#Afetos
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Philosophi affectus, quibus conflictamur, concipiunt veluti vitia, in quae homines sua culpa labuntur
Do Tractatus Politicus, cap. 1, §1 (1677). Crítica de Spinoza aos filósofos que tratam afetos como vícios morais — em vez de fenômenos naturais a estudar.
Humanam impotentiam in moderandis et coercendis affectibus servitutem voco
Da Ethica IV, prefácio (1677). Definição da servidão humana: incapacidade de moderar os afetos. Quem está sob domínio das paixões não é dono de si.
Hic conatus aliquid agendi et etiam omittendi ea sola de causa ut hominibus placeamus, vocatur ambitio
Da Ethica III, prop. XXIX (1677). Definição operacional de ambição: agir ou deixar de agir apenas para agradar aos outros.
A doutrinação vem depois do afeto
01:06:10 — Doutrinação vem depois; e se agíssemos como se já tivesse colapsado?
