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🔍 Pesquisa Viva · em andamento

Pesquisa Viva: Wittgenstein

Método (específico)
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Regras gerais aplicadas: ver .claude/skills/research/SKILL.md.

  • Distinguir Wittgenstein primeiro (Tractatus) e tardio (Investigações).

Estado
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  • Em foco: ainda não definido.
  • Próximo: a confirmar na próxima sessão. Candidatos abaixo.

Motivação
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A pesquisa sobre ontologia trouxe Wittgenstein à tona via virada-gramatical-ryle-wittgenstein-austin, com as passagens Investigações Filosóficas §371 (“essence is expressed by grammar”) e §373 (“grammar tells what kind of object anything is”). A pesquisa precisa do projeto dele inteiro, antes e depois da virada, para localizar essas passagens no contexto certo.

Perguntas em aberto
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  • O que muda exatamente entre o Tractatus e as Investigações? É reviravolta total ou continuidade soterrada?
  • O que Wittgenstein quer dizer com “filosofia como terapia”?
  • A noção de “jogo de linguagem” tem alguma estrutura ou é irredutivelmente plural?
  • Como Wittgenstein se relaciona com a tradição filosófica anterior (Frege, Russell, Schopenhauer)?

Direções propostas
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A confirmar antes de aprofundar:

1. Tractatus Logico-Philosophicus (1921)
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Teoria do “retrato” (Bildtheorie) da linguagem, atomismo lógico, “do que não se pode falar, deve-se calar”. Primeira fase.

2. Investigações Filosóficas (1953, póstumo)
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Jogos de linguagem, semelhanças de família, regras, forma de vida, virada gramatical. Inclui PI §371-373 (essência e gramática).

3. Sobre a Certeza (póstumo, 1969)
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Últimos anos de Wittgenstein. Diálogo crítico com Moore. Estatuto das proposições “moldura” do conhecimento.

4. Filosofia como terapia conceitual
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A formulação metafilosófica que atravessa as Investigações e a obra tardia. PI §109 é a passagem de referência (a filosofia como combate ao “enfeitiçamento da nossa inteligência pela linguagem” — verificar tradução exata ao aprofundar).

5. Recepção e linhas
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Filosofia da linguagem comum (Ryle, Austin, Strawson). Wittgenstein lecionou em Cambridge; a recepção majoritária da filosofia da linguagem comum, em Oxford. Recepção continental: Stanley Cavell, Habermas.

Notas do Scholion já relacionadas
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Notas extraídas
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Nenhuma ainda.