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Universidade pessoal – reflexões de uma pessoa autodidata

A autora relata sua experiência como pessoa autodidata e explica que consegue estudar porque organiza o trabalho e a rotina para incluir esse tempo. Ela vê os livros como objetos de trabalho, escolhe temas conforme seus interesses e objetivos, e chama esse modo de aprender de “universidade pessoal”.

Fichamento
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  • Trabalhar em casa facilita porque permite encaixar estudo entre as horas de trabalho e reservar tarefas de maior concentração para o período em que o filho está na escola.
  • Sair de casa para estudar ou trabalhar em outros lugares, como café, padaria ou livraria, também ajuda em alguns momentos.
  • Quando trabalhava fora, ela estudava antes do expediente, no almoço ou depois que o filho dormia.
  • Para ela, a principal vantagem da organização é conseguir priorizar e fazer o dia render.
  • Ler e estudar fazem parte da vida, e ela usa pequenas janelas do dia a dia para isso.
  • A maioria dos livros que possui é de trabalho, ligados à profissão e a temas como organização, administração, vendas e internet.
  • O aprendizado é, em geral, tocado por ela mesma, embora faça cursos e troque ideias com outras pessoas.
  • Ela deixou de fazer outra faculdade porque preferiu usar o dinheiro em livros e cursos esparsos.
  • Como gosta de muitos assuntos, prefere estudar por conta própria a seguir um currículo fixo de faculdade.
  • “Universidade pessoal” é o nome que dá ao modo de selecionar temas de interesse e estudá-los em ciclos.
  • Os assuntos estudados no momento incluem vendas, inglês, italiano, oratória, crítica literária, empreendedorismo, GTD, investimentos e andragogia.
  • O modo de estudar muda conforme a disciplina, porque cada uma pede recursos diferentes.
  • Para inglês, ela busca fluência, pronúncia e gramática em curso online, conversa com um amigo e lê artigos e livros no idioma.
  • Para italiano, estuda gramática, tira dúvidas com a avó e ouve músicas para se acostumar com a pronúncia.
  • Para oratória, lê livros, usa treinamentos e workshops como laboratório, treina no espelho, recebe orientação de voz e pronúncia, grava vídeos e faz testes.
  • Para estudar, ela diz que precisa apenas de cadeira, mesa e silêncio, embora um escritório em casa ajude.
  • Com filho pequeno, ela organiza a rotina da família, aproveita os períodos em que ele está com o pai ou na escola e ajusta os horários conforme a necessidade.
  • Ela defende que nada acontece sozinho e que organização, motivação e disciplina são necessárias.
  • Também aproveita tempos mortos, como condução, fila, almoço e Carnaval, para ler revistas e matérias de interesse.
  • No fechamento, recomenda definir orçamento para livros, levar material de estudo consigo e planejar a semana com as 168 horas disponíveis.