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The Secret of Monkey Island es el mejor videojuego del mundo
O texto apresenta The Secret of Monkey Island como um marco das aventuras gráficas e como parte de uma época em que resolver jogos exigia tempo, tentativa e erro e muita persistência. Para o autor, o jogo vale tanto pelo lugar que ocupa na cultura popular quanto pela forma como usa humor, diálogo e estrutura de aventura para se impor.
Fichamento#
- Situa o jogo no início dos anos 90, quando as aventuras gráficas dominavam e avançar podia levar semanas.
- Trata Monkey Island como um clássico da cultura popular, restrito aqui às duas primeiras partes da saga.
- Diz que o jogo fez parte da formação do autor e que ele aprendeu mais com os dois primeiros jogos do que com a faculdade.
- Descreve a estrutura da história como uma versão deformada da viagem do herói, com uma princesa que sabe se cuidar, um protagonista trapalhão e um vilão carismático.
- Destaca o sistema antipirataria físico da roda de cartolina e o interface SCUMM.
- Aponta como virtudes centrais o guião, os diálogos, a autorreferência, o metahomenagem, a paródia de género e a sensação de liberdade.
- Usa o exemplo da frase final personalizável para mostrar que o jogo permite trocar a moraleja heroica por uma piada.
- Enumera elementos concretos do jogo como as lutas de insultos, o frango de borracha, o macaco de três cabeças, Stan, LeChuck, Herman Toothrot, o Grog e outros detalhes cómicos.
- Explica que o segredo do título funciona como macguffin e que o importante é o percurso, os enigmas e a transformação do jogador.
- Recomenda jogar o título e diz que, para o autor, Monkey Island 2 ainda é mais querido que o primeiro.
