↓ Ir para o conteúdo principal

← todas as notas

📎 Webclip

Quando o Tio Patinhas Vai às Compras

O texto compara a compra de estúdios e franquias pela Disney para mostrar como a empresa altera o rumo criativo de cada aquisição de modo diferente. A Miramax virou um caso de conflito e perda de autonomia; a Pixar foi incorporada em condições mais favoráveis; a Marvel entra como exemplo de expansão que ainda preserva certo tom próprio.

Fichamento
#

  • A Miramax nasceu para produzir filmes independentes e pouco comerciais, mas a compra pela Disney levou a interferências criativas e conflitos com os Weinstein.
  • Um exemplo dessa interferência foi a passagem de O Senhor dos Anéis da Miramax para a New Line, depois que a Disney impôs sua decisão final.
  • Os Weinstein deixaram a Miramax e fundaram a Weinstein Company, enquanto a Disney acabou vendendo a Miramax por 600 milhões de euros, após tê-la comprado por 80 milhões de dólares.
  • A Pixar já distribuía seus filmes pela Disney, mas a compra só aconteceu quando Bob Iger substituiu Michael Eisner e aceitou dar mais espaço ao estúdio.
  • John Lasseter assumiu um papel criativo central após a aquisição da Pixar, e Steve Jobs recebeu mais de 7 bilhões de dólares e ações da Disney.
  • A compra da Marvel e a negociação com George Lucas são apresentadas como sinais de um mercado em que grandes empresas absorvem estúdios menores com potencial de crescimento.
  • O texto prevê mais parques temáticos, bonecos, brinquedos e produtos ligados a Star Wars, e lembra que a saga continua sendo, sobretudo, uma série de filmes para o cinema.
  • Há uma defesa de que Star Wars pede um tom mais sombrio e autoral do que um filme familiar no estilo de parte da produção Disney, Marvel ou Pixar.
  • Os filmes da Marvel são descritos como mais solares, com humor e união, enquanto Star Wars é visto como uma franquia em que a paz cobra um preço maior.
  • A Pixar é tratada como exemplo de filmes autorais para grande público, com prioridade para ideias de roteiro e visão de direção acima da venda de produtos derivados.
  • O autor lista nomes como Scorcese, Spielberg, Nolan, Peter Jackson e outros, mas considera que nenhum deles seria o ideal para Star Wars.
  • A preferência é por um talento novo, sem vínculo prévio com grandes franquias, que recebesse liberdade para levar a saga adiante.
  • Frank Darabont é citado como alguém que discordou de George Lucas a ponto de se afastar de projetos ligados a Star Wars.
  • Nacho Vigalondo e Alex Proyas aparecem como diretores que poderiam funcionar no universo de Star Wars, embora o texto prefira que eles sigam com histórias próprias.
  • A expectativa final é que Bob Iger cuide das empresas e obras compradas pela Disney, e até se sugere a compra da Hasbro como próximo passo.
  • A curiosidade final liga Bob Iger ao meio dos quadrinhos por ser sobrinho de Jerry Iger, parceiro de Will Eisner nos anos 30 e 40.