#Cultura
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O amor romântico como sombra persistente
Adriana Piscitelli encerra: o amor romântico aparece nos séculos XVIII-XIX, difundido pelos romances. Hoje persiste como sombra na pedagogia do Netflix — casais homoeróticos, sim, mas o amor segue romântico.
Quem são os "outros" que não amariam de verdade
Adriana Piscitelli responde quem são os "outros" que classificamos como menos civilizados por não casarem por amor: África do Sul, Caribe, favelas. Operação que mantém o nós branco e de classe média como portador legítimo do amor romântico.
Neoliberalismo como cultura, amor como política
Adriana Piscitelli: o amor é uma forma de governança neoliberal. Não como modelo econômico, mas como cultura que organiza vida e subjetividade — individualismo, competitividade, metrificação. Logo, amar é também um ato político.
Mestre Pedro Henrique Corrêa: Humanidade é escutar o outro
Proposta de Mestre Pedro Henrique Corrêa (Moy Lei Yat 梅利溢): Kung Fu como habilidade adquirida no tempo, lida pela cultura chinesa como adaptabilidade ao ambiente, não como quantidade ou resultado. Na família Moy Jo Lei Ou, o ponto comum é a humanidade, e humanidade é escutar o outro. Si Fu desdobra em que qualquer ambiente com troca favorece Kung Fu, e puxa o conceito de perverso para a conversa.
Pasolini: consumo fascistiza a sociedade
Pasolini identificou que a sociedade se fascistiza pela homogeneização cultural e pelo consumo — não basta uma teoria do Estado, é preciso entender a reprodução social.
Desumanizacao: ontologizacao no Ocidente e Oriente
00:26:10 — Desumanizacao: ontologizacao no Ocidente e Oriente
