<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Absurdo on Scholion</title><link>https://scholion.thluiz.com/tags/absurdo/</link><description>Recent content in Absurdo on Scholion</description><generator>Hugo -- gohugo.io</generator><language>pt-BR</language><copyright>© 2026</copyright><lastBuildDate>Wed, 27 May 2026 21:26:22 +0100</lastBuildDate><atom:link href="https://scholion.thluiz.com/tags/absurdo/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>Gosto da vida. É um desafio permanente</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-gosto-da-vida-desafio-permanente/</link><pubDate>Fri, 08 May 2026 17:25:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/erico-verissimo-gosto-da-vida-desafio-permanente/</guid><description>Resposta ao absurdo em &amp;lsquo;Incidente em Antares&amp;rsquo; (1971). Veríssimo recusa o niilismo e propõe a invenção de sentido como tarefa, não constatação.</description></item><item><title>Aujourd'hui, maman est morte. Ou peut-être hier, je ne sais pas</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/camus-aujourdhui-maman-est-morte/</link><pubDate>Thu, 07 May 2026 13:00:18 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/camus-aujourdhui-maman-est-morte/</guid><description>Primeira frase de L&amp;rsquo;Étranger (1942). Em três linhas Camus estabelece o desligamento afetivo de Meursault que organizará todo o romance.</description></item><item><title>Il n'y a qu'un problème philosophique vraiment sérieux: c'est le suicide</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/camus-suicide-probleme-philosophique/</link><pubDate>Thu, 07 May 2026 13:00:18 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/camus-suicide-probleme-philosophique/</guid><description>Primeira frase de Le Mythe de Sisyphe (1942). Camus reabre a filosofia a partir da pergunta sobre se a vida vale ou não a pena ser vivida.</description></item><item><title>J'ai donc besoin de la lune, ou du bonheur, ou de l'immortalité, de quelque chose qui soit dément peut-être, mais qui ne soit pas de ce monde</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/camus-besoin-de-la-lune/</link><pubDate>Thu, 07 May 2026 13:00:18 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/camus-besoin-de-la-lune/</guid><description>De Caligula (1944), ato I. Calígula justifica a Hélicon o desejo da lua: precisa de algo demente que não seja deste mundo.</description></item><item><title>Je m'ouvrais pour la première fois à la tendre indifférence du monde</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/camus-tendre-indifference-du-monde/</link><pubDate>Thu, 07 May 2026 13:00:18 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/camus-tendre-indifference-du-monde/</guid><description>Última cena de L&amp;rsquo;Étranger (1942). Meursault na cela, depois da explosão contra o capelão, abre-se à indiferença benigna do universo.</description></item><item><title>La lutte elle-même vers les sommets suffit à remplir un cœur d'homme. Il faut imaginer Sisyphe heureux</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/camus-sisyphe-heureux/</link><pubDate>Thu, 07 May 2026 13:00:18 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/camus-sisyphe-heureux/</guid><description>Última frase de Le Mythe de Sisyphe (1942). É preciso imaginar Sísifo feliz: a aceitação consciente do absurdo como vitória.</description></item><item><title>Les hommes meurent et ils ne sont pas heureux</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/camus-hommes-meurent-pas-heureux/</link><pubDate>Thu, 07 May 2026 13:00:18 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/camus-hommes-meurent-pas-heureux/</guid><description>De Caligula (1944), ato I, cena 4. A constatação minimalista de Calígula que dispara a lógica absurda do resto da peça.</description></item><item><title>Pour que je me sente moins seul, il me restait à souhaiter qu'il y ait beaucoup de spectateurs le jour de mon exécution et qu'ils m'accueillent avec des cris de haine</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/camus-cris-de-haine-execution/</link><pubDate>Thu, 07 May 2026 13:00:18 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/camus-cris-de-haine-execution/</guid><description>Última frase de L&amp;rsquo;Étranger (1942). Para se sentir menos só, Meursault deseja gritos de ódio na própria execução.</description></item><item><title>Should I kill myself, or have a cup of coffee?</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/camus-should-i-kill-myself-coffee-misattributed/</link><pubDate>Thu, 07 May 2026 13:00:18 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/camus-should-i-kill-myself-coffee-misattributed/</guid><description>Frase atribuída a Camus em compilações modernas (Barry Schwartz, The Paradox of Choice, 2004) sem fonte. Não localizada em nenhum texto do filósofo.</description></item><item><title>Un monde qu'on peut expliquer même avec de mauvaises raisons est un monde familier. Mais au contraire, dans un univers soudain privé d'illusions et de lumières, l'homme se sent un étranger</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/camus-monde-explique-mauvaises-raisons/</link><pubDate>Thu, 07 May 2026 13:00:18 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/camus-monde-explique-mauvaises-raisons/</guid><description>De Le Mythe de Sisyphe (1942), L&amp;rsquo;Absurde et le suicide. A perda das ilusões cosmológicas como condição psicológica do estrangeiro moderno.</description></item><item><title>A felicidade e o absurdo são dois filhos da mesma terra. São inseparáveis</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/felicidade-e-absurdo-filhos-da-mesma-terra/</link><pubDate>Sat, 18 Apr 2026 19:44:03 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/felicidade-e-absurdo-filhos-da-mesma-terra/</guid><description>Camus em O Mito de Sísifo (1942), capítulo final. Não há felicidade sem consciência do absurdo, nem absurdo sem alegria de estar vivo.</description></item><item><title>Sísifo é a síntese da paixão humana pela vida — mais importante até que a moral</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/sisifo-sintese-paixao-humana-pela-vida/</link><pubDate>Sat, 18 Apr 2026 19:41:04 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/sisifo-sintese-paixao-humana-pela-vida/</guid><description>Camus em O Mito de Sísifo (1942). Desprezo pelos deuses, ódio à morte, paixão pela vida. Essas três coisas bastam, mesmo sem moral nem esperança.</description></item><item><title>Toda criação artística é uma sedimentação: o conjunto de gestos que um indivíduo deixa</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/criacao-artistica-sedimentacao-gestos/</link><pubDate>Sat, 18 Apr 2026 19:38:02 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/criacao-artistica-sedimentacao-gestos/</guid><description>Baseado em Camus, O Mito de Sísifo (1942), capítulo A Criação Efêmera. A obra de um homem se fortalece nos seus aspectos sucessivos e múltiplos.</description></item><item><title>Se as leis da natureza não pouparam nem Este, então o planeta inteiro é uma mentira</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/leis-da-natureza-nao-pouparam-nem-este/</link><pubDate>Sat, 18 Apr 2026 19:36:13 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/leis-da-natureza-nao-pouparam-nem-este/</guid><description>Kirílov em Os Demônios (1872) de Dostoiévski. Se Cristo morreu e não houve paraíso, tudo que se construiu sobre essa promessa é mentira. O sacrifício perfeito foi em vão.</description></item><item><title>A obra de arte nasce da recusa da inteligência em racionalizar o concreto. Marca o triunfo do carnal</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/obra-de-arte-nasce-recusa-racionalizar-triunfo-carnal/</link><pubDate>Sat, 18 Apr 2026 19:33:43 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/obra-de-arte-nasce-recusa-racionalizar-triunfo-carnal/</guid><description>Camus em O Mito de Sísifo (1942). A arte existe onde a razão se recusa a abstrair. O concreto vence o conceito.</description></item><item><title>O artista, tanto quanto o pensador, mergulha dentro da própria obra e se transforma dentro dela</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/artista-mergulha-na-obra-e-se-transforma/</link><pubDate>Sat, 18 Apr 2026 19:32:59 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/artista-mergulha-na-obra-e-se-transforma/</guid><description>Camus em O Mito de Sísifo (1942), capítulo A Criação Absurda. Criar é viver duplamente: o artista refaz sua realidade e se refaz com ela.</description></item><item><title>A ciência que deveria me ensinar tudo termina em hipótese, a lucidez naufraga em metáfora, a incerteza se resolve em obra de arte</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/ciencia-termina-em-hipotese-lucidez-em-metafora/</link><pubDate>Sat, 18 Apr 2026 19:31:32 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/ciencia-termina-em-hipotese-lucidez-em-metafora/</guid><description>Camus em O Mito de Sísifo (1942). Se estressarmos a ciência até o fim, ela começa a contemplar. O conhecimento racional encontra seu próprio muro.</description></item><item><title>Entre a história e o eterno, escolho a história porque prefiro as certezas</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/entre-historia-e-eterno-escolho-historia/</link><pubDate>Sat, 18 Apr 2026 19:27:57 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/entre-historia-e-eterno-escolho-historia/</guid><description>Camus em O Mito de Sísifo (1942), capítulo A Conquista. O conquistador escolhe a história porque dela ao menos tem certeza — o eterno é promessa, a história é o que esmaga.</description></item><item><title>A Igreja repudiava no ator a multiplicação herética de almas</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/igreja-repudiava-ator-multiplicacao-heretica-almas/</link><pubDate>Sat, 18 Apr 2026 19:26:00 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/igreja-repudiava-ator-multiplicacao-heretica-almas/</guid><description>Camus em O Mito de Sísifo (1942), capítulo Drama. A Igreja via no ator uma heresia: viver várias almas negava a unicidade da alma que a doutrina exigia.</description></item><item><title>O ator reina no perecível. De todas as glórias, a dele é a mais efêmera. Mas todas as glórias são efêmeras</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/ator-reina-no-perecivel-glorias-efemeras/</link><pubDate>Sat, 18 Apr 2026 19:23:29 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/ator-reina-no-perecivel-glorias-efemeras/</guid><description>Camus em O Mito de Sísifo (1942), capítulo Drama. O ator é o herói absurdo que sabe que sua glória morre com ele. Mas toda glória morre — ele apenas não se engana.</description></item><item><title>Não existem vários amores. Existem várias relações únicas, e quanto mais se vive, mais ricas</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/nao-existem-varios-amores-relacoes-unicas/</link><pubDate>Sat, 18 Apr 2026 19:20:46 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/nao-existem-varios-amores-relacoes-unicas/</guid><description>Paráfrase de Camus em O Mito de Sísifo (1942), capítulo Don Juanismo. Don Juan ama cada vez com todo o seu ser. Não há amor total, há repetição intensa.</description></item><item><title>O homem absurdo vive sua aventura no tempo que lhe cabe. Esse é o seu campo, essa é a sua ação, que ele protege de qualquer juízo que não o seu</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/homem-absurdo-vive-no-tempo-que-lhe-cabe/</link><pubDate>Sat, 18 Apr 2026 19:00:50 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/homem-absurdo-vive-no-tempo-que-lhe-cabe/</guid><description>Camus em O Mito de Sísifo (1942), capítulo A Liberdade Absurda. O campo do homem absurdo é o tempo, e o único juízo que conta é o próprio.</description></item><item><title>Se a única história significativa do pensamento humano fosse escrita, teria de ser a história dos seus arrependimentos sucessivos e das suas impotências</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/historia-do-pensamento-arrependimentos-impotencias/</link><pubDate>Sat, 18 Apr 2026 18:51:36 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/historia-do-pensamento-arrependimentos-impotencias/</guid><description>Camus em O Mito de Sísifo (1942). A história do pensamento humano é a história de quem tentou entender o mundo e falhou, vez após vez.</description></item><item><title>Vivemos no futuro: 'amanhã', 'mais tarde', 'quando você tiver seu caminho'. Essas irrelevâncias são admiráveis, pois, afinal, trata-se de morrer</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/vivemos-no-futuro-trata-se-de-morrer/</link><pubDate>Sat, 18 Apr 2026 18:50:19 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/vivemos-no-futuro-trata-se-de-morrer/</guid><description>Camus em O Mito de Sísifo (1942). O hábito de adiar a vida para o futuro é admirável de tão absurdo, porque no fim trata-se apenas de morrer.</description></item><item><title>Enquanto a mente se cala, tudo se arranja na unidade da sua nostalgia. Ao primeiro movimento, o mundo racha: fragmentos cintilantes se oferecem ao entendimento</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/enquanto-a-mente-se-cala-tudo-se-arranja-na-unidade/</link><pubDate>Sat, 18 Apr 2026 18:48:09 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/enquanto-a-mente-se-cala-tudo-se-arranja-na-unidade/</guid><description>Camus em O Mito de Sísifo (1942). A nostalgia da unidade é o motor do drama humano: queremos que o mundo faça sentido, mas ao primeiro gesto de pensamento ele se estilhaça.</description></item><item><title>Saber que não há amanhã garantido é o que libera: se nada é prometido, nada é devido</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/saber-que-nao-ha-amanha-garantido-e-o-que-libera/</link><pubDate>Sat, 18 Apr 2026 18:44:13 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/saber-que-nao-ha-amanha-garantido-e-o-que-libera/</guid><description>Paráfrase de O Mito de Sísifo (1942). Camus propõe trocar a liberdade a serviço do amanhã por uma liberdade a serviço do hoje, já que a morte é certa.</description></item><item><title>Camus: a esperança é suicídio filosófico</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/camus-esperanca-suicidio-filosofico/</link><pubDate>Sat, 18 Apr 2026 18:38:26 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/camus-esperanca-suicidio-filosofico/</guid><description>Em O Mito de Sísifo, Camus chama de suicídio filosófico todo salto de fé que troca o absurdo pela esperança. Esperar é desistir de pensar.</description></item><item><title>O que se denomina uma razão para viver é ao mesmo tempo uma excelente razão para morrer</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/razao-para-viver-excelente-razao-para-morrer/</link><pubDate>Sat, 18 Apr 2026 18:26:58 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/razao-para-viver-excelente-razao-para-morrer/</guid><description>Camus em O Mito de Sísifo (1942). As convicções que dão sentido à vida são as mesmas pelas quais se aceita morrer.</description></item><item><title>Não há senão um problema filosófico verdadeiramente sério: o suicídio</title><link>https://scholion.thluiz.com/notes/nao-ha-senao-um-problema-filosofico-serio-suicidio/</link><pubDate>Sat, 18 Apr 2026 18:25:25 +0100</pubDate><guid>https://scholion.thluiz.com/notes/nao-ha-senao-um-problema-filosofico-serio-suicidio/</guid><description>Frase de abertura de O Mito de Sísifo (1942). Camus coloca o suicídio como a questão inaugural da filosofia: julgar se a vida vale ou não a pena ser vivida.</description></item></channel></rss>