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Um exemplo prático da importância da lei de Conway

A lei de Conway é apresentada como uma regra prática para pensar arquitetura de software e organização de times. O texto afirma que, com o tempo, a estrutura do software tende a repetir a estrutura de comunicação da empresa que o desenvolve.

Em um cenário com três squads por área de negócio, um núcleo corporativo para bancos de dados e um time para operação, a página prevê três contextos bem delimitados no backend, uma base única e monolítica para o conjunto do software e deploy combinado entre todos os times. Também aponta que conversas incentivadas em ferramentas e ritos da organização aumentam a chance de acoplamento entre componentes. A conclusão é que o design da estrutura organizacional precisa ser compatível com o tipo de arquitetura desejada, incluindo a diluição de núcleos centrais quando se quer reduzir monólito e permitir deploy independente.

Fichamento
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  • A lei de Conway é usada para mostrar que a arquitetura do software tende a reproduzir a comunicação da empresa.
  • Com três squads por área de negócio, um núcleo corporativo de bancos de dados e um time de operação, a solução tende a refletir essa divisão.
  • O texto prevê três contextos fortes no backend, com código próprio para cada frontend, mas sem fácil acesso externo.
  • A base de dados tende a virar uma estrutura única, compartilhada, acoplada e monolítica, servindo como gargalo de evolução.
  • O deploy tende a ser combinado, em formato tudo ou nada, envolvendo as entregas de todos os times.
  • Pela teoria das restrições, o ritmo das entregas tende a ser definido pelo time menos eficiente.
  • Conversas incentivadas em ferramentas de comunicação ou ritos da organização aumentam a chance de acoplamento entre componentes.
  • Se a intenção for evitar base monolítica e permitir deploy independente, o núcleo de DBA e o núcleo de operações precisam ser diluídos nas squads.
  • Se a organização quiser oferecer uma experiência externa consistente e consolidada, o texto indica a necessidade de uma equipe responsável por isso.
  • O CTO precisa garantir que a estrutura dos times seja compatível com a arquitetura pretendida.