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Viagem de carro à Argentina
A página reúne o que o motorista precisa levar para cruzar a fronteira e entrar na Argentina de carro. O texto destaca documentos pessoais e do veículo, itens de segurança obrigatórios, regras para crianças e a necessidade de levar moeda local para os pedágios.
Fichamento#
- A viagem de carro para a Argentina exige mais burocracia, mas o texto a apresenta como uma aventura que pode valer a pena.
- A Carta Verde é obrigatória para rodar nos países do Mercosul, e não substitui a CNH.
- O motorista deve levar CNH válida e carteira de identidade original, em bom estado e com foto atual; o passaporte não é necessariamente exigido para brasileiros.
- O veículo precisa estar com o Certificado de Registro e Licenciamento original; se não estiver no nome do motorista, é necessária autorização do proprietário reconhecida em cartório.
- Se o carro for financiado, o texto orienta consultar a financeira ou o banco para conseguir a autorização de uso.
- Além dos itens básicos exigidos nas estradas brasileiras, o carro deve ter extintor dentro da validade e um triângulo adicional.
- O texto menciona relatos de exigências extras feitas por policiais rodoviários, como kit de primeiros socorros, estepe duplo, correntes para pneus, cabo de aço ou cambão, apoio de cabeça em todos os bancos e dois lençóis brancos, mas afirma que isso não está na lei argentina.
- Há alerta para a possibilidade de pedido de propina por policiais na estrada, e o texto deixa a decisão sobre levar os itens extras por conta do motorista.
- Acessórios não originais, como grades de proteção e engates para reboque em picapes, são apontados como proibidos.
- Para crianças pequenas, o uso de cadeirinha é obrigatório, e a criança precisa apresentar RG ou passaporte; certidão de nascimento não é aceita.
- Menores de 18 anos só podem viajar acompanhados do pai e da mãe; se um deles faltar, é preciso autorização especial reconhecida em cartório.
- O texto recomenda legalizar os documentos no Ministério das Relações Exteriores/Itamaraty.
- Depois da fronteira, reais não são aceitos nos pedágios, então é preciso levar moeda local.
- No fim, o texto reforça que o motorista deve dirigir com cuidado, respeitar o limite de velocidade e não beber antes de dirigir.
