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Vamos falar sobre Story Mapping
O texto apresenta o Story Mapping como uma técnica para lidar com a priorização do backlog e a definição de releases. Ele destaca que a prática ajuda a alinhar expectativas entre stakeholders, separar o que é essencial e organizar entregas de valor, especialmente no início do projeto ou após uma mudança de objetivo.
Fichamento#
- O Story Mapping foi criado por Jeff Patton e descrito no livro “User Story Mapping”.
- A técnica é útil quando o projeto está começando ou quando há uma mudança de objetivo que altera o escopo planejado.
- O primeiro passo é montar um fluxo de uso ou uma Big Story que descreva a interação do usuário com o produto.
- Se o fluxo ainda não existir, ele pode ser construído com os donos do produto e o time envolvido.
- O segundo passo é analisar o fluxo para identificar etapas do mesmo contexto e formar os épicos.
- Os épicos funcionam como backbone do story mapping.
- Depois disso, as histórias de usuário são detalhadas dentro de cada épico, mas ainda passam por refinamento depois.
- O objetivo nessa etapa é mapear os itens de trabalho, não escrevê-los em detalhe.
- O texto recomenda definir objetivos claros, priorizados e factíveis para permitir releases com mais valor.
- Se os objetivos forem amplos demais, eles podem ser divididos em partes menores e virar milestones de entrega.
- Um MVP pode ser um primeiro release para gerar valor mais rapidamente e validar hipóteses.
- O terceiro passo é distribuir os itens de trabalho entre os objetivos já mapeados e priorizados.
- Uma forma de fazer isso é usar raias no board, em que cada raia representa um objetivo.
- O texto diz que o fatiamento do backlog deixa objetivos na horizontal e épicos com suas histórias na vertical.
- A participação dos stakeholders ajuda a alinhar expectativas, definir um MVP coerente com o negócio e direcionar as próximas etapas do projeto.
