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Princípios do design de interfaces – Parte 01
O texto traduz e adapta uma lista de Joshua Porter sobre princípios de design de interfaces. A primeira parte destaca clareza como objetivo central, a função das interfaces como meio de interação, o cuidado com a atenção do usuário, o controle sobre o sistema e a preferência por manipulação direta sempre que possível.
Fichamento#
- Clareza é apresentada como o primeiro objetivo de qualquer interface, porque o usuário precisa reconhecer sua utilidade, prever o que vai acontecer e interagir com sucesso.
- Interfaces existem para permitir interação entre pessoas e o mundo, e sua eficácia pode ser medida; ainda assim, elas também podem inspirar e intensificar essa relação.
- Elementos desnecessários devem ser evitados para não distrair o usuário, já que atenção é tratada como um recurso precioso.
- O usuário deve permanecer no controle, com status do sistema, mensagens de erro, ajuda e documentação que reduzam interações inesperadas.
- A interação direta com objetos é preferível, e botões ou outros elementos devem aparecer só quando forem necessários para viabilizar o uso.
- Cada tela deve apoiar um único objetivo principal, pois duas ou mais ações centrais aumentam a confusão e dificultam o aprendizado.
- Ações secundárias precisam ficar em segundo plano, seja com menor destaque visual, seja aparecendo depois da ação principal.
- Cada interação deve conduzir a um próximo passo claro, mostrando o que acontece em seguida sem encerrar a experiência de forma brusca.
- A aparência dos elementos deve corresponder ao seu comportamento, para que o usuário possa prever o uso apenas olhando para eles.
- Elementos com a mesma função ou comportamento devem manter aparência consistente, e elementos diferentes não devem parecer iguais.
