#Ajuste-Fiscal
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Dilma, a manicure
O texto critica a rejeição, em 2005, a um ajuste fiscal de longo prazo e liga essa decisão ao aumento dos gastos, ao primeiro déficit primário desde 1997 e ao avanço da dívida pública no governo Dilma.
O topo do pódio
O texto sustenta que a carga tributária brasileira subiu, mas o gasto público cresceu ainda mais, comprimindo o superávit, desestimulando investimento e deixando serviços essenciais em nível baixo.
Eu, robô?
O texto compara um robô de Asimov ao governo Lula para dizer que, mesmo com crenças erradas, a política econômica pode funcionar. Depois, afirma que a mudança para a nova matriz macroeconômica trouxe crescimento fraco e grande deterioração fiscal.
