#Aprendizado
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Is it not a pleasure to learn and apply what one has learned at the right time?
Analectos 1.1. A abertura: estudo, amizade, equilíbrio diante da indiferença. Os três pilares enunciados em quinze caracteres.
When three walk together, there must be one I can take as my teacher
Analectos 7.21. O mundo como escola permanente: virtudes alheias são modelo, defeitos alheios são espelho para correção própria.
Those who know it are not equal to those who love it; those who love it are not equal to those who delight in it
Analectos 6.20. Três níveis de relação com o objeto de estudo: saber, amar, deliciar-se. A escala graduada do envolvimento confuciano.
Learning without thought is labour lost; thought without learning is perilous
Analectos 2.15. Estudo e reflexão como par necessário: nenhum dos dois sozinho basta.
At fifteen, I had my mind bent on learning. At seventy, I could follow what my heart desired
Analectos 2.4. Confúcio descreve sete estágios da própria formação ao longo de décadas, do voto adolescente ao alinhamento espontâneo entre desejo e norma.
O inferno do desenvolvedor iniciante, na prática.
O texto descreve a ansiedade de quem começa em programação diante de linguagens rivais, defende focar na tecnologia que leva ao mercado e diz que o valor está em resolver problemas, não em idolatrar ferramentas.
Como evitar errar o que você já sabe
O texto explica que repetimos erros quando confundimos reconhecimento retrospectivo com aprendizado real e quando não levamos as lições para o resto da vida prática.
Como manjar dos paranauês (ou como aprender quase tudo)
O texto defende que ser bom em algo depende de um referencial claro, aceita vergonha inicial e pratica um método: decompor a habilidade, observar, reduzir barreiras e insistir por 20 horas.
Da importância de construir algo com seus filhos
O texto defende que brincar e construir junto com os filhos fortalece a intimidade, ensina cooperação, planejamento e solução de problemas, e valoriza mais o processo do que o resultado final.
O que aprendi com os livros que li em 2014
Paulo Ribeiro reúne livros de 2014 que, para ele, concentram aprendizado prático sobre antifragilidade, estoicismo, educação, trabalho e vida familiar, e ainda cita outras leituras recomendadas.
A lei das 10.000 horas é uma farsa: como realmente ficar bom em alguma coisa
O texto diz que a regra das 10 mil horas foi distorcida, explica a curva de aprendizado e defende meta-aprendizado e prática deliberada para avançar mais rápido.
Crie mais do que consome
O texto defende que consumir com atenção pode alimentar a criatividade, porque foco, emoção, prática e experiências incomuns ajudam a reter o que foi absorvido e a usar isso depois.
Autodidatismo não é coisa de gênio
O texto defende que aprender sozinho não é privilégio de gênios: em certas áreas, há menos custo, mais responsabilidade e melhores sinais de progresso do que depender de escola ou professor.
Se eu fosse aprender inglês de novo, é assim que faria
O texto diz que aprender inglês depende mais de mindset, hábitos e material certo do que de ferramentas. Propõe definir meta, escolher material enxuto, criar rotina, apostar perdas e fazer imersão.
Sobre ser um bom profissional
O texto defende que profissionalismo envolve evitar editar em produção, usar versionamento, ser honesto sobre prazos, manter testes, escolher boas ferramentas, aprender continuamente e compartilhar conhecimento.
Os quatro estágios da competência em qualquer tarefa
O texto apresenta o aprendizado como um processo em quatro estágios: incompetência inconsciente, incompetência consciente, competência consciente e competência inconsciente, ligados a prática, erro e tempo.
