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Die wohlfeilste Art des Stolzes hingegen ist der Nationalstolz

De Aphorismen zur Lebensweisheit, capítulo IV (“Von Dem, was Einer vorstellt”), §2 (“Vom Stolz”), em Parerga und Paralipomena I (1851). Schopenhauer separa orgulho legítimo (baseado em alguma qualidade real do indivíduo) e orgulho barato (que não custa nada, pois apenas se identifica com um agregado coletivo no qual o indivíduo não teve papel de produção).

O orgulho nacional se enquadra na segunda categoria. Para se orgulhar de si mesmo é preciso ter feito algo; para se orgulhar da própria nação basta ter nascido nela. Quem não dispõe de qualidades pessoais agarra-se ao coletivo onde foi inserido por acidente de nascimento.

A passagem foi citada repetidamente no século XX contra o nacionalismo — de Stefan Zweig em Die Welt von Gestern (1942) ao circuito do exílio antifascista. Ela faz parte de um conjunto de aforismos schopenhauerianos sobre vaidade coletiva que prenunciam a crítica nietzschiana ao “rebanho”.