Citações
Frases atribuídas, com pesquisa de autoria e contexto.
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Mastery resides not in the master but in the organization of the community of practice of which the master is part
Jean Lave e Etienne Wenger em Situated Learning (1991), p. 94, descentrando o mestre na aprendizagem de ofício.
The paradox of learning a really new competence is this: that a student cannot at first understand what he needs to learn, can learn it only by educating himself, and can educate himself only by beginning to do what he does not yet understand
Donald Schön em Educating the Reflective Practitioner (1987), p. 93, sobre quem entra num ofício novo.
Não conte mentiras, não reivindique vitórias fáceis
A frase circula atribuída a Amílcar Cabral, mas a pesquisa fornecida não localizou fonte primária, obra ou data que vinculem essa redação exata a ele.
Virtus dicitur ordo vel ordinatio amoris
Suma Teológica I-II, q. 55, a. 1, ad 4. Tomás de Aquino responde a uma objeção apoiada em Agostinho: a virtude se chama ordem do amor porque, por ela, o amor é ordenado em nós.
Virtue, then, is a state of character concerned with choice, lying in a mean, i.e. the mean relative to us, this being determined by a rational principle, and by that principle by which the man of practical wisdom would determine it
Ética a Nicômaco II.6, 1106b36-1107a2 (trad. Ross). A definição de virtude de Aristóteles: disposição de escolha, no meio-termo relativo a nós, fixado pela razão do homem prudente.
The man who thinks himself worthy of less than he is really worthy of is unduly humble, whether his deserts be great or moderate, or his deserts be small but his claims yet smaller
Ética a Nicômaco IV.3 (trad. Ross). A medida certa de si é a magnanimidade: o vaidoso se julga digno de mais do que vale; o que Ross chama de unduly humble, de menos.
Quaeritur enim, an aliquando liberi maiora beneficia dare parentibus suis possint, quam acceperint
De Beneficiis III.29. Sêneca pergunta se os filhos podem dar aos pais benefícios maiores do que receberam, e responde que sim até o fim do livro III.
Non si può chiamare ancora virtù ammazzare li suoi cittadini, tradire gli amici, essere senza fede, senza pietà, senza religione; li quali modi possono far acquistare imperio, ma non gloria
O Príncipe, cap. VIII. Maquiavel diante de Agátocles, tirano de Siracusa: chegou ao poder por crimes, e a isso não se pode chamar virtù. Conquista-se império, não glória.
Nicht Tugend, sondern Tüchtigkeit (Tugend im Renaissance-Stile, virtù, moralinfreie Tugend)
O Anticristo, §2 (escrito no fim do verão e no outono de 1888, publicado em 1894). Nietzsche troca a virtude moral pela capacidade: virtude no estilo do Renascimento, virtù, virtude livre de moralina.
La plénitude de l'amour du prochain, c'est simplement d'être capable de lui demander : « Quel est ton tourment ? »
Simone Weil, Réflexions sur le bon usage des études scolaires en vue de l'amour de Dieu. O amor ao próximo, inteiro, cabe numa pergunta: qual é o teu tormento?
L'attention consiste à suspendre sa pensée, à la laisser disponible, vide et pénétrable à l'objet
Simone Weil, Réflexions sur le bon usage des études scolaires en vue de l'amour de Dieu. A atenção suspende o pensamento e o deixa vazio, disponível para o objeto.
It is not profitable for us at present to do moral philosophy; that should be laid aside at any rate until we have an adequate philosophy of psychology
Elizabeth Anscombe, Modern Moral Philosophy (Philosophy, 1958). A primeira das três teses com que o artigo abre.
In the first place he must have knowledge, secondly he must choose the acts, and choose them for their own sakes, and thirdly his action must proceed from a firm and unchangeable character
Ética a Nicômaco II.4 (trad. Ross). Na arte basta a obra ser boa; na virtude conta o estado de quem age: saber, escolher o ato por ele mesmo, agir de caráter firme.
Humility is not a virtue, or does not arise from reason
Ética IV, proposição 53 (trad. Elwes). Para Spinoza a humildade é tristeza diante da própria fraqueza, uma paixão, e por isso não é virtude.
Ein Thier heranzüchten, das versprechen darf
Genealogia da Moral, segunda dissertação, §1. Criar um animal que possa prometer: a tarefa paradoxal que a natureza se deu em relação ao homem, sustentada por uma memória da vontade.
Celibacy, fasting, penance, mortification, self-denial, humility, silence, solitude, and the whole train of monkish virtues; for what reason are they every where rejected by men of sense, but because they serve to no manner of purpose
Enquiry Concerning the Principles of Morals, seção IX, parte I (1751). Hume tira as virtudes monásticas, humildade inclusa, do catálogo das virtudes: não servem a propósito nenhum.
A deep and enduring acquired excellence of a person, involving a characteristic motivation to produce a certain desired end and reliable success in bringing about that end
Linda Zagzebski, Virtues of the Mind (1996), p. 137. A virtude como excelência adquirida, profunda e duradoura, com motivação para um fim e sucesso confiável em alcançá-lo.
What you should be doing is stating a need, "I need something to drink with lunch," and then we will make sure you have something when you sit down to eat.
Resposta de John Munsch no Stack Overflow (2009) à pergunta sobre como explicar injeção de dependência a uma criança de cinco anos; é a mais votada da página.
The singularity, therefore, will be bottlenecked on signal. The output of the R&D produced by an isolated data centre of geniuses would be a mere "Goodhart Singularity": Goodhart's law: when a measure becomes a target, it ceases to be a good measure. An isolated AI improving itself against benchmarks would only appear to be approaching superintelligence, while actually optimising for eval performance that fails to generalise beyond the lab.
Passagem de Tom Reed no ensaio “The Goodhart Singularity”, publicado em 2026 no Substack Meagre Protestant History, ao discutir benchmarks de IA, sinal e autoaperfeiçoamento.
To think is to forget differences, generalize, make abstractions.
Frase de Jorge Luis Borges no conto “Funes el memorioso”, publicado em 1942 e reunido depois em Ficciones, livro lançado em 1944 pela Editorial Sur.
Contardo Calligaris (1948-2021) foi um grande pensador, com talento para condensar ideias complexas em minidiscursos. Certa vez, declarou à imprensa que "não queria uma vida feliz, desejava uma vida interessante". [...] a felicidade, seja lá o que ela for, não depende de a vida e o mundo terem um sentido no qual eu acredite. Ao contrário, se a vida tiver um sentido fora dela, nas nuvens do paraíso ou dos sonhos, onde vivem as utopias sociais, suspeito que a gente se distrairia dela. E não sei se existe uma chance de viver uma vida plena sem destinar a esse projeto toda a nossa atenção.*
Trecho de Leandro Karnal e Gustavo Arns em O dilema das galinhas felizes, publicado em 2025 pela Record, ao situar uma reflexão sobre Contardo Calligaris e felicidade.
A contínua obra de nossa vida é construir a morte
Citação de Montaigne reproduzida por Simone de Beauvoir em Por uma moral da ambiguidade, livro publicado em 1947 pela Gallimard.
Marco Aurélio (121-180) «O maior dos homens» para Voltaire, «o homem perfeito», segundo Oscar Wilde. No extremo oposto da escala social ao escravo Epicteto, Marco Aurélio foi imperador romano de 161 até à sua morte, em Vindobona (atual Viena), em 180. Os seus Pensamentos foram escritos durante as campanhas militares nos últimos dez anos da sua vida. Em boa verdade, Marco Aurélio vê a vida como uma guerra, «um exílio no estrangeiro; a fama postuma, o esquecimento» (11). Num mundo destes, onde encontrar algo sólido que nos guie e preserve no nosso caminho? A resposta é clara, e claramente estoica: «Que pode então guiar-nos? Única e exclusivamente a filosofia. E ela consiste em velar o Deus interior, para que permaneça isento de ultraje e prejuízo, que triunfe dos prazeres e sofrimentos...» (12) Tal perspetiva da filosofia culmina na atitude correta para com a mortalidade. Marco Aurélio diz que o filósofo deve «aguardar a morte de alma serena» (13). Isto significa cultivar o sentimento de tranquilidade que já vimos em Séneca: «A perfeição moral consiste em passar cada dia como se fosse o último, em evitar a agitação, o torpor, a falsidade.» (14) Como é natural, os Pensamentos acabam com uma reflexão sobre a morte. Marco Aurélio pergunta: « Que procuras ainda? Prolongar a tua vida? » (15) O objetivo da vida é seguir a razão e o espírito divino e aceitar o que a natureza nos envia. Viver desta maneira significa não temer a morte, mas desprezá-la. A morte só aterra aqueles que que são incapazes de viver no presente. Marco Aurélio conclui: «Parte, pois, de boa vontade para corresponder à de quem te liberta.»
Passagem de Simon Critchley em O Livro dos Filósofos Mortos, edição portuguesa publicada em 2020 pela Edições 70, ao tratar de Marco Aurélio e dos Pensamentos.
Peregrino foi um cínico que começou como cristão e se autoproclamou «Proteu», à semelhança da personagem homérica capaz de múltiplas e repentinas transformações.
Passagem de Simon Critchley em O Livro dos Filósofos Mortos, publicado em 2020 pela Edições 70.
Apesar de ser uma figura bastante influente nos séculos vindouros, Epicteto é uma espécie de mestre do truísmo moral estoico, exposto de uma forma serena, mas ao mesmo tempo segura e muito acessível. Encoraja a autoconfiança, a aceitação da providência e a paciência em todas as situações.
Trecho de Simon Critchley em O livro dos filósofos mortos, edição em português publicada em 2020 pela Edições 70.
Sempre que os filósofos são ameaçados por imperadores ou aspirantes a imperador, o que deve ser mantido em todas as ocasiões é a tranquilidade.
Passagem de Simon Critchley em O livro dos filósofos mortos, publicado em 2020 por Edições 70, na edição em português do livro originalmente lançado em inglês em 2009.
Quando Zenão de Cítio perdeu todos os seus bens num naufrágio, disse: «o destino convida-me a ser um filósofo menos sobrecarregado», um comentário repetido mais tarde por Espinosa.
Passagem de Simon Critchley em O Livro dos Filósofos Mortos, edição brasileira publicada em 2020 pela Edições 70, no contexto de seu panorama sobre filósofos e suas mortes.
O que um filósofo procura e tenta ensinar é algo «grande, supremo e quase divino». É uma serena firmeza da mente, uma tranquilidade, na qual a mente procura seguir um rumo constante, permanecendo num estado de equilíbrio. Mas isto não é a tranquilidade de Lucrécio e Epicuro, com a sua crença materialista na mortalidade da alma. Para os estoicos, como Séneca, Epicteto e Marco Aurélio, o ser humano é um composto de alma e corpo no qual a morte representa a separação entre ambos. Mas embora o estoicismo influencie o cristianismo, esta noção da alma não é cristã. A alma, para os estoicos, é «sopro divino» que se manifesta na nossa racionalidade, à qual também se chama «princípio regulador». Esta alma racional é parte de uma alma mundo que é divina. Assim, e de acordo com uma imagem muito usada pelos estoicos e que vimos atrás com Crisipo, a alma individual é o microcosmo do macrocosmo animado e divino. No momento da morte, é a este macrocosmo que regressamos, a esta substância universal e, em última instância, divina.
Trecho de Simon Critchley em O livro dos filósofos mortos, edição em português publicada em 2020 pela Edições 70, no contexto de sua exposição sobre a concepção estoica da alma e da morte.
A alma, para os estoicos, é «sopro divino» que se manifesta na nossa racionalidade, à qual também se chama «princípio regulador». Esta alma racional é parte de uma alma mundo que é divina.
Passagem de Simon Critchley em O Livro dos Filósofos Mortos, edição brasileira publicada em 2020 pela Edições 70.
como afirma Séneca: «A vida do filósofo estende-se amplamente: ele não está confinado pelas mesmas limitações que os outros. Só ele é livre das leis que limitam a raça humana, e todas as idades o servem como a um deus. Algum tempo passou: ele apreende-o na memória. O tempo é presente: ele usa-o. O tempo virá: ele antecipa-o. Esta combinação de todos os tempos num dá-lhe uma vida longa.»
Passagem apresentada por Simon Critchley em O Livro dos Filósofos Mortos, publicado em português pela Edições 70 em 2020, ao citar Séneca no livro.
O filósofo, para Séneca, goza de uma vida longa, porque não se preocupa com a sua brevidade. Vive no presente e, na minha opinião, a única imortalidade que a filosofia pode prometer é permitir-nos habitar o presente sem preocupação com o futuro.
Passagem de Simon Critchley em O Livro dos Filósofos Mortos, edição em português publicada em 2020 por Edições 70, a partir do original The Book of Dead Philosophers.
Chuang Tse faz aqui uma reivindicação ainda mais radical: se a vida e a morte se equiparam, então os mortos não devem ser chorados, mas o seu falecimento deve ser aceite e até celebrado.
Passagem de Simon Critchley em O Livro dos Filósofos Mortos, edição portuguesa publicada em 2020 por Edições 70.
Para Chuang Tse, tudo o que existe é bom. A morte nada mais é do que uma mudança de uma forma de existência para outra. Se conseguirmos encontrar a felicidade nesta existência, então porque não poderemos encontrá-la numa nova forma de existência como comida para as formigas, para os corvos ou até para os ursos? A existência é definida pelas suas transições entre uma forma e outra e todas as formas devem ser aceites por aquilo que são. Por isso, Chuang Tse escreve: «A morte e a vida consistem em transformações permanentes. Não são o fim nem o início. Quando compreendermos este mecanismo podemos equiparar vida e morte.»
Trecho de Simon Critchley em O Livro dos Filósofos Mortos, edição portuguesa publicada em 2020 pela Edições 70, ao apresentar a visão de Chuang Tse sobre vida e morte.
O núcleo da versão do taoismo de Chuang Tse está na crença de que se deve permitir que tudo se comporte de acordo com a sua natureza. O comportamento reto consiste em permitir que as coisas sejam, sem as forçar a ser algo através de um esforço da vontade ou envolvendo-se numa especulação vazia. Esta é uma forma de abordar a ideia do «sem agir» ou «wu wei», que não significa ser passivo, mas apenas fazer o que concorda com a natureza de uma coisa. Portanto, para Chuang Tse: «A grande terra sobrecarrega-me com um corpo, impõe-me as agruras da vida, facilita-me na velhice e acalma-me na morte. Se a vida é boa, a morte também.»
Passagem de Simon Critchley em O Livro dos Filósofos Mortos, publicado pela Edições 70 em 2020, ao apresentar a visão de Chuang Tse sobre o wu wei e a morte.
Conta-se que Mozi foi o fundador do Moismo, uma escola filosófica consagrada à frugalidade, autorreflexão e ao que agora se chamaria justiça distributiva.
Passagem de Simon Critchley em O Livro dos Filósofos Mortos, publicado em 2020 por Edições 70.
Zenão de Cítio (335–263 a. C.) Fundador do estoicismo, foi encontrado a comer figos verdes e estendido ao sol. Era moreno, com um pescoço torcido e, segundo todos os relatos, algo áspero de carácter. Curiosamente, Zenão não era grego, mas um fenício que acabou em Atenas, na miséria, devido a um naufrágio ao largo do Pireu, o porto de Atenas, com uma carga de púrpura. Naturalmente, A República de Platão tem lugar no Pireu, e foi contra Platão que Zenão escreveu a sua própria República, que era extraordinariamente radical, bastante admirada e estabeleceu a sua fama filosófica. Segundo Plutarco, Zenão defendia que a organização política não devia assentar nas cidades, cada uma confinada ao seu próprio sistema legal, mas, ao invés, que todos os seres humanos deviam considerar-se concidadãos. De uma maneira muito pouco grega, a cidadania era alargada a mulheres e escravos. Zenão declarava-se ainda contra a construção de templos e tribunais e denunciava o uso do dinheiro. Era a favor de uma comunidade aberta de esposas e maridos e advogava o vestuário unissexo. É provável que também tenha defendido o incesto e o canibalismo. É verdade que o radicalismo de Zenão era motivo de embaraço para os estoicos romanos mais tardios, como Séneca e Marco Aurélio, quando o estoicismo gozava da aprovação imperial nas classes mais altas da sociedade.
Passagem de Simon Critchley em O Livro dos Filósofos Mortos, edição em português publicada pela Edições 70, ao tratar de Zenão de Cítio e do estoicismo.
o cético é apenas cético quanto à possibilidade da crença enquanto tal. O seu conselho é o de olhar para os dois lados de uma questão e praticar a suspensão do juízo, ou o que foi chamado de epoqué, em todos os assuntos. Nas palavras de Fílon, «não há nada seguro que possamos afirmar acerca de alguma coisa». O cético não declina nem escolhe, limita-se a suspender o juízo e a praticar o silêncio ou a afasia. Deste modo, o cético recusa afirmar ou negar que há vida depois da morte, se a alma é separada do corpo ou se há um céu ou um inferno. Ao nos abstermos de afirmar ou negar o que quer que seja, vivemos numa tranquilidade que se abre para todas as formas de inquérito e tornamo-nos completamente alheios a qualquer espécie de dogmatismo.
Trecho de Simon Critchley em O Livro dos Filósofos Mortos, edição em português publicada em 2010 pela Edições 70, apresentado no livro como passagem sobre o ceticismo.
Guderne kjedede sig, derfor skabte de Menneskene
De Enten-Eller I (1843), seção 'Vexel-Driften', sob a persona do esteta A. O tédio é a raiz de todo o mal e força motriz da criação; os deuses se entediaram e criaram os homens.
Numa ocasião, Platão definiu o ser humano como um animal, bípede e sem penas, pelo qual foi calorosamente aplaudido. Diógenes depenou uma galinha e levou para a sala de aulas, declarando: «Aqui está o homem de Platão.»
Passagem de Simon Critchley em O Livro dos Filósofos Mortos, edição em português publicada pela Edições 70, na qual o autor reconta um episódio envolvendo Platão e Diógenes.
defendia a partilha comunitária de esposas e maridos e ensinava que as crianças também deviam ser tratadas em comunidade. Pensava igualmente que não havia nada de errado em roubar de um templo e comer qualquer tipo de carne, incluindo carne humana. Quando lhe perguntavam de onde vinha, Diógenes respondia que era um «cidadão do mundo» ou kosmopolites. Quem dera que mais pretensos cosmopolitas contemporâneos bebessem água com as mãos, comessem carne humana, abraçassem estátuas e se masturbassem em público. De facto, o «cosmopolitismo» de Diógenes é muito mais uma posição antipolítica do que qualquer espécie de internacionalismo vulgar.
Passagem de Simon Critchley em O Livro dos Filósofos Mortos, edição brasileira publicada por Edições 70, no trecho em que trata de Diógenes e do sentido de seu cosmopolitismo.
