<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Carlos-Drummond-De-Andrade on Scholion</title><link>https://scholion.thluiz.com/tags/carlos-drummond-de-andrade/</link><description>Recent content in Carlos-Drummond-De-Andrade on Scholion</description><generator>Hugo -- gohugo.io</generator><language>pt-BR</language><copyright>© 2026</copyright><lastBuildDate>Wed, 27 May 2026 21:26:22 +0100</lastBuildDate><atom:link href="https://scholion.thluiz.com/tags/carlos-drummond-de-andrade/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>'Máscara' — atribuído a Drummond, é de Dante Milano</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-misatribuicao-mascara/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 18:25:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-misatribuicao-mascara/</guid><description>O poema &amp;lsquo;Máscara&amp;rsquo; circula em redes brasileiras como sendo de Drummond. É de Dante Milano, conforme registro da Wikiquote.</description></item><item><title>'A dor é inevitável, o sofrimento é opcional' — não é de Drummond, é de Tim Hansel</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-misatribuicao-dor-inevitavel/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 18:20:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-misatribuicao-dor-inevitavel/</guid><description>A frase, que circula como Drummond em redes brasileiras, é de Tim Hansel, do livro &amp;lsquo;You Gotta Keep Dancin&amp;rsquo;&amp;rsquo; (1985), conforme registro da Wikiquote.</description></item><item><title>'Recomeçar' / 'Não importa onde você parou' — não é de Drummond, é de Paulo Roberto Gaefke</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-misatribuicao-recomecar/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 18:15:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-misatribuicao-recomecar/</guid><description>O texto motivacional &amp;lsquo;Recomeçar&amp;rsquo;, frequentemente atribuído a Drummond no Brasil, é de Paulo Roberto Gaefke conforme registro da Wikiquote.</description></item><item><title>'Aceitar é como uma droga, ela mata' — apócrifa, não é de Drummond</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-misatribuicao-aceitar-e-como-uma-droga/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 18:10:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-misatribuicao-aceitar-e-como-uma-droga/</guid><description>Frase circula em redes sociais brasileiras atribuída a Drummond. Não há registro do trecho em livro algum do autor; é apócrifa.</description></item><item><title>'A vida é a arte do encontro' — não é de Drummond, é de Vinicius de Moraes</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-misatribuicao-vida-arte-do-encontro/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 18:05:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-misatribuicao-vida-arte-do-encontro/</guid><description>Frase &amp;lsquo;A vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida&amp;rsquo; é atribuída a Drummond em redes sociais brasileiras. É de Vinicius de Moraes, do &amp;lsquo;Samba da Bênção&amp;rsquo; (1962).</description></item><item><title>Cada instante é diferente, e cada homem é diferente</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-cada-instante-cada-homem/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 18:00:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-cada-instante-cada-homem/</guid><description>Verso de &amp;lsquo;Os Últimos Dias&amp;rsquo;, poema de &amp;lsquo;A Rosa do Povo&amp;rsquo; (1945), também registrado na coletânea &amp;lsquo;Poesia até Agora&amp;rsquo; (1948).</description></item><item><title>O bonde passa cheio de pernas</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-bonde-passa-cheio-de-pernas/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 17:55:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-bonde-passa-cheio-de-pernas/</guid><description>Verso de abertura do poema &amp;lsquo;O Bonde&amp;rsquo;, registrado em &amp;lsquo;Poesia até Agora&amp;rsquo; (1948). Imagem urbana modernista que reduz os passageiros a anatomia fragmentada.</description></item><item><title>Amar sem inquietação é amar sem amor</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-amar-sem-inquietacao/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 17:50:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-amar-sem-inquietacao/</guid><description>Aforismo de &amp;lsquo;O Avesso das Coisas&amp;rsquo; (Record). Definição do amor pela presença obrigatória do desassossego: sem ansiedade, não há amor.</description></item><item><title>Entre as diversas formas de mendicância, a mais humilhante é a do amor implorado</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-mendicancia-do-amor-implorado/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 17:45:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-mendicancia-do-amor-implorado/</guid><description>Aforismo de &amp;lsquo;O Avesso das Coisas&amp;rsquo; (Record). Drummond classifica o pedido de afeto como pior que o pedido material.</description></item><item><title>A boca beijada não guarda a marca do êxtase</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-boca-beijada-marca-do-extase/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 17:40:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-boca-beijada-marca-do-extase/</guid><description>Aforismo de &amp;lsquo;O Avesso das Coisas&amp;rsquo; (Record). O corpo não retém prova material da experiência amorosa, e isso é constitutivo dela.</description></item><item><title>A amizade é um meio de nos isolarmos da humanidade</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-amizade-isolar-da-humanidade/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 17:35:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-amizade-isolar-da-humanidade/</guid><description>Aforismo de &amp;lsquo;O Avesso das Coisas&amp;rsquo; (Record). Inversão da imagem usual da amizade como ponte e formulação dela como filtro.</description></item><item><title>Amor e seu Tempo (As Impurezas do Branco, 1973)</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-amor-e-seu-tempo/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 17:30:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-amor-e-seu-tempo/</guid><description>Poema &amp;lsquo;Amor e seu Tempo&amp;rsquo;, incluído em &amp;lsquo;As Impurezas do Branco&amp;rsquo; (1973). Drummond formula o amor maduro como saber tardio, posterior à ciência herdada.</description></item><item><title>Amor é bicho instruído</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-amor-bate-na-porta/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 17:25:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-amor-bate-na-porta/</guid><description>Verso de &amp;lsquo;O Amor Bate na Porta&amp;rsquo;, poema de &amp;lsquo;Brejo das Almas&amp;rsquo; (1934). Drummond classifica o amor como espécie animal, e como espécie aprendiz.</description></item><item><title>A natureza não faz milagres, faz revelações</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-natureza-revelacoes/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 17:20:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-natureza-revelacoes/</guid><description>Aforismo registrado em &amp;lsquo;O Avesso das Coisas&amp;rsquo; (Record). Distingue duas operações que costumam ser confundidas no discurso sobre o natural.</description></item><item><title>O Brasil é um país novo que se imagina velho</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-pais-novo-imagina-velho/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 17:15:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-pais-novo-imagina-velho/</guid><description>Aforismo registrado em &amp;lsquo;O Avesso das Coisas&amp;rsquo; (Record, 1988). Diagnóstico breve sobre a discrepância entre idade histórica e auto-imagem do país.</description></item><item><title>Há um certo gosto em pensar sozinho</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-pensar-sozinho-passeios-na-ilha/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 17:10:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-pensar-sozinho-passeios-na-ilha/</guid><description>Frase do livro de prosa &amp;lsquo;Passeios na Ilha&amp;rsquo; (1952). Defesa breve e seca do pensamento solitário, sem retórica anti-social.</description></item><item><title>Ninguém é igual a ninguém. Todo o ser humano é um estranho ímpar</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-ninguem-e-igual-a-ninguem/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 17:05:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-ninguem-e-igual-a-ninguem/</guid><description>Verso de Drummond registrado em &amp;lsquo;Nova Reunião&amp;rsquo; (1985), volume 2, página 537. A formulação trabalha a singularidade como impossibilidade de equivalência.</description></item><item><title>Estou preparando uma canção / em que minha mãe se reconheça</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-cancao-amiga/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 17:00:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-cancao-amiga/</guid><description>Versos iniciais de &amp;lsquo;Canção Amiga&amp;rsquo;, poema de &amp;lsquo;Novos Poemas&amp;rsquo; (1948). Endereço explícito a quem o sujeito quer alcançar com a poesia.</description></item><item><title>Eu nunca vi o mar</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-lagoa-nunca-vi-o-mar/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 16:55:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-lagoa-nunca-vi-o-mar/</guid><description>Verso de abertura de &amp;lsquo;Lagoa&amp;rsquo;, poema de &amp;lsquo;Alguma Poesia&amp;rsquo; (1930). Confissão da ignorância geográfica do menino interiorano como ponto de partida da imaginação.</description></item><item><title>Amar o perdido / deixa confundido / este coração</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-amar-o-perdido-memoria/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 16:50:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-amar-o-perdido-memoria/</guid><description>Versos iniciais de &amp;lsquo;Memória&amp;rsquo;, poema de &amp;lsquo;Claro Enigma&amp;rsquo; (1951). Formulação cifrada da relação entre afeto e ausência, na fase metafísica de Drummond.</description></item><item><title>Uma flor nasceu na rua!</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-flor-e-nausea/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 16:45:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-flor-e-nausea/</guid><description>Verso central de &amp;lsquo;A Flor e a Náusea&amp;rsquo;, poema de &amp;lsquo;A Rosa do Povo&amp;rsquo; (1945). A flor que rompe o asfalto como imagem-síntese da resistência possível em tempo de catástrofe.</description></item><item><title>Penetra surdamente no reino das palavras</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-procura-da-poesia-reino-das-palavras/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 16:40:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-procura-da-poesia-reino-das-palavras/</guid><description>Verso central de &amp;lsquo;Procura da Poesia&amp;rsquo;, poema de &amp;lsquo;A Rosa do Povo&amp;rsquo; (1945). Programa metalinguístico que recusa a poesia como auto-expressão.</description></item><item><title>E agora, José?</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-e-agora-jose/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 16:35:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-e-agora-jose/</guid><description>Refrão de &amp;lsquo;José&amp;rsquo;, poema-título do livro homônimo (1942). Pergunta sem resposta dirigida ao sujeito comum diante do colapso de todos os apoios.</description></item><item><title>Tenho apenas duas mãos / e o sentimento do mundo</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-tenho-apenas-duas-maos-sentimento/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 16:30:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-tenho-apenas-duas-maos-sentimento/</guid><description>Versos do poema-título &amp;lsquo;Sentimento do Mundo&amp;rsquo; (1940). Drummond formula a desproporção entre o que o sujeito pode carregar e o que ele sente.</description></item><item><title>Não serei o poeta de um mundo caduco</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-maos-dadas-mundo-caduco/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 16:25:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-maos-dadas-mundo-caduco/</guid><description>Verso de abertura de &amp;lsquo;Mãos Dadas&amp;rsquo;, do livro &amp;lsquo;Sentimento do Mundo&amp;rsquo; (1940). Recusa programática da poesia evasiva diante do tempo presente.</description></item><item><title>Chega um tempo em que não se diz mais: meu Deus</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-os-ombros-suportam-o-mundo/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 16:20:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-os-ombros-suportam-o-mundo/</guid><description>Verso de abertura de &amp;lsquo;Os Ombros Suportam o Mundo&amp;rsquo;, do livro &amp;lsquo;Sentimento do Mundo&amp;rsquo; (1940). Diagnóstico sobre o esgotamento da invocação metafísica diante da catástrofe histórica.</description></item><item><title>Casas entre bananeiras / mulheres entre laranjeiras</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-cidadezinha-qualquer/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 16:15:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-cidadezinha-qualquer/</guid><description>Versos de &amp;lsquo;Cidadezinha Qualquer&amp;rsquo;, poema de &amp;lsquo;Alguma Poesia&amp;rsquo; (1930). Retrato seco da estagnação interiorana, sem sentimentalismo.</description></item><item><title>João amava Teresa que amava Raimundo</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-quadrilha-joao-amava-teresa/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 16:10:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-quadrilha-joao-amava-teresa/</guid><description>Verso inicial de &amp;lsquo;Quadrilha&amp;rsquo;, poema de &amp;lsquo;Alguma Poesia&amp;rsquo; (1930). Catálogo de amores cruzados em sete versos, virou meme antes do meme existir.</description></item><item><title>Mundo mundo vasto mundo, se eu me chamasse Raimundo</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-mundo-vasto-mundo-sete-faces/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 16:05:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-mundo-vasto-mundo-sete-faces/</guid><description>Estrofe do &amp;lsquo;Poema de Sete Faces&amp;rsquo;, primeiro poema de &amp;lsquo;Alguma Poesia&amp;rsquo; (1930). A rima Raimundo/mundo encena o limite entre o nome próprio e o cosmos.</description></item><item><title>No meio do caminho tinha uma pedra</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-no-meio-do-caminho-pedra/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 16:00:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/drummond-no-meio-do-caminho-pedra/</guid><description>Verso de abertura do poema homônimo, publicado em &amp;lsquo;Alguma Poesia&amp;rsquo; (1930), livro de estreia de Drummond. Causou um dos maiores escândalos da crítica modernista.</description></item></channel></rss>