 1970. Veríssimo recusa o mito do gênio criador e defende a literatura como recombinação de experiência e leitura.</description></item><item><title>Va vingt minutes au cimetière</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/cioran-cimitiere-conseil/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 12:43:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/cioran-cimitiere-conseil/</guid><description>De entrevista a Salmagundi (1994). O conselho recorrente de Cioran a desesperados: meia-hora num cemitério vale mais que um médico.</description></item></channel></rss>