#Alvaro-De-Campos
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Sentir tudo de todas as maneiras
De Passagem das Horas, Álvaro de Campos (póstumo). Manifesto sensacionista da fase futurista-whitmaniana do heterônimo.
No tempo em que festejavam o dia dos meus anos, eu era feliz e ninguém estava morto
Abertura de Aniversário, Álvaro de Campos (15 out 1929). Face nostálgica de Campos, contraposta à exuberância de Ode Triunfal e Ode Marítima.
Não sou nada. Nunca serei nada. Não posso querer ser nada. À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo
Abertura de Tabacaria, Álvaro de Campos (15 jan 1928, pub. Presença 1933). Sequência da escalada niilista do heterônimo modernista de Pessoa.
Come chocolates, pequena! Olha que não há mais metafísica no mundo senão chocolates. Olha que as religiões todas não ensinam mais que a confeitaria
De Tabacaria, Álvaro de Campos (1928). Parêntese da menina dos chocolates — o segundo trecho mais citado do poema, depois do Não sou nada.
