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Quarentena: 10 grandes cérebros brasileiros indicam grandes livros

A página defende que, em meio à pandemia e ao excesso de informação, livros podem ampliar a noção de mundo, dar sobriedade e abrir novas possibilidades de sentir e refletir. A partir de dez recomendações de brasileiros de áreas diversas, o texto associa leitura a crise, isolamento, saúde mental, política, feminismo, aventura e vida em comum.

Fichamento
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  • A pandemia e o excesso de informação alimentam incertezas, medos e equívocos.
  • O texto afirma que conhecimento bem estimulado ajuda a passar por crises com menos turbulência.
  • A proposta é indicar grandes livros para quem vai ficar em casa ou passa muito tempo no trajeto ao trabalho.
  • A leitura é apresentada como forma de ampliar o mundo e fortalecer quem lê.
  • Leandro Karnal recomenda A Paixão Segundo G.H., de Clarice Lispector, por trazer solidão e consciência em um contexto de confinamento.
  • Alcides Villaça destaca Pureza, de José Lins do Rego, como romance pessoal que também revela aspectos sociais.
  • Caetano Vilela indica A Montanha Mágica, de Thomas Mann, como um clássico que exige tempo e atenção e reúne conflitos físicos e existenciais.
  • Férrez recomenda Contos Negreiros, de Marcelino Freire, como retrato contundente de um país com suor de quem não usufrui.
  • Jorge Coli escolhe Os Três Mosqueteiros, de Alexandre Dumas, pelo prazer da aventura, da amizade, da fraternidade e da coragem.
  • Marcia Barbosa indica Explosão Feminista, de Heloísa Buarque de Holanda, por reunir textos sobre feminismos na rua, na rede, na política, na arte e na academia.
  • Pâmela Billing Mello Carpes recomenda O conto da Aia, de Margaret Atwood, por mostrar a fragilidade das conquistas sociais das mulheres sob um regime totalitário.
  • Rogério de Almeida sugere Decameron, de Giovanni Boccaccio, como obra múltipla sobre a vida e a condição humana em meio à peste.
  • Sabrina Lisboa indica Ensaio sobre a cegueira, de José Saramago, por expor conflitos entre egoísmo, solidariedade e responsabilidade em situação de caos.
  • Stevens Rehen envia quatro leituras: O Oráculo da Noite, de Sidarta Ribeiro; Homo Deus, de Yuval Harari; A Emoção e a Regra, de Domenico De Masi; e Como mudar sua mente, de Michael Pollan.
  • No fecho, a página pede apoio a livrarias de rua e incentiva a circulação da hashtag #indiqueumlivro.