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Twitter muda de Ruby para Java. Ruby é 3x mais lento que Java.
O texto rebate a conclusão de que a migração do Twitter de Ruby para Java provaria que Ruby é ruim. Ele trata essa leitura como generalização apressada e como mistura de vieses cognitivos, porque um caso específico não autoriza uma regra para todo projeto.
Também defende que o ganho do Twitter veio da mudança de arquitetura, do uso de processamento assíncrono e da redução de débito técnico. A página insiste que performance não é a única variável e que a escolha de tecnologia depende do contexto, da escala e dos custos de desenvolvimento e manutenção.
Fichamento#
- O post do Twitter mostra que a pesquisa ficou 3x mais rápida e que as máquinas passaram a ter 10 vezes mais capacidade.
- A conclusão de que Ruby é ruim e que todos deveriam trocar para Java é tratada como generalização apressada.
- O texto lista vieses cognitivos usados nessas leituras, como anchoring, bandwagon effect, confirmation bias, negative bias e status quo bias.
- A explicação central do caso do Twitter é a mudança de arquitetura, com um serviço assíncrono e com débito técnico acumulado no código Ruby.
- O artigo original é defendido como bom, mas as republicações são criticadas por sensacionalismo.
- A página diz que o caso do Twitter é uma exceção e que não autoriza conclusões gerais sobre Ruby.
- Performance não é apresentada como a única variável de decisão.
- Ruby on Rails é descrito como uma escolha que troca performance por produtividade, mantenabilidade e prazer de uso em muitos projetos.
- O texto afirma que a maioria dos desenvolvedores nem distingue requisições síncronas de assíncronas ou sistemas de filas.
- Se a prioridade for performance bruta, o texto diz que a resposta coerente é ir direto para C.
- A provocação final afirma que Java foi adotado por produtividade, não por performance, e que o mesmo raciocínio vale para Ruby e Python em certos nichos.
