<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Amor-Romantico on Scholion</title><link>https://scholion.thluiz.com/tags/amor-romantico/</link><description>Recent content in Amor-Romantico on Scholion</description><generator>Hugo -- gohugo.io</generator><language>pt-BR</language><copyright>© 2026</copyright><lastBuildDate>Wed, 27 May 2026 21:26:22 +0100</lastBuildDate><atom:link href="https://scholion.thluiz.com/tags/amor-romantico/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>Pesquisa Viva: Amor desinteressado e o anel de brilhantes</title><link>https://scholion.thluiz.com/research/amor-desinteressado-anel-brilhantes/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 13:01:34 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/research/amor-desinteressado-anel-brilhantes/</guid><description>O anel de noivado de brilhantes como dispositivo cultural — não símbolo do amor desinteressado, mas substituto privado de uma garantia legal que existiu até os anos 1930. Mapear a tese de Brinig (1990), a fabricação De Beers, e o paradoxo da garantia que se faz passar por gratuidade.</description></item><item><title>O amor romântico como sombra persistente</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/amor-romantico-sombra-persistente/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 10:59:02 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/amor-romantico-sombra-persistente/</guid><description>Adriana Piscitelli encerra: o amor romântico aparece nos séculos XVIII-XIX, difundido pelos romances. Hoje persiste como sombra na pedagogia do Netflix — casais homoeróticos, sim, mas o amor segue romântico.</description></item><item><title>Tinder também ensina a fugir do sugar</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/tinder-fugir-do-sugar/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 10:58:02 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/tinder-fugir-do-sugar/</guid><description>Adriana Piscitelli observa que o mesmo Tinder onde se ofertam relações sugar está cheio de perfis masculinos performando o oposto — &amp;ldquo;só divide a conta&amp;rdquo;, &amp;ldquo;só encontro igualitário&amp;rdquo;. A tecnologia amplifica simultaneamente os dois pólos.</description></item><item><title>Mark Hunter: o amor pode nascer dos bens</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/mark-hunter-amor-nascer-dos-bens/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 10:55:02 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/mark-hunter-amor-nascer-dos-bens/</guid><description>Mark Hunter (Toronto): o amor pode nascer do coração, mas pode igualmente nascer dos bens trocados — em ambos os casos é amor, sem hierarquia moral entre as origens. Tese-chave para pensar a manutenção do poder na ajuda.</description></item><item><title>Zelizer e o paradoxo do anel desinteressado</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/zelizer-paradoxo-anel-desinteressado/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 10:53:02 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/zelizer-paradoxo-anel-desinteressado/</guid><description>Adriana Piscitelli evoca Viviane Zelizer (A Negociação da Intimidade): a interpenetração entre dinheiro e intimidade é permanente, e o trabalho cultural está em fazer as delimitações que sustêm a ficção do amor desinteressado.</description></item><item><title>Neoliberalismo como cultura, amor como política</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/neoliberalismo-cultura-amor-politica/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 10:50:02 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/neoliberalismo-cultura-amor-politica/</guid><description>Adriana Piscitelli: o amor é uma forma de governança neoliberal. Não como modelo econômico, mas como cultura que organiza vida e subjetividade — individualismo, competitividade, metrificação. Logo, amar é também um ato político.</description></item><item><title>Homogamia e a ilusão da escolha no Tinder</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/homogamia-ilusao-escolha-tinder/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 10:49:02 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/homogamia-ilusao-escolha-tinder/</guid><description>Adriana Piscitelli sobre William Goody: mecanismos informais orientam o casamento entre iguais (classe, religião, raça). Michel traduz para o Tinder — &amp;ldquo;você escolhe, mas escolheu porque deixaram você escolher quem escolheu&amp;rdquo;.</description></item><item><title>O anel de brilhantes e a hipocrisia do amor desinteressado</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/anel-brilhantes-amor-desinteressado/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 10:48:02 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/anel-brilhantes-amor-desinteressado/</guid><description>Michel Alcoforado abre o episódio Universo Sugar com o anel de noivado: ostentado, comparado entre amigas, avaliado pelo investimento — e ainda assim chamado de prova de amor desinteressado.</description></item><item><title>Amor erótico não é amor romântico</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/amor-erotico-versus-amor-romantico/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 09:34:36 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/amor-erotico-versus-amor-romantico/</guid><description>Distinção antropológica entre o amor erótico — atração física e paixão sensorial atestadas em quase todas as culturas — e o amor romântico, complexo ideológico ocidental específico que toma a paixão e a inscreve em roteiro de escolha pessoal e exclusividade conjugal. Citada por Fabíola Gomes no podcast Vox para cortar a objeção de que a paixão amorosa é universal.</description></item><item><title>Amor romântico como complexo ideológico</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/amor-romantico-complexo-ideologico/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 09:34:35 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/amor-romantico-complexo-ideologico/</guid><description>O amor romântico ocidental não é sentimento espontâneo mas conjunto historicamente formado de ideias, regras e expectativas. Funciona como complexo ideológico que organiza a escolha conjugal e a autorrealização individual desde o romantismo. Citado por Fabíola Gomes no podcast Vox como ponto de partida para o contraste com a Índia.</description></item></channel></rss>