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Reflexão sobre os sistemas de produtividade

A autora revê a sua experiência com vários métodos e ferramentas de organização, incluindo agenda em papel, Toodledo, Google Tasks e Evernote. Depois de tentar várias vezes o GTD, considera-o pesado para a sua rotina e prefere um sistema mais simples, alinhado com o seu trabalho de pós-doc, em que escolhe o que faz e mantém poucas tarefas em paralelo.

Também lê o The Power of Less e o Zen to Done, que lhe fazem mais sentido por valorizarem menos projetos ao mesmo tempo, tarefas essenciais e adaptação ao contexto pessoal. A conclusão é que os sistemas de produtividade têm vantagens e limites, e que cada pessoa deve ajustá-los à própria realidade.

Fichamento
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  • Já usou agenda em papel, Toodledo, Google Tasks e outras ferramentas para organizar tarefas.
  • Considera que a escolha de método e ferramenta depende do tipo de tarefas, dos projetos e do estilo de vida.
  • Vê o GTD como demasiado complexo para a sua forma de trabalhar, com muitas listas e decisões por tarefa.
  • Ao tentar o GTD no Evernote outra vez, leu o livro do David Allen, reviu textos da Thais e seguiu os passos indicados, mas voltou a achar o sistema excessivo para si.
  • Diz que, por dizer mais vezes não e focar-se no essencial, já não precisa de um sistema tão pesado.
  • Como pós-doc, tem liberdade para decidir o que fazer e afirma que a principal obrigação do seu trabalho é produzir ciência.
  • O The Power of Less faz sentido para ela porque defende trabalhar em poucos projetos ao mesmo tempo.
  • O Zen to Done adapta o GTD a uma vida simples e minimalista, e por isso encaixa melhor na sua realidade.
  • Concorda que o ZTD é uma adaptação do GTD e de outros conceitos, como Big Rocks e MITs.
  • Defende que cada pessoa deve adaptar os sistemas de produtividade ao próprio trabalho, porque as necessidades de organização variam muito entre profissões.
  • Conclui que não existe um sistema que funcione a 100% para toda a gente.