<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Cabare on Scholion</title><link>https://scholion.thluiz.com/tags/cabare/</link><description>Recent content in Cabare on Scholion</description><generator>Hugo -- gohugo.io</generator><language>pt-BR</language><copyright>© 2026</copyright><lastBuildDate>Wed, 27 May 2026 21:26:22 +0100</lastBuildDate><atom:link href="https://scholion.thluiz.com/tags/cabare/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>O amor como risco: o cliente fixo na fronteira do comercial</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/amor-como-risco-cliente-fixo/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 09:39:17 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/amor-como-risco-cliente-fixo/</guid><description>Inversão analítica formulada no podcast Vox: na sociedade comum o amor é projeto; na prostituição é risco — perigo de confundir cliente fixo com namorado e contaminar a relação comercial com vínculo afetivo. A figura do cliente fixo materializa a fronteira entre relação pessoal e relação comercial. Cruza com a sociologia da intimidade negociada (Zelizer, Hochschild).</description></item><item><title>Subalternidade como performance</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/subalternidade-como-performance/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 09:39:16 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/subalternidade-como-performance/</guid><description>Conceito articulado por Natânia Lopes em Cabaré: a puta executa de saída a postura tradicional da mulher subalterna — carinhosa, atenciosa, chamando o cliente de amor — como técnica de trabalho, não como submissão real. A doçura é dispositivo, não acomodação. Cruza com Goffman, Butler e a antropologia da performance.</description></item><item><title>A puta como 'a outra': alteridade dos afetos</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/puta-como-outra-alteridade-dos-afetos/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 09:39:13 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/puta-como-outra-alteridade-dos-afetos/</guid><description>Conceito de Natânia Lopes em Cabaré: a puta no trabalho é estruturalmente outra — outra de si mesma, outra da moça de família, outra do bandido. Faz parte do mesmo sistema cultural que produz a esposa: é o feminino-outro que sustenta por contraste o feminino-de-família. O chip do mal materializa essa duplicação no plano da infraestrutura.</description></item><item><title>Sabotagem da troca: ganhar o máximo dando o mínimo</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/sabotagem-da-troca-natania-lopes/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 09:34:37 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/sabotagem-da-troca-natania-lopes/</guid><description>Conceito-eixo do livro Cabaré, de Natânia Lopes. Descreve o princípio do trabalho da puta como recusa programática da equivalência justa que sustenta o circuito da dádiva mausssiana: ganhar o máximo dando o mínimo, em revanchismo de gênero contra a dívida histórica dos homens com as mulheres. Par antagônico da teoria da dádiva.</description></item><item><title>Natânia Lopes e a sabotagem da troca em Cabaré</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/natania-lopes-cabare-sabotagem-da-troca/</link><pubDate>Thu, 07 May 2026 18:32:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/natania-lopes-cabare-sabotagem-da-troca/</guid><description>Antropóloga brasileira, putativista. Em Cabaré (Editora Uruatu), formula a sabotagem da troca como princípio do trabalho da puta: ganhar o máximo dando o mínimo, em revanchismo de gênero contra a dívida histórica dos homens.</description></item></channel></rss>