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Some thoughts on Deconstruct 2017
The post says Deconstruct is a technology-agnostic conference carefully curated by Gary Bernhardt, with a single track, no sponsors, and speakers chosen for high-impact talks. The author finds the lineup inspiring and notes that the conference felt safer than many tech spaces, but not inclusive or comfortable enough.
She describes feeling out of place because many attendees were men, few women or people of color were present, and people often assumed she was a bootcamp student. She highlights Jenn Schiffer, Suz Hinton, David Nolen, Justin Searls, and Michael Bernstein, and ends by asking attendees to bring someone who does not look like them next year.
Fichamento #
- A conferência é apresentada como agnóstica em relação a tecnologia, sem patrocinadores, em trilha única e montada com palestrantes escolhidos por histórico de falas de grande impacto.
- A autora vê o evento como raro num cenário cheio de pessoas vendendo coisas e recrutadores.
- Ela diz que o lineup foi inspirador e, em alguns momentos, surpreendente.
- Justin Searls e Michael Bernstein tocaram em temas de raça, gênero e inclusão.
- Ver Suz Hinton e David Nolen falar foi transformador para ela.
- A ausência de mulheres e pessoas de cor na plateia foi muito visível.
- A cena de 300+ homens indo ao banheiro depois da primeira palestra marcou para ela o desequilíbrio do público.
- A presença de pessoas da Ada Academy nas mulheres mostrou uma concentração de participantes com tickets muito acessíveis oferecidos à escola.
- Ao longo de toda a conferência, pessoas assumiram que ela era uma aluna de bootcamp.
- Ela diz que havia outras mulheres que já trabalhavam com desenvolvimento, mas eram poucas, o que a fazia se sentir fora do lugar.
- Jenn Schiffer era a palestra que ela mais esperava ver.
- O humor de Jenn Schiffer é descrito como direto, generificado e ligado à experiência de uma mulher.
- A autora lamenta não ter aplaudido de pé por causa do cansaço e da insegurança.
- Ela afirma que exclusividade pode servir para afastar pessoas nocivas e também para criar espaços seguros e reunir gente com interesses parecidos.
- No caso do Deconstruct, ela entende que o público veio muito por redes pessoais e boca a boca, o que produziu uma plateia homogênea.
- Ao mesmo tempo, ela diz que a plateia era formada por desenvolvedores reflexivos e interessados em crescer.
- Ela se sentiu relativamente segura no evento, mas diz que segurança, inclusão e conforto não são a mesma coisa.
- A autora vê o trabalho de Gary como algo bom e diz que os problemas são sistêmicos.
- Para o próximo ano, ela quer ver mais mulheres de cor no palco.
- Ela desafia os participantes a convidarem alguém que não se pareça com eles para o próximo evento.