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[HQview] Transmetropolitan – Volume 3: O Ano do Bastardo
O texto registra o retorno de Transmetropolitan em capa dura, com 12 edições reunidas em um encadernado que junta os arcos “O ano do bastardo” e “A nova escória”. A resenha destaca que a decisão da Panini evita separar a leitura em dois volumes e concentra o segundo ano completo da série.
Fichamento#
- A Panini lançou o terceiro volume depois de quase um ano de hiato, em capa dura para livrarias, reunindo 12 edições da série.
- O encadernado traz dois arcos de seis histórias cada, “O ano do bastardo” e “A nova escória”, e a junção dos dois é vista como uma escolha acertada.
- Em “O ano do bastardo”, Spider Jerusalém volta a cobrir política por imposição do editor, mesmo tendo prometido ficar longe do tema.
- Spider passa a apoiar o candidato sorridente porque o vê como alternativa ao presidente atual, que ele chama de A Besta.
- A história é descrita como divertida e marcada pelo humor ácido de Spider, que leva a campanha a situações improváveis.
- O texto diz que a trama critica a política americana de forma caricata, mas com paralelos com a política brasileira.
- Em “A nova escória”, Spider lida com a decepção com o candidato apoiado, com a fama da cobertura, com a morte de uma amiga e com suas duas assistentes.
- Esse segundo arco é apresentado como mais reflexivo, com foco nos problemas daquele mundo e na ideia de que ele não tem salvação.
- As entrevistas com os candidatos são apontadas como os pontos altos do arco.
- A entrevista com o presidente rende a fala mais catarse de Spider, em que ele explode contra o político e o chama de A Besta.
- No fim, Spider lamenta o vencedor da eleição, e o texto recomenda a leitura da história.
- A edição fecha com duas histórias curtas publicadas em Vertigo Winter’s Edge, tratadas como divertidas e sem prejuízo para os arcos principais.
