De onde vem o termo ‘arte marcial’? O que há de marcial na arte, ou de artístico na guerra? Rastreia ‘arte’ (latim ars, raiz PIE *h₂er- ‘ajustar/juntar’) e ‘marcial’ (Marte) e cruza com o vocabulário chinês já mapeado no vault: 武 (marcial), 術 (caminho), 藝 (cultivo).
Por que Sêneca insiste em diminuir o intervalo entre dizer e fazer — adiar a ação é adiar a própria vida; a palavra sem obra é tempo perdido.
Até onde Leibniz chegou com a characteristica universalis, e até onde um LLM, na prática, realiza o que ele almejava? Ele foi um visionário a quem só faltava poder computacional, ou o projeto era de outra natureza?
O pensamento depende da língua em que é pensado, ou a precede? Mapear as duas teses opostas — a língua molda o pensamento (relativismo) e o pensamento é prévio à língua (universalismo/mentalês) — e o que cada tradição filosófica fez com elas.
Construção de coleção verificada de citações célebres em E:/scholion/content/notes/, com fonte primária inline (obra + ano + capítulo/poema). Inclui documentação de misatribuições virais. Trabalho via subagentes paralelos do Claude Code.
O homem lento miltoniano como figura epistêmica e política — quem resiste mudando o espaço — em diálogo com a pedagogia do brio de Clóvis (ler devagar, degustar).
Roteiro para o podcast Pequeno Tratado em Áudio de Grandes Virtudes (EN: Pocket Compendium of the Great Virtues) — série de 5-15 episódios curtos sobre as 18 virtudes do tratado de André Comte-Sponville, cruzando o vault do Scholion (estoicos, moralistas franceses, Wilde, Pascal) com pensamento oriental e Kung Fu (德 dé, 仁 ren, Lao Tzu, Confúcio).
O anel de noivado de brilhantes como dispositivo cultural — não símbolo do amor desinteressado, mas substituto privado de uma garantia legal que existiu até os anos 1930. Mapear a tese de Brinig (1990), a fabricação De Beers, e o paradoxo da garantia que se faz passar por gratuidade.
Mapear a literatura sobre espaços projetados para suspender a noção temporal — cassino, shopping, bordel, igreja, parque temático — e o que se sabe sobre o design que produz essa suspensão.
Mapear a presença e recepção do estoicismo na cultura lusófona: humanistas portugueses do Renascimento, Antero de Quental, Vergílio Ferreira, Ricardo Reis e a sabedoria popular como estoicismo difuso.
Por que estudar filosofia no século XXI? Mapear os principais discursos protrépticos da história e o que cada um propunha como razão para a conversão à filosofia.
Estudo do pensamento sistêmico a partir de Thinking in Systems de Donella Meadows, organizando o material já acumulado em torno da espinha do livro.
Pode-se falar de qualquer coisa filosoficamente, mas nem todo modo é filosófico. Investigar o que distingue o modo filosófico de outras formas de tratar uma questão.
Mapear o projeto filosófico de Wittgenstein — Tractatus, Investigações Filosóficas, jogos de linguagem, virada gramatical, terapia conceitual — e a relação com Ryle, Austin e a filosofia da linguagem comum.
Mapear o projeto filosófico de Heidegger — ontologia fundamental, diferença ontológica, crítica da metafísica — e suas conexões com leituras contemporâneas (Žižek, fenomenologia francesa, recepção crítica).
Mapear os sentidos do termo ‘ontologia’ e diferenciar as leituras que circulam sob a mesma palavra.
Compilação das falas do III Encontro do Programa de Mestrado, com Thiago Silva como texto-base e sumários das demais contribuições.
O que 尋 realmente significa — do fio embolado à sedução sexy de medir, buscar e administrar
O Shuowen Jiezi (100 d.C.), filologia chinesa, timeline com as línguas ocidentais, e a transmissão como criadora de verdade.
Toda posição gera oposição? De onde vem essa ideia?