📎 Webclip
Storytelling é coisa da vovó
A partir das segundas-feiras em que almoça com a avó em Perdizes, o autor descreve como aprendeu com ela mais sobre storytelling do que na faculdade. Ele mostra que a avó fala do cotidiano, comenta notícias e logo emenda histórias longas, variadas e cheias de vida.
Fichamento#
- O autor relaciona o aprendizado sobre storytelling às conversas com a avó, Dona Helena, em seu apartamento em Perdizes.
- Ele associa a boa cozinha e a boa narrativa à experiência de vida acumulada na velhice e na família.
- A avó conta passagens da própria vida, que incluem infância no interior, travessuras, ida cedo para o Rio de Janeiro e trabalho como criada e babá.
- O texto apresenta as histórias dela como variadas em gênero, com comédia, drama, biografia e romance.
- Entre os exemplos de comédia, aparece a história do louro que imitava o nome do cachorro até fazê-lo correr.
- Entre os exemplos de drama, aparece a história do acidente com a arma deixada do lado de fora da casa e suas consequências para a família.
- Entre os exemplos de biografia, o texto cita Chico Alves, o Buick dele e a forma como a lembrança do cantor surge na narrativa da avó.
- Entre os exemplos de romance, o texto narra o encontro dos avós em uma festa junina e a frase sobre os fogos de artifício comemorarem o encontro.
- O autor diz que não consegue contar essas histórias como a avó, com a mesma paixão, emoção e presença.
- No fim, ele menciona uma prece antiga em que a avó pede a Deus que não a deixe tagarela, e conclui que esse pedido não foi atendido.
