<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Antropologia on Scholion</title><link>https://scholion.thluiz.com/tags/antropologia/</link><description>Recent content in Antropologia on Scholion</description><generator>Hugo -- gohugo.io</generator><language>pt-BR</language><copyright>© 2026</copyright><lastBuildDate>Wed, 27 May 2026 21:26:22 +0100</lastBuildDate><atom:link href="https://scholion.thluiz.com/tags/antropologia/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>Acho que o homem é um animal agressivo</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-homem-animal-agressivo/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 18:50:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-homem-animal-agressivo/</guid><description>Antropologia do conflito em &amp;lsquo;Incidente em Antares&amp;rsquo; (1971). Trecho da p. 187 que resume diagnose pessimista que percorre a obra tardia de Veríssimo.</description></item><item><title>Deixa lá dizer Pascal que o homem é um caniço pensante. Não; é uma errata pensante</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-bras-cubas-errata-pensante/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 16:20:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/machado-bras-cubas-errata-pensante/</guid><description>Capítulo XXVII de Memórias Póstumas. Brás Cubas corrige Pascal: o homem não é frágil meditativo, é defeito tipográfico que pensa. A imagem desloca o eixo da reflexão sobre o humano.</description></item><item><title>A teoria da dádiva: dar, receber, retribuir (Mauss, 1925)</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/teoria-da-dadiva-mauss/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 11:00:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/teoria-da-dadiva-mauss/</guid><description>Em Essai sur le don (1925), Mauss formula a teoria da dádiva como fato social total: nas sociedades arcaicas, a troca opera por três obrigações encadeadas — dar, receber, retribuir. O circuito do dom é o que cola os indivíduos ao grupo.</description></item><item><title>Bolsa Família, o italiano dispensado e a reviravolta parcial</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/bolsa-familia-reviravolta-parcial/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 10:57:02 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/bolsa-familia-reviravolta-parcial/</guid><description>Adriana Piscitelli sobre o caso de campo: garota cresce já dentro do Bolsa Família, dispensa o italiano por uma garota do bairro. Acesso a recursos reconfigura o mercado afetivo — mas só enquanto o acesso permanece.</description></item><item><title>Mark Hunter: o amor pode nascer dos bens</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/mark-hunter-amor-nascer-dos-bens/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 10:55:02 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/mark-hunter-amor-nascer-dos-bens/</guid><description>Mark Hunter (Toronto): o amor pode nascer do coração, mas pode igualmente nascer dos bens trocados — em ambos os casos é amor, sem hierarquia moral entre as origens. Tese-chave para pensar a manutenção do poder na ajuda.</description></item><item><title>Quem são os "outros" que não amariam de verdade</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/outros-nao-amariam-de-verdade/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 10:51:02 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/outros-nao-amariam-de-verdade/</guid><description>Adriana Piscitelli responde quem são os &amp;ldquo;outros&amp;rdquo; que classificamos como menos civilizados por não casarem por amor: África do Sul, Caribe, favelas. Operação que mantém o nós branco e de classe média como portador legítimo do amor romântico.</description></item><item><title>Homogamia e a ilusão da escolha no Tinder</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/homogamia-ilusao-escolha-tinder/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 10:49:02 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/homogamia-ilusao-escolha-tinder/</guid><description>Adriana Piscitelli sobre William Goody: mecanismos informais orientam o casamento entre iguais (classe, religião, raça). Michel traduz para o Tinder — &amp;ldquo;você escolhe, mas escolheu porque deixaram você escolher quem escolheu&amp;rdquo;.</description></item><item><title>O casamento como o que faz sociedade</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/casamento-como-faz-sociedade/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 09:39:14 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/casamento-como-faz-sociedade/</guid><description>Tese antropológica clássica: o casamento não é instituição entre outras, é o mecanismo elementar pelo qual grupos humanos se constituem como sociedade através da troca obrigatória entre eles. Citada no podcast Vox por Fabíola Gomes para explicar por que, na Índia, o casamento não pode ser entregue à escolha individual. Vinculada à teoria da aliança de Lévi-Strauss.</description></item><item><title>Mauss e o Ensaio sobre a Dádiva (1925)</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/mauss-ensaio-dadiva-dar-receber-retribuir/</link><pubDate>Thu, 07 May 2026 18:31:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/mauss-ensaio-dadiva-dar-receber-retribuir/</guid><description>Antropólogo francês, sobrinho de Durkheim. No Ensaio sobre a Dádiva (1925), formula a tríplice obrigação universal: dar, receber, retribuir. Citado no podcast Vox como contraponto à sabotagem da troca de Natânia Lopes.</description></item></channel></rss>