↓ Ir para o conteúdo principal

← todas as notas

📎 Webclip

Se você é do tipo que se ofende, não leia

O texto diz que o modelo de sociedade e o sistema de ensino levam as pessoas a seguir um caminho convencional sem questionar. Também afirma que escola e faculdade foram formatadas para formar empregados e que o controle político nas instituições públicas usa o currículo para doutrinar jovens com fins políticos.

A publicação contrapõe esse modelo à ideia de “voar com as próprias asas”, como metáfora para sair da gaiola da conformidade. Defende que cada pessoa busque alternativas, não aceite menos do que seu potencial permite e não se deixe doutrinar por redes sociais, palanques ou pela promessa de segurança do emprego.

Fichamento
#

  • O modelo de sociedade e o sistema de ensino levam as pessoas a seguir um fluxo convencional sem questionar.
  • Escola e faculdade são descritas como um sistema retrógrado formatado para formar empregados.
  • O texto afirma que instituições públicas usam o currículo controlado pelo Estado para doutrinar jovens com fins políticos.
  • A maioria disputa vagas de emprego, o que pressiona os salários para baixo.
  • O valor de uma pessoa aparece ligado à raridade, não à importância.
  • O autor compara empregados modernos a escravos modernos, presos a dívidas, cartão de crédito, impostos e aposentadoria do governo.
  • O texto diz que as pessoas foram treinadas para ver a CLT como segurança e para aceitar como normais benefícios, escola e hospitais públicos.
  • O autor diz desejar que os filhos não tenham carteira de trabalho assinada e não dependam de governo.
  • A mensagem final pede que o leitor não aceite menos do que seu potencial, não engula tudo que a sociedade empurra e viva seu sonho.