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Work In Progress (Por que eu ainda tento escrever códigos incríveis?!)

O autor relembra a experiência com versões “work in progress” de The Wall, do Pink Floyd, para dizer que obras, inclusive as artísticas, não nascem prontas. Criar, para ele, é revisar, ajustar e dialogar com o próprio resultado.

Ele trata o trabalho como expressão, identidade e legado, e afirma que seu código, seus textos, palestras e diagramas fazem parte dessa forma de se mostrar ao mundo. Também diz que seu melhor projeto ainda está por vir, que escolhe não se limitar e que escreve códigos incríveis porque isso o ajuda a ser uma pessoa melhor.

Fichamento
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  • A publicação é uma releitura de um texto escrito em 2012 e reflete a forma como o autor percebe seu trabalho.
  • A experiência com a edição deluxe de The Wall, que traz versões “work in progress”, o levou a pensar sobre como obras passam por revisão e ajuste.
  • O autor diz que versões prévias podem ter arranjos, letras e intenções diferentes das versões finais.
  • Para ele, criação é um processo iterativo de melhorar o que já está bom.
  • O trabalho aparece como canal de comunicação e forma de expressão pessoal.
  • Código, posts, palestras e diagramas são apresentados como expressões do autor.
  • Ele diz que busca aprovação dos outros, mas sobretudo a própria aprovação.
  • Em obras grandes, o cuidado com detalhes aparece como consequência de não se conseguir concluir o todo.
  • O autor entende o próprio trabalho como legado e associa o grandioso a pequenas partes ainda mais incríveis.
  • Quando alguém diz que ninguém lê no ritmo em que ele escreve, ele entende a crítica, mas não quer mudar por isso.
  • Ele afirma que não aceita limitantes e não quer viver nada menos do que pode.
  • Sua maior obra seria sempre a próxima, e seu melhor código seria o que ainda não foi escrito.
  • Se toda escolha é uma renúncia, ele diz renunciar à acomodação e à busca de aprovação dos outros.
  • O texto traz a ideia de que projetos podem deixar de impulsionar e passar a limitar, e então é preciso saber quando parar.
  • O autor associa esse momento de parada ao caso de The Wall e à necessidade de seguir para novos desafios.
  • Ele defende celebrar vitórias e levar memórias, aprendizados e cicatrizes.
  • Ao citar Einstein, afirma que a mente aberta a uma nova ideia não volta ao tamanho original.
  • Ele admite não saber se seu código, seus textos ou sua pessoa são bons, mas diz se empenhar muito em tudo.
  • O texto termina com a ideia de que ele está em “Work In Progress” e tenta fazer hoje melhor do que fez ontem.