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Se você é do tipo que se ofende, não leia
O texto diz que o modelo de sociedade e o sistema de ensino levam as pessoas a seguir um caminho convencional sem questionar. Também afirma que escola e faculdade foram formatadas para formar empregados e que o controle político nas instituições públicas usa o currículo para doutrinar jovens com fins políticos.
A publicação contrapõe esse modelo à ideia de “voar com as próprias asas”, como metáfora para sair da gaiola da conformidade. Defende que cada pessoa busque alternativas, não aceite menos do que seu potencial permite e não se deixe doutrinar por redes sociais, palanques ou pela promessa de segurança do emprego.
Fichamento#
- O modelo de sociedade e o sistema de ensino levam as pessoas a seguir um fluxo convencional sem questionar.
- Escola e faculdade são descritas como um sistema retrógrado formatado para formar empregados.
- O texto afirma que instituições públicas usam o currículo controlado pelo Estado para doutrinar jovens com fins políticos.
- A maioria disputa vagas de emprego, o que pressiona os salários para baixo.
- O valor de uma pessoa aparece ligado à raridade, não à importância.
- O autor compara empregados modernos a escravos modernos, presos a dívidas, cartão de crédito, impostos e aposentadoria do governo.
- O texto diz que as pessoas foram treinadas para ver a CLT como segurança e para aceitar como normais benefícios, escola e hospitais públicos.
- O autor diz desejar que os filhos não tenham carteira de trabalho assinada e não dependam de governo.
- A mensagem final pede que o leitor não aceite menos do que seu potencial, não engula tudo que a sociedade empurra e viva seu sonho.
