<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Chico-Buarque on Scholion</title><link>https://scholion.thluiz.com/tags/chico-buarque/</link><description>Recent content in Chico-Buarque on Scholion</description><generator>Hugo -- gohugo.io</generator><language>pt-BR</language><copyright>© 2026</copyright><lastBuildDate>Wed, 27 May 2026 21:26:22 +0100</lastBuildDate><atom:link href="https://scholion.thluiz.com/tags/chico-buarque/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>Vou voltar, sei que ainda vou voltar</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/jobim-sabia-vou-voltar-sei-que-ainda-vou-voltar/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 20:34:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/jobim-sabia-vou-voltar-sei-que-ainda-vou-voltar/</guid><description>Verso de &amp;lsquo;Sabiá&amp;rsquo; (1968), música de Jobim e letra de Chico Buarque. Vencedora do III FIC no Maracanãzinho em 29 de setembro de 1968 sob a maior vaia já registrada em festivais brasileiros, no contexto direto do AI-5.</description></item><item><title>Essa gente</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-essa-gente-descivilizacao-contemporanea/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 20:26:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-essa-gente-descivilizacao-contemporanea/</guid><description>&amp;lsquo;Essa Gente&amp;rsquo; (2019), sexto romance de Chico. Narrador é escritor em crise no Rio que se desfaz; texto monta diário, cartas, recortes de jornal sobre a paisagem brasileira de 2017.</description></item><item><title>Meus olhos talvez se embaçassem ao vislumbrarem a imagem em preto e branco, na outra margem do rio, do meu irmão Sergio</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-o-irmao-alemao-vislumbrar-imagem-margem/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 20:25:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-o-irmao-alemao-vislumbrar-imagem-margem/</guid><description>Trecho de &amp;lsquo;O Irmão Alemão&amp;rsquo; (2014), quinto romance de Chico. Ficcionalização da história real do meio-irmão alemão Sergio Günther, filho de Sérgio Buarque de Holanda.</description></item><item><title>A gente quer ter voz ativa, no nosso destino mandar</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-roda-viva-gente-quer-voz-ativa/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 20:24:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-roda-viva-gente-quer-voz-ativa/</guid><description>Versos de &amp;lsquo;Roda Viva&amp;rsquo; (1967). A formulação dá título ao verbete digital da Brown University Library sobre canção de protesto brasileira. Voz ativa contra a roda que arrasta.</description></item><item><title>Cego, identificaria cada fuzil e diria de que cano partira cada um dos projécteis</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-benjamim-cego-identificaria-fuzil/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 20:23:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-benjamim-cego-identificaria-fuzil/</guid><description>Primeira frase de &amp;lsquo;Benjamim&amp;rsquo; (1995), segundo romance de Chico. Estrutura espelha a abertura de Estorvo: o narrador diante da arma. Aqui o fuzilamento se consuma.</description></item><item><title>Certas histórias não param de acontecer em nós até o fim da vida</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-leite-derramado-historias-nao-param/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 20:22:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-leite-derramado-historias-nao-param/</guid><description>Frase de &amp;lsquo;Leite Derramado&amp;rsquo; (2009), quarto romance de Chico. Monólogo de Eulálio Montenegro d&amp;rsquo;Assumpção, centenário ex-aristocrata, num leito de hospital.</description></item><item><title>Devia ser proibido debochar de quem se aventura em língua estrangeira</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-budapeste-proibido-debochar-lingua-estrangeira/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 20:21:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-budapeste-proibido-debochar-lingua-estrangeira/</guid><description>Primeira frase de &amp;lsquo;Budapeste&amp;rsquo; (2003), terceiro romance de Chico. Tema central: a língua como exílio. José Costa, ghost-writer carioca, se perde no húngaro de Krista.</description></item><item><title>Cego, identificaria cada fuzil</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-estorvo-cego-identificaria-fuzil/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 20:20:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-estorvo-cego-identificaria-fuzil/</guid><description>Frase de abertura de &amp;lsquo;Estorvo&amp;rsquo; (1991), primeiro romance de Chico. O narrador aos quarenta anos vê a vida passar diante de um pelotão de fuzilamento — a cena se revelará suspensa.</description></item><item><title>Vai passar, nessa avenida um samba popular</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-vai-passar-samba-popular-avenida/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 20:19:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-vai-passar-samba-popular-avenida/</guid><description>Verso de abertura de &amp;lsquo;Vai Passar&amp;rsquo; (1984), parceria de Chico com Francis Hime. Composta durante a campanha das Diretas Já. Hino da redemocratização brasileira.</description></item><item><title>Bico calado, muito cuidado, que o homem vem aí</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-passaredo-bico-calado-homem-vem/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 20:18:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-passaredo-bico-calado-homem-vem/</guid><description>Refrão de &amp;lsquo;Passaredo&amp;rsquo; (1976), parceria de Chico com Francis Hime. Catálogo de 23 espécies de pássaros brasileiros endereçando o aviso. Composta para o filme &amp;lsquo;A Noiva da Cidade&amp;rsquo; de Alex Viany.</description></item><item><title>Joga pedra na Geni, joga pedra na Geni</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-geni-zepelim-joga-pedra/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 20:17:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-geni-zepelim-joga-pedra/</guid><description>Refrão de &amp;lsquo;Geni e o Zepelim&amp;rsquo; (1978), da peça &amp;lsquo;Ópera do Malandro&amp;rsquo;. Releitura de &amp;lsquo;A Ópera do Mendigo&amp;rsquo; de John Gay via Brecht. A persona Geni virou rótulo coloquial para vítima de linchamento moral coletivo.</description></item><item><title>O que será, que será, que andam suspirando pelas alcovas</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-oque-sera-flor-terra-pele/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 20:16:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-oque-sera-flor-terra-pele/</guid><description>Versos de &amp;lsquo;O Que Será&amp;rsquo; (1976), composta por Chico para o filme &amp;lsquo;Dona Flor e Seus Dois Maridos&amp;rsquo; de Bruno Barreto. Três versões coexistem: À Flor da Pele, À Flor da Terra, Abertura.</description></item><item><title>Meu caro amigo, me perdoe, por favor, se eu não lhe faço uma visita</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-meu-caro-amigo-manda-noticias/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 20:15:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-meu-caro-amigo-manda-noticias/</guid><description>Verso de abertura de &amp;lsquo;Meu Caro Amigo&amp;rsquo; (1976), de Chico com Francis Hime. Endereçada ao dramaturgo Augusto Boal, exilado em Lisboa. O LP Meus Caros Amigos tira título da canção.</description></item><item><title>Quando você me deixou, meu bem, me disse pra ser feliz e passar bem</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-olhos-nos-olhos-deixou-disse-pra-ser-feliz/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 20:14:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-olhos-nos-olhos-deixou-disse-pra-ser-feliz/</guid><description>Versos de abertura de &amp;lsquo;Olhos nos Olhos&amp;rsquo; (1976), gravada por Maria Bethânia no LP &amp;lsquo;Pássaro Proibido&amp;rsquo; e por Chico em &amp;lsquo;Meus Caros Amigos&amp;rsquo;. Monólogo em primeira pessoa feminina.</description></item><item><title>Já lhe dei meu corpo, minha alegria</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-gota-dagua-ja-lhe-dei-meu-corpo/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 20:13:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-gota-dagua-ja-lhe-dei-meu-corpo/</guid><description>Versos de &amp;lsquo;Gota d&amp;rsquo;Água&amp;rsquo; (1975), tema da peça homônima de Chico e Paulo Pontes, transposição de Medéia para o contexto suburbano carioca. Canção da personagem Joana.</description></item><item><title>Sei que estás em festa, pá, fico contente</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-tanto-mar-estas-em-festa-pa/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 20:12:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-tanto-mar-estas-em-festa-pa/</guid><description>Versos de abertura da primeira versão de &amp;lsquo;Tanto Mar&amp;rsquo; (1975), saudação à Revolução dos Cravos. Censurada no Brasil, gravada em Portugal; segunda versão (1978) começa &amp;lsquo;Foi bonita a festa, pá&amp;rsquo;.</description></item><item><title>Como beber dessa bebida amarga, tragar a dor, engolir a labuta</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-calice-como-beber-bebida-amarga/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 20:11:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-calice-como-beber-bebida-amarga/</guid><description>Versos de &amp;lsquo;Cálice&amp;rsquo; (1973), de Chico e Gilberto Gil. Detalhamento somático do refrão: o que está dentro do cálice é a vida cotidiana sob a ditadura.</description></item><item><title>Pai, afasta de mim esse cálice</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-calice-pai-afasta-de-mim/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 20:10:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-calice-pai-afasta-de-mim/</guid><description>Refrão de &amp;lsquo;Cálice&amp;rsquo; (1973), composta com Gilberto Gil. Vetada pela censura em maio de 1973 e só gravada em 1978. Trocadilho central entre &amp;lsquo;cálice&amp;rsquo; e &amp;lsquo;cale-se&amp;rsquo;.</description></item><item><title>Quero ficar no teu corpo feito tatuagem</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-tatuagem-quero-ficar-corpo-feito-tatuagem/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 20:09:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-tatuagem-quero-ficar-corpo-feito-tatuagem/</guid><description>Refrão de &amp;lsquo;Tatuagem&amp;rsquo; (1972), parceria com Ruy Guerra para a peça &amp;lsquo;Calabar: o Elogio da Traição&amp;rsquo;. A peça foi vetada pela censura em 1973 e só estreou em 1980.</description></item><item><title>Está provado, quem espera nunca alcança</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-bom-conselho-quem-espera-nunca-alcanca/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 20:08:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-bom-conselho-quem-espera-nunca-alcanca/</guid><description>Verso de &amp;lsquo;Bom Conselho&amp;rsquo; (1972), em que Chico inverte provérbios populares. A canção corre paralelamente a &amp;lsquo;Construção&amp;rsquo; na operação de subverter clichês para fazer crítica social.</description></item><item><title>Quando olhaste bem nos olhos meus</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-atras-da-porta-olhaste-bem-olhos/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 20:07:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-atras-da-porta-olhaste-bem-olhos/</guid><description>Verso de abertura de &amp;lsquo;Atrás da Porta&amp;rsquo; (1972), primeira parceria de Chico com Francis Hime. Gravada por Elis Regina no LP Elis (Philips, 1972). Retrato do colapso de um relacionamento em primeira pessoa feminina.</description></item><item><title>Morreu na contramão atrapalhando o tráfego</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-construcao-morreu-contramao-trafego/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 20:06:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-construcao-morreu-contramao-trafego/</guid><description>Verso de fechamento de &amp;lsquo;Construção&amp;rsquo; (1971). A morte do operário registrada como inconveniente de circulação — comentário moral feito por inversão, sem comentário direto.</description></item><item><title>Amou daquela vez como se fosse a última</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-construcao-amou-daquela-vez-ultima/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 20:05:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-construcao-amou-daquela-vez-ultima/</guid><description>Verso de abertura de &amp;lsquo;Construção&amp;rsquo; (1971), faixa-título do oitavo álbum de Chico. Eleita maior canção brasileira de todos os tempos pela Rolling Stone Brasil em 2009.</description></item><item><title>Apesar de você, amanhã há de ser outro dia</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-apesar-de-voce-amanha-outro-dia/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 20:04:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-apesar-de-voce-amanha-outro-dia/</guid><description>Refrão de &amp;lsquo;Apesar de Você&amp;rsquo; (1970), lançada em compacto simples no governo Médici. Vendeu cem mil cópias antes de ser apreendida pela censura federal em fevereiro de 1971.</description></item><item><title>Roda mundo, roda-gigante, rodamoinho, roda pião</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-roda-mundo-roda-gigante/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 20:02:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-roda-mundo-roda-gigante/</guid><description>Refrão de &amp;lsquo;Roda Viva&amp;rsquo; (1967), terceira colocada no III Festival da TV Record. A canção dá título à peça homônima, atacada em julho de 1968 pelo CCC (Comando de Caça aos Comunistas).</description></item><item><title>Estava à toa na vida, o meu amor me chamou pra ver a banda passar</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-banda-estava-toa-na-vida/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 20:01:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-banda-estava-toa-na-vida/</guid><description>Versos de abertura de &amp;lsquo;A Banda&amp;rsquo; (1966), vencedora ex aequo do II Festival de Música Popular Brasileira da TV Record. A canção projetou Chico nacionalmente aos 22 anos.</description></item><item><title>Pedro pedreiro penseiro esperando o trem</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-pedro-pedreiro-esperando-trem/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 20:00:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/chico-pedro-pedreiro-esperando-trem/</guid><description>Verso de &amp;lsquo;Pedro Pedreiro&amp;rsquo; (1965), primeira gravação de Chico Buarque em compacto simples. A figura do operário em espera condensa a vida do trabalhador urbano dos anos 1960.</description></item></channel></rss>