<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Dinheiro-E-Afeto on Scholion</title><link>https://scholion.thluiz.com/tags/dinheiro-e-afeto/</link><description>Recent content in Dinheiro-E-Afeto on Scholion</description><generator>Hugo -- gohugo.io</generator><language>pt-BR</language><copyright>© 2026</copyright><lastBuildDate>Wed, 27 May 2026 21:26:22 +0100</lastBuildDate><atom:link href="https://scholion.thluiz.com/tags/dinheiro-e-afeto/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>Pesquisa Viva: Amor desinteressado e o anel de brilhantes</title><link>https://scholion.thluiz.com/research/amor-desinteressado-anel-brilhantes/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 13:01:34 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/research/amor-desinteressado-anel-brilhantes/</guid><description>O anel de noivado de brilhantes como dispositivo cultural — não símbolo do amor desinteressado, mas substituto privado de uma garantia legal que existiu até os anos 1930. Mapear a tese de Brinig (1990), a fabricação De Beers, e o paradoxo da garantia que se faz passar por gratuidade.</description></item><item><title>Mark Hunter: o amor pode nascer dos bens</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/mark-hunter-amor-nascer-dos-bens/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 10:55:02 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/mark-hunter-amor-nascer-dos-bens/</guid><description>Mark Hunter (Toronto): o amor pode nascer do coração, mas pode igualmente nascer dos bens trocados — em ambos os casos é amor, sem hierarquia moral entre as origens. Tese-chave para pensar a manutenção do poder na ajuda.</description></item><item><title>O amor é sempre material, sobretudo onde falta</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/amor-sempre-material/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 10:54:02 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/amor-sempre-material/</guid><description>Adriana Piscitelli e Michel Alcoforado: a materialidade existe em todas as classes, mas só é confessada onde a pobreza não permite o autoengano. Quanto mais escassos os recursos, mais visível a materialidade do afeto.</description></item><item><title>Zelizer e o paradoxo do anel desinteressado</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/zelizer-paradoxo-anel-desinteressado/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 10:53:02 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/zelizer-paradoxo-anel-desinteressado/</guid><description>Adriana Piscitelli evoca Viviane Zelizer (A Negociação da Intimidade): a interpenetração entre dinheiro e intimidade é permanente, e o trabalho cultural está em fazer as delimitações que sustêm a ficção do amor desinteressado.</description></item><item><title>Sugar versus ajuda: duas misturas, dois julgamentos</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/sugar-versus-ajuda/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 10:52:02 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/sugar-versus-ajuda/</guid><description>Adriana Piscitelli traça a distinção que organiza o episódio: sugar é tolerada como contrato/performance, ajuda é escandalizada por misturar afeto e interesse de fato. A mesma cultura que tolera sugar subalterniza a ajuda.</description></item><item><title>O anel de brilhantes e a hipocrisia do amor desinteressado</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/anel-brilhantes-amor-desinteressado/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 10:48:02 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/anel-brilhantes-amor-desinteressado/</guid><description>Michel Alcoforado abre o episódio Universo Sugar com o anel de noivado: ostentado, comparado entre amigas, avaliado pelo investimento — e ainda assim chamado de prova de amor desinteressado.</description></item></channel></rss>